“Não há conflito de interesses na indicação da Kuhanha”

Contra todas as críticas, o jurista e especialista em mercado de capitais, João Matsinhe, elogia a decisão de venda de 80% das acções do Moza Banco a Kuhanha. Matsinhe diz que na venda não houve atropelo a lei e que as pessoas criticam a decisão movidas por presunções.

O jurista e docente universitário considera ainda que apenas haverá violação da lei se alguns trabalhadores do Banco de Moçambique forem ao mesmo tempo gestores do Moza Banco.

 


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