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Madeireiros sugerem destruição da madeira da “Operação Tronco”

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Associação refere que madeira apreendida foi cortada no período de defeso

A Associação Moçambicana de Operadores de Madeira (AMOMA) felicita a “Operação Tronco” e defende que a madeira apreendida deve ser incinerada, como forma de desencorajar os prevaricadores.

A organização considera que a incineração “constitui em si uma medida branda, porém, dentre várias, a recomendável”. Avança ainda que a forma menos clara usada para a venda de madeira apreendida em hasta pública pelas autoridades competentes propicia em si a apetência pela exploração ilegal pelos prevaricadores.

“Deste modo, a AMOMA reitera e apoia as iniciativas do governo, na materialização da ‘Operação Tronco’ de forma continuada, até que seja eliminado o último prevaricador e os seus mentores”.

A associação refere que os elevados volumes de madeira apreendidos pelas autoridades envolvidas na “Operação Tronco” foram cortados no período de defeso, ignorando toda a legislação sobre o período de maturação da matéria-prima.

“Os mentores e os autores desta prática de desmandos fazem-no conscientes de que as medidas tomadas pelo Governo não são cabíveis para os desencorajar, pelo contrário, constituem um meio para legalizar a ilicitude, ou seja, um meio para branquear a exploração ilegal do recurso”, explica a AMOMA, organização criada em 2011.


 

"Moçambique tem tudo para ser uma potência de África e do mundo.

Tem riqueza que chega para todos. Falta é de inteligências."

 

Adelino Timóteo