Então, e agora?

Então, e agora?

O Ferroviário de Maputo e a A Politécnica disputam o jogo da final (insólita), do torneio da Engen Basketebol 2019. Os Locomotivas de Maputo querem revalidar o titulo, e quer remar contra a mare e vencer o torneio.

 “Uh la la”, diriam os franceses espantados com um facto corrente. “Uh la la” dizem os admiradores do basquetebol nacional surpresos com a final da Engen Basquetebol que colca frente a frente o Ferroviário de Maputo e a A Politécnica, em seniores masculinos.    

A balança do jogo esta (claramente) inclinada a favor dos Locomotivas que entram nos jogos para defender a hegemonia que tem construído ao longo dos últimos anos ao nível do Basketebol masculino assim como o Feminino.

Por isso, nesta fase (final), sob batuta de Milagre Macome, Pio Matos e companhia pretendem (uma vez mais), conquistar o título de campeão da Cidade de Maputo em Basketebol.

“Nós somos uma equipa experiente, e como é habitual, vamos fazer de tudo para disputar da melhor forma este jogo, e conseguir defender o título de campeões, que detemos alguns anos”, posicionou-se Aurélio Chiziane.

Diante de uma equipa jovem, aguerrida e sem nada a perder, há que manter altos níveis de concentração para não permitir nenhuma surpresa protagonizada pelo “outsider”, A Politécnica.

“Em todos jogos, nós do Ferroviário entramos para ganhar, e neste jogo não vai fugir a regram, vamos fazer de tudo para ganhar, mas sempre com muito respeito pelo adversário” concluiu Chiziane.

A presença, em massa, de jogadores do ferroviário, é mais um ponto a desfavor do A Politécnica, dado que as peças dos locomotivas carregam uma larga experiencia que poderá ser usada neste jogo. Mas a equipa esta galvanizada depois de “vaporizar” a (mais que) candidata ao título, o Costa do Sol, num jogo em que, recorde-se, fica recordado como um dos mais fracos em termos de pontuação.

Voltando para a final desta edição do campeonato da cidade em Basquetebol sénior masculino, cumpre recuar dois anos, isso em 2017, quando a A Politécnica disputou a final da Engen Maputo Basket, sendo que o adversário foi o mesmo com o qual vai disputar a final deste ano: Ferroviário de Maputo.

Mirlon Paruque sabe que é um adversário complicado, mas acredita que sempre é possível fazer diferente, “porque já fizemos uma vez, e acreditamos que temos condições para fazer diferente também nestes jogos”.  

Por sua vez Yuran Biosse, advertiu “para a capacidade e as soluções que o Ferroviário tem” mas garantiu que a “a juventude é a sua força e a carta na manga para poder sair vencedor desta final”. Ano passsado, na final da Taca Maputo, a A Politécnica venceu o Ferroviário de Maputo na final, impondo aos locomotivas a única derrota em todas provas da capital do pais. Este ano, e na maior competição da cidade, há o desejo de voltar a ganhar.

A ÚNICA VEZ DOS “UNIVERSITÁRIOS”

A 23 de Abril de 2018, a A Politécnica fez história no pavilhão do Desportivo ao derrotar o Ferroviário de Maputo na final da Taça Maputo, por 75-62.

Fez-se história, sublinhe-se, porque naquela noite José Macuácua (“coach” da A Politécnica) “vingava-se”  de um adversário que em 2017  o derrotara  na final da Engen Maputo Basket, Campeonato da Cidade.
Neste jogo decisivo, o Ferroviário de Maputo liderou no primeiro quarto com um parcial de 22-11.  Já no segundo quarto, etapa do jogo em que a A Politécnica entrou melhor, os “universitários” venceram por 38-28.

O terceiro quarto, intenso, voltou a ser controlado pela A Politécnica que venceu por 54-44. No quarto e último período, o Ferroviário de Maputo fez uma recuperação mas no final perdeu o jogo por 75-62.

Esta competição disputada em duas fases. Na primeira, as equipas jogaram num sistema de todos contra todos, tendo sido classificadas, em ordem decrescente, as quatro melhores, nomeadamente Ferroviário, A Politécnica, Maxaquene e Costa do Sol.

 


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