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Gala do “Vibra Toques”, uma noite cheia de surpresas

G2 e Júlia Duarte sagram-se os grandes vencedores da noite

Tapete vermelho, celebridades e muitos flashs foram os primeiros indícios de que o Gloria Hotel, em Maputo, acolheria uma noite mágica e cheia de surpresas. Era a primeira gala do Vibra Toques, realizada ontem.

Enquanto o espectáculo não iniciava, os convidados trajados a rigor e alguns com muita extravagância, circulavam pela sala de espera. Falando em traje, os nossos estilistas não pouparam a criatividade ao criar os figurinos.

Entre copos, petiscos e selfies, a ansiedade para saber quem teve os toques mais baixados era visível nos rostos dos artistas.

Logo que os convidados acomodaram-se no salão, as luzes apagaram-se e a festa começou. No escuro, ouviam-se batidas de alguma música pandza. Então, aos poucos as batidas tornaram-se numa melodia e as luzes acederam-se lentamente. Era a primeira grande surpresa. Gilberto Mendes, Ana Gisela, e Mário Mabjaia juntaram-se a três bailarinos do grupo 4 Moz e dançaram a coreografia “já está a bater”, com muita técnica. Nikson o quarto bailarino, com o pé engessado, sentado na plateia, assistiu atentamente a actuação. No fim, os apresentadores renderam-lhe uma homenagem.

Depois da belíssima entrada, que arrancou aplausos dos espectadores, a tripla chamou ao palco os Ghorwane. Os Bons rapazes, como de praxe, fizeram o que melhor sabem – cantar e encantar.

Depois dos bons rapazes foi a vez da primeira premiação. O grupo New Joint estreou-se nos troféus, levando o do melhor afro bite. De seguida, Laylizzy subiu ao palco e fez o show acompanhado dos seus parceiros –“Os primos”.

A noite continuou ao rubro com as actuações dos New Joint, Júlia Duarte, Anita Macuácua, Lizha James, Sweet e Lorena Nhate. Com estilos diferentes, coreografia bem elaborada e vozes afinadas, os cantores mostram que a música moçambicana está em constante crescimento e não deixa a desejar.  

Um dos grandes momentos da noite, foi a actuação de Sweet, que levou o público para uma visita ao passado. “Tristeza e Solidão” e “Kuloia” fizeram o Glória vibrar.

Entretanto, Gilberto Mendes e Mário Mabjaia não pouparam esforços para arrancar gargalhadas da multidão que preencheu a sala. E num desses momentos de humor, Mc Roger foi homenageado. Os actores vestiram-se a rigor como o “patrão” e o convidaram-no ao palco para um “Zacazá”. De pé, todos aplaudiram o Mc, patrão da música moçambicana.

Mas porque a noite era para premiar os toques mais baixados, as nomeações continuaram. O prémio da marrabenta foi para Anita Macuacua, do Hip Hop para LayLizzy, Soul and RnB para G2, tropical para Júlia Duarte, do pandza para Mr Bow e o de revelação foi para Messias Marioca. Por fim, os prémios de melhor artista masculino e feminino foram para G2 e Júlia Duarte que sagram-se os grandes vencedores da noite.

No final da festa, os cantores celebraram o sucesso da primeira gala. A produção também comemorou e prometeu mais para o ano.

 

"Moçambique tem tudo para ser uma potência de África e do mundo.

Tem riqueza que chega para todos. Falta é de inteligências."

 

Adelino Timóteo


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