"infra-estutruturas irão também servir para o transporte de passageiros, bem como de mercadoria diversa, incluindo a produção pecuária e agrícola da zona que compreende o corredor do norte."
Zucula avançou ainda que estas infra-estutruturas irão também servir para o transporte de passageiros, bem como de mercadoria diversa, incluindo a produção pecuária e agrícola da zona que compreende o corredor do norte.
Na passada sexta-feira, o ministro dos Transportes e Comuncações, juntamente com o director de Projectos da Vale para África, Ásia e Austrália, Ricardo Saad, e o presidente do Conselho de Administração dos CFM, Rosário Mualeia, assinaram o acordo de concessão. Ao abrigo deste acordo, a Vale e os CFM já criaram uma empresa para gerir o projecto. Designada Corredor Logístico Integrado do Norte (CLIN), a mesma é constituída pela Vale com 80% e pelos CFM com os restantes 20%.







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