Académicos esperam que a situação dos ataques no Centro e Norte se resolvam neste mandato

Académicos esperam que a situação dos ataques no Centro e Norte se resolvam neste mandato

Dentro de mais ou menos duas horas, na Praça da Independência, na cidade de Maputo, vai iniciar a cerimónia de investidura do Presidente da República. Entretanto, enquanto aguarda-se pelo grande momento, algumas pessoas já começaram a chegar ao local do evento. Duas delas são Ismael Mussa e Ernesto Macuácua. Os académicos esperam que no mandato prestes a iniciar sejam resolvidas questões relacionadas aos ataques no Centro e no Norte do país.

O primeiro a intervir foi Ismael Mussa, quem entende que os assaltos armados ameaçam o progresso do país. Por isso, o académico espera que Filipe Nyusi resolva a situação e consiga pacificar as regiões em causa. Para o efeito, entende Ernesto Macuácua, o diálogo é essencial como factor de mediação de conflitos, o que deve estar aliado ao esforço de se compreender os focos desses mesmos conflitos.

Além da paz, Ismael Mussa almeja que no novo mandato o Presidente eleito seja capaz de consolidar a construção de infra-estruturas, definir que tipo de agricultura se pretende para Moçambique e resolver a questão da terra, que deve ser fornecida aos moçambicanos de modo que se vença a fome.

Ernesto Macuácua prevê que neste mandato Filipe Nyusi invista na implementação do que conquistou no anterior, não se esquecendo de grandes contratos definidos na área do gás.

Isaú Meneses, presente, igualmente, na Praça da Independência, afirmou estar à espera da consolidação da paz, da democracia e das instituições. O músico espera ainda pelo aumento da valorização da cultura, da preparação e formação de quadros que possam fazer da arte factor de desenvolvimento nacional e que projecta a imagem de Moçambique dentro e fora do país.


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