Diz Armando Artur.
O ministério da Cultura juntou-se aos artistas e promotores de espectáculos para avaliar o grau de participação desta camada no programa de combate à pirataria em curso no país. No encontro, foram discutidas as principais preocupações que assolam os músicos moçambicanos.
Esta discussão surgiu no âmbito da visita que o ministro da Cultura, Armando Artur, efectuou ao Instituto Nacional de Audiovisual e Cinema, durante o qual se reuniu com os artistas e promotores de espectáculos da cidade de Maputo. O objectivo era a busca de subsídios para os problemas que assolam a música moçambicana.
Na ocasião, em jeito de provocação, o ministro da Cultura disse que o público reclama o facto de haver uma tendência de se elitizar os espectáculos, visto que os mesmos não chegam às zonas suburbanas.
“Da parte do público consumidor, tem havido reclamações ou pedidos no sentido de os nossos produtores e os promotores de espectáculos estenderem esses espectáculos a nível também da nossa população dos bairros suburbanos, porque se acusa que todos os espectáculos promovidos tendem a ser elitizados a nível do centro da cidade”, disse Armando Artur.
O ministro frisou, ainda, que a problemática da pirataria inquieta o Governo e os artistas. Mas - porque além dos artistas e produtores, toda a sociedade moçambicana é cúmplice - torna-se cada vez mais difícil a sua erradicação.




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