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Passos da marrabenta em palcos brasileiros

Inês Queme dá aula de marrabenta no Brasil

 

Inês Queme, dançarina moçambicana, participou do festival “Na Dança”, que decorreu de 22 a 24 do mês em curso, no Palacete Tereza Toledo Lara/Casa de Francisca, em São Paulo, no Brasil.

Coube a Inês a missão de dar aula de marrabenta com música ao vivo. A artista descobriu, durante os preparativos para o festival, que o passo básico da marrabenta é quase o mesmo de uma dança tradicional boliviana, que foi o tema da aula de Raissa Oblitas.

Além de Inês Queme e da boliviana Raissa Oblitas participaram também o libanês Mohammad Al Jamal, com aula de dabke e outras danças folclóricas de seu país, e o angolano Erme Panzo, que ensinou um pouco de tudo sobre danças bantu.

O festival “Na Dança” proporcionou um cardápio eclético de danças, música e celebrou a primavera árabe, africana, latino-americana, grega, balcânica, indiana, espanhola e japonesa.

“Na Dança” reuniu profissionais já estabelecidos no Brasil e recém-chegados para apresentações musicais, aulas-show e aulas de danças étnicas.   

Os nascidos no Brasil, mas com um trabalho consolidado de pesquisa em danças étnicas também actuaram. Na sexta-feira foi a banda Mawaca, Gervitz, idealizadora do evento, e as bailarinas Cíntia Kawahara (danças do Japão), a espanhola Deborah Nefussi, Mariana Paunova de Bulgária e Sónia Galvão da Índia.

No sábado, a banda Mutrib, com a participação especial de Vesna Bankovic, cantora lírica da Osesp nascida na Sérvia, que tocou com os professores Mário Jadran, da Croácia, Paulo e Selma Sertek, da Grécia, além de Gervitz.

No domingo, André Trindade e Sónia Galvão ensinaram uma dança balinesa. Após a aula, Galvão, Kawahara e Nefussi farão uma apresentação.

Além das aulas, a programação do festival contou com shows musicais de Gabriel Levy, Tomas Howard e Toninho Carrasqueira com participação especial das cantoras Fortuna e Oula Al Saghir e da contadora de histórias Regina Machado, da Orkestra Bandida e da orquestra Mundana Refugi, criada por Carlinhos Antunes com refugiados do mundo todo.

 

"Moçambique tem tudo para ser uma potência de África e do mundo.

Tem riqueza que chega para todos. Falta é de inteligências."

 

Adelino Timóteo


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