Ana Magaia defende que se deve investir nos jovens cineastas

Apreciando o que foi 2018 em termos cinematográficos, Ana Magaia não tem dúvidas de que ao nível da sétima as coisas estão a acontecer, mas não como se pretende. Ainda assim, num contexto em que se registam várias vicissitudes no país, para a actriz, os artistas continuam a fazer a sua parte de maneira que a sétima arte continue bem hirta. E, neste contexto, ao contrário do que se diz mal da juventude, “os jovens vão criando, vão esculpindo, vão pintando e vão dançando bem. A cultura está viva e, para que continue, devemos apostar cada vez mais no capital humano, sobretudo na juventude, com quem devemos partilhar conhecimento porque nós da geração pós-independência não somos eternos”

Com efeito, neste ano que acaba de iniciar, Ana Magaia espera que o cinema tenha mais investimento porque é uma arte que abrange todas outras e a vida de uma sociedade. “Quando os filmes estão na tela, conseguimos retratar a nossa vida, não só de moçambicanos, mas de todo o mundo em geral”.

Em 2018, Ana Magaia representou avó Catarina no filme Avó Dezanove e o segredo do soviético, de João Ribeiro. A artista considera que o filme foi cientificamente bem conseguido “e foi bom voltar a participar como actriz, o que não fazia há muito tempo. Foi bom contracenar com um dos melhores actores que conheci na minha vida, o menino Keanu”.  


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