Ferroviário de Maputo fora da Taça de Moçambique

Ferroviário de Maputo fora da Taça de Moçambique

O Maxaquene está renovado! É uma renovação que abrange não somente os resultados dentro das quatro linhas, mas também no diz respeito aos equipamentos que está a usar.

Se em termos de resultados no rectângulo do jogo os tricolores contam com duas vitórias, incluindo esta de hoje, e três empates, no aspecto de equipamento já conta com quatro jogos novos, oferecidos por um dos candidatos à presidência da direcção.

Hoje, diante do Ferroviário de Maputo, para a Taça de Moçambique, fase da cidade de Maputo, foi dia de estreia do novo equipamento. E para baptizar o equipamento, nada melhor que uma vitória. Foi o que se viu.

O Maxaquene entrou destemido diante do Ferroviário de Maputo e desde cedo ameaçou a equipa adversária, chegando ao primeiro golo logo aos 18 minutos, por João, que aproveitou os erros da defensiva “locomotiva”, principalmente por Chiza, que andou mal nos dois primeiros golos que a equipa sofreu.

Mas os treinados de Nelson Santos, sabendo do perigo que tinham em ser afastados precocemente da segunda maior competição futebolística do país, foram à carga e cinco minutos depois restabeleceram a igualdade num cabeceamento de Elias após cobrança de canto, na esquerda do seu ataque.

A partida era de parada e resposta, e o Maxaquene voltou a aproveitar as tremedeiras dos da defensiva “locomotiva”, novamente por Chiza, num mau atraso, aproveitado por João para desfazer o empate, deixando os adeptos em ebulição.

Não satisfeito, Nelson Santos acabou tirando Chiza e metendo em jogo Liberty.

Na resposta, Loló teve a oportunidade de empatar a partida, mas seu remate saiu ligeiramente por cima da baliza de Zacarias. Foi-se ao intervalo com a vantagem mínima “tricolor”.

Mais pressão e mais um golo do Maxaquene
No reatamento, continuou a ser o Maxaquene a equipa mais esclarecida, e por duas vezes podia ter dilatado o marcador, pena que os remates não encontravam a direcção certa. Por vezes era Simplex que parava os remates, mas muitas vezes os remates saiam ao lado. Fruto da avalanche ofensiva “tricolor”, a turma de Antoninho Muchanga foi coroada por mais um golo, desta vez apontado por Mutong, perante passividade da defensiva dos verde-e-branco.

O Ferroviário de Maputo acusava a derrota e os seus jogadores já resignavam da luta, chegando a atrapalhar-se mesmo quando podiam chegar à baliza de Zacarias com algum perigo.

Em pleno Estádio da Machava, a festa acabou sendo “tricolor” até ao final do jogo.

Ao Ferroviário de Maputo, que lidera o Moçambola 2018, resta apenas concentrar-se para não perder a liderança até o fim da época, enquanto o Maxaquene pretende continuar a sorrir, jogo a jogo, até chegar a final da Taça de Moçambique, que perdeu em 2016 para a União Desportiva de Songo.

Esta foi a segunda vitória do Maxaquene diante do Ferroviário de Maputo este ano, e pelo mesmo resultado de 3-1, tal como aconteceu na segunda jornada do Moçambola 2018, garantindo a passagem à fase regional da competição.

Quem também está na fase regional é Académica, que na partida de hoje, diante do 1º de Maio de Maputo, venceu por duas bolas a uma.

Assim, a capital moçambicana será representada pelas equipas do Costa do Sol, Liga Desportiva de Maputo, Desportivo de Maputo, Maxaquene e Académica.

 


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