
Cinema nacional.
segundo o adido cultural da Embaixada da Espanha, Hector Castañeda, esta é “uma das iniciativas culturais por nós apoiadas que deixará benefícios a longo prazo, apostando na formação de jovens que poderão, num futuro próximo, apresentar o seu próprio olhar sobre a sua realidade, possuindo as ferramentas básicas e a massa crítica para o fazer, segundo as suas próprias regras.”
São este ano 12 jovens participantes que surpreendem positivamente o formador Abel Roure: “eu diria que o projecto, no papel, foi amplamente superado pela realidade. As minhas expectativas foram superadas no sentido positivo. Realçando o documentário como ferramenta de desenvolvimento social e procurando conduzir estas oficinas de forma não paternalista, a ASF procura implementar projectos nos quais se produza e termine-se um filme. O que é muito ambicioso e está a funcionar de forma excelente”, acrescentou. “Isto demonstra que a distância entre fazer ou não fazer é muitas vezes dispor das ferramentas, da informação e do conhecimento”.
Abel conclui que, com alguma margem para erros, “estes jovens estão preparados para fazer os seus filmes”, pois o trabalho colectivo, como equipa, está a correr muitíssimo bem.




Comentários