Uma das musas do cinema nacional nas décadas de 60 e 70 (64 filmes como actriz, brasileiros e europeus); relações pessoais com presidentes da República, de Jango a Dilma; namoro com Alain Delon, considerado o homem mais bonito do século XX. Aos 77 anos, Norma Bengell definitivamente tem muito que contar.
“Norma - As Coisas Que Vivi”, livro de memórias que prepara há décadas, deve ser lançado em novembro. “Tudo por Amor”, filme sobre a sua trajectória, já tem roteiro pronto. Falta ainda dinheiro. Norma pensa em Alinne Moraes para interpretá-la. Ela também será o tema de um documentário do amigo Silvio Tendler.
Na semana passada, Tendler foi um dos entrevistadores que, por três horas, instigaram a actriz a lembrar as passagens felizes e turbulentas da carreira iniciada como vedete em 1954 e que, aparentemente, terminou com a participação no humorístico da Globo “Toma Lá, Dá Cá”, em 2009 - ela tem limitações físicas por conta de duas quedas que sofreu, que a puseram numa cadeira de rodas (teve estreitamento de quadril e foi operada).
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