O governante disse que hoje, quando se fala em minas, a percepção das pessoas está mais virada para a província central de Tete, onde as recentes descobertas de carvão moldaram um novo conceito nas pessoas.
O vice-ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Henrique Banze, reiterou a importância de se continuar a libertar a terra e os homens, para dar espaço aos programas de desenvolvimento que Moçambique está a levar a cabo em várias áreas, escreve a “AIM”.
Banze, que citava a histórica frase de Eduardo Mondlane, Arquitecto da Unidade Nacional, (libertar a terra e os homens), falava na inauguração de uma exposição fotográfica sobre desminagem no país, que está patente na Associação Moçambicana de Fotografia, em Maputo.
A amostra, sob o lema “Desminagem, Contribuindo para o Desenvolvimento de Moçambique”, patente até ao dia 20 do mês em curso, retrata em acrílico e óleo sobre tela, num total de 23 obras, as diversas formas de perigo que as minas ainda colocam para os concidadãos, sobretudo nas zonas onde há trabalhos de clarificação.
Além de quadros de arte, a exposição contempla também 22 fotografias espelhando os vários momentos da desminagem no país, visando divulgar os esforços que o governo e os parceiros nacionais e internacionais estão a desenvolver com vista a consumar o preconizado no Plano Nacional de Acção contra Minas 2008/14.
Banze reiterou, na ocasião, a importância da coordenação com os parceiros de cooperação e da mobilização de recursos para a desminagem em prol do cumprimento das obrigações da Convenção de Ottawa e da libertação da terra para a implantação de projectos de desenvolvimento socioeconómico.







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