
De acordo com o novo director.
O novo director do Hospital Central de Maputo (HCM), João Fumane, defende que não se pode fechar a clínica especial daquela unidade hospitalar porque representa uma grande fonte complementar de receitas do hospital.
João Fumane, que falava terça-feira passada no programa linha directa da Stv, explicou que mais de 60% dos salários de serventes e o pagamento das rendas de casas para médicos estrangeiros contratados para trabalhar no país são garantidos pelas receitas da clínica especial.
Esta posição contrasta com a do ex-ministro, Paulo Ivo Garrido, que, durante o seu mandato, defendia a ideia de se fechar aquela unidade dentro do HCM, por entender que a mesma não fazia sentido por promover discriminação entre pacientes. Ou seja, para Garrido, não fazia sentido que dentro duma mesma unidade sanitária pública houvesse dois tipos de atendimento cujo acesso não possibilitava a pessoas economicamente desfavoráveis.







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