CPLP caracteriza processo eleitoral da Guiné-Bissau como livre, pacífico e ordeiro 

CPLP caracteriza processo eleitoral da Guiné-Bissau como livre, pacífico e ordeiro 

O chefe da missão dos observadores da CPLP, Oldemiro Balói, considera que as eleições da Guiné-Bissau foram ordeiras e pacíficas. A contagem de votos já iniciou nesse país da África Ocidental. 

As eleições presidenciais que decorreram no Domingo na Guiné-Bissau foram tidas como “tranquilas, pacíficas e ordeiras” pela Comunidade de Países da Língua Portuguesa. Citado pela Lusa e RTP, o chefe da missão de observadores da CPLP, Oldemiro Balói, que já foi ministro dos negócios estrangeiros e cooperação em Moçambique, acrescentou que as urnas abriram a tempo e tanto os eleitores como a polícia se comportaram bem, não tendo havido registo de violência. Algumas reclamações da parte dos eleitores tiveram a ver com a privacidade na hora de votar, entretanto, não comprometeram o processo eleitoral. 

Fora da CPLP, também estão a União Africana, a CEDEAO e os Estados Unidos a exercer o papel de observadores eleitorais. A contagem de votos de cerca de 760 mil eleitores já teve início e espera-se que até 28 de Novembro sejam conhecidos os resultados eleitorais. 

Caso não haja, nenhum candidato com mais de 50% dos votos, os dois mais votados poderão disputar o cargo de chefe de Estado na segunda volta marcada para 29 de Novembro. José Mário Vaz, actual presidente e candidato, diz-se pronto a aceitar os resultados eleitorais.

 


Contactos

Tef: +258 21 313517/8

Email: opais@soico.co.mz
Local: Rua Timor Leste, 108 Baixa
Maputo- Moçambique