CTA não se sente satisfeita com a política monetária do Banco Central

CTA não se sente satisfeita com a política monetária do Banco Central

A CTA ainda não se sente satisfeita com a política monetária estabelecida pelo Banco Central. Agostinho  Vuma, presidente da CTA, disse, hoje, em Maputo, que o Banco Central ainda pode melhorar as condições monetárias, de forma a incentivar o mercado.  

Assim, sugere a CTA sugere que o Banco de Moçambique reduza a taxa de juro de referência para 8.35 pontos base e que faça um ajustamento da política monetária que impulsione as actividades do sector pivado.

Vuma falava no balanço do ano de 2017, tecendo perspectivas para 2018. De acordo com o Presidente da CTA, este ano foi muito difícil para o sector privado, apontando para a elevada taxa de câmbio e as taxas de juros como principais barreiras.

Em 2017, o sector privado diz que gastou 14 mil milhões de meticais devido a taxa de juro efectuada.

Para 2018, a CTA pretende introduzir medidas para melhorar a posição de Moçambique no Doing Bussines.

Ainda hoje, a Confederação das Associações Económicas, a Agência de Desenvolvimento do Zambeze e a Olam assinaram um acordo que permite a compra de matéria-prima nacional para ser usada na produção de sumo e óleo alimentar.

No acordo assinado esta sexta-feira, a Confederação das Associações Económicas compromete-se a identificar produtores nacionais de matérias-primas necessárias para abastecer a Olam. Já a Agência de Desenvolvimento do Zambeze vai financiar os agricultores e a Olam vai utilizar soja por eles produzida para obter óleo alimentar.

O acordo vai impulsionar a venda de produtos dos pequenos agricultores nacionais.

Este memorando também vai facilitar o uso de matéria-prima nacional para a produção de sumos na multinacional Compal.

 

 

 

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