Marromeu: eleitores animados com processo eleitoral

O processo de votação arrancou pontualmente as sete horas nas oito mesas de votação instaladas em duas assembleias de voto, nas escolas primárias completa 25 de Junho e Samora Machel. As primeiras horas foram marcadas por uma afluência considerável de eleitores animados em exercer o seu dever cívico.

São cerca de seis mil eleitores que repetem nesta quinta-feira o processo de votação na autarquia da vila de Marromeu. Teresa faz parte desse número de eleitores que vai decidir o futuro de Marromeu nas urnas, esta afirmou que se sentiu segura por estar a exercer o seu direito de voto, e convidou aos outros eleitores para fazerem o mesmo.

Tal como Teresa, João foi votar. “ Já votei! Daquela vez havia muita confusão, houve mortes aqui, desta vez está mais organizado. Se fosse para sempre assim, nem poderíamos estar a sofrer mortes aqui em Moçambique”, afirmou João.

Para o STAE o processo decorre sem sobressaltos, aliás, duas horas antes do início do escrutínio, os 56 membros das mesas de voto já se encontravam nos seus postos com objectivo de preparar o material de votação que ficou completo na noite da última quarta-feira.

“Queríamos deixar um apelo para os eleitores que após a votação, retomassem as suas casas, e de lá possam através dos mecanismos apropriados, meios de comunicação social, esperar a divulgação dos resultados”, apelou Augusto sande, Director STAE em Sofala.

ALGUNS OBSERVADORES SEM ACESSO DIRECTO AS MESAS DE VOTO

Um dos observadores nacionais do escrutínio de Marromeu, Guilherme Mbilana disse que os observadores não tiveram acesso directo a algumas mesas de voto.

“Os observadores estão restringidos o acesso a algumas mesas de voto, o que significa que os observadores estão a fazer a observação eleitoral por fora das mesas do voto o que é uma autêntica transgressão à lei eleitoral”, acrescentou Mbilana.

 Por outro lado, António Zefanias, também observador nacional disse que não ter detectado anomalia alguma que pudesse atrapalhar o processo. Porém “logo nas primeiras horas a polícia estava dentro do raio não adequado, não aquilo que a lei permite, mas depois de uma explicação, afastou-se”, disse Zefanias.


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