COVID-19 condiciona celebrações do Dia da Mulher Moçambicana

COVID-19 condiciona celebrações do Dia da Mulher Moçambicana

A Participação da mulher em várias esferas da vida tem sido notário nos últimos anos. A cada ano que passa a mulher vai quebrando barreiras vai-se firmando e conseguindo a sua independência financeira. Contudo a propagação do novo Coronavírus pode comprometer as conquistas alcançadas.

As mulheres constituem economicamente a população mais activa tanto na zona urbana como rural. Celeste Dilane faz parte das estatísticas que mostram o domínio da mulher no sector informal.

Se nos anos passados, a mesma mulher permanecia invisível relegado ao papel de dona de casa, mãe, esposa, procriadora, hoje elas estão a sair às ruas e tomando a dianteira e consciência do seu papel na sociedade. É o exemplo da taxista Jorcelea Sabino, de 42 anos.

Apesar de estar apaixonado pelo trabalho, reconhece não ser fácil ser mulher taxista. O coronavírus também está comprometer este trabalho, o número de procura por este serviço reduziu drasticamente.

Mais o 7 de Abril não é só de enfermeiras, taxistas, floristas,… é de todas mulheres que transformam as suas dificuldades em oportunidades, que lutam e vão atrás dos seus sonhos.

O isolamento social devido a prevenção do coronavírus está condicionar as festividades do dia da mulher. Nas lojas vocacionadas a venda de capulanas o movimento reduziu.

Ainda assim as mulheres, não dispensam as tradicionais capulanas que com ou sem festa serão traje principal do dia.

O 7 de Abril surgiu em 1971 em homenagem a Josina Machel, heroína pelo seu papel activo na luta pela emancipação da mulher

 


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