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Prémio Literário Fernando Leite Couto

Poesia inaugura primeira edição do Prémio Literário Fernando Leite Couto

 

Eis a janela que pretende ser um novo alento para que mais autores, sobretudo jovens, despontem para a literatura moçambicana: Prémio Literário Fernando Leite Couto. O concurso destinado a autores sem nenhum ou com apenas um livro será lançado esta quinta-feira, no espaço da fundação, em Maputo. Trata-se de uma conferência de imprensa, onde haverá mais detalhes sobre os contornos deste mais novo prémio, promovido aos novos autores.

Para a estreia do prémio foi escolhida a poesia, género de eleição do patrono da fundação, Fernando Leite Couto, que dedicou a sua vida ao jornalismo e a literatura. Este homem da cultura falecido em 2013, foi mentor de muitos autores para o mundo literário nacional, sobretudo através da Ndjira, editora que fundou e dirigiu.

Ao vencedor será atribuído um valor pecuniário de 150 mil meticais, ganhando ainda o direito de ver o seu livro editado pela Fundação Fernando Leite Couto.

O prémio não será apenas de poesia, vai alternar com a prosa. O que confirma que anualmente revelará um novo nome para a literatura moçambicana.

FERNANDO LEITE COUTO:

O PATRONO DO CONCURSO

Foi poeta, jornalista, tradutor e editor que muito contribuiu para o crescimento da literatura moçambicana, dedicando grande parte da sua vida ao apoio a vários autores. Esta sua contribuição possibilitou que o sonho de dezenas de autores moçambicanos se realizasse e as respectivas obras nascessem, ampliando, assim, o horizonte dos produtores da literatura.

Também escreveu, tendo publicado nove livros, maior parte dos quais de poesia. Mas a sua obra inclui também ensaios e crónicas jornalísticas. Foi coordenador de antologias poéticas e tradutor de poesia. Na década de 1980, foi director da Escola de Jornalismo em Maputo. De 1996 aos últimos dias da sua vida, assumiu a direcção da editora Ndjira.

 

"Moçambique tem tudo para ser uma potência de África e do mundo.

Tem riqueza que chega para todos. Falta é de inteligências."

 

Adelino Timóteo


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