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Seleccionador da Nigéria poderá ser despedido após CAN

O seleccionador da Nigéria, Shaibu Amodu, será despedido, na sequência da actuação medíocre da Nigéria na 27ª edição do Campeonato Africano das Nações (CAN), que está a decorrer em Angola, escreve “PANPRESS” citando fonte oficial.Segundo fontes próximas do gabinete do vice-presidente nigeriano, Goodluck Jonathan, que assume o poder interinamente na ausência do titular desta pasta, Umaru Yar’Adua, que está doente, declararam à “PANAPRESS” que o técnico deverá ser demitido, confirmando assim as informações divulgadas pela imprensa local.A imprensa nigeriana relatou, há dias, que o despacho de despedimento de Amodu foi transmitido ao presidente da Federação Nigeriana de Futebol (NFF), Sani Lulu.A NFF terá aceite lançar o processo que consiste em pôr termo ao contrato do treinador bem como contratar um outro seleccionador.Para já, ainda não se precisou quando é que Amodu será demitido das suas funções, mas parece que vai ficar à frente da equipa até ao fim do Campeonato Africano das Nações.Recorde-se que os nigerianos somente garantiram o apuramento para o Mundial na última ronda, após derrotarem o Quénia por 3-2.

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Como actuaram os Mambas

Kampango: a intranquilidade revelada no primeiro jogo, manteve-se frente ao Egípto. Incompreensível, primeiro, porque o guarda-redes moçambicano conhece bem os jogadores faraónicos, seus adversários no campeonato egípcio.Não transmitiu confiança à equipa apesar da sua longa experiência.Campira: o lateral direito moçambicano, quase não atacou pelo seu corredor, mas diga-se, melhorou, se comparado à sua exibição no jogo de estreia contra o combinado do Benin. Em algumas ocasiões, como se previa, foi batido em corrida pelos velozes atacantes egípcios.Dário Khan: aos 47 minutos, após cruzamento de Fathi, na direita, Dário Khan desviou a bola para a própria baliza, traindo o guarda-redes Kampango. Foi o segundo autogolo na competição do infeliz defesa moçambicano. Frente ao Benim (2-2), Khan já tinha sido responsável directo no segundo golo sofrido pela sua equipa.Mexer: O sportinguista voltou a fazer parelha com Dário Khan no centro da defesa. Jogou os 90 minutos, mas foi emponente face ao domínio do Egipto. Não tendo comprometido, no entanto, não foi o Mexer que despertou a cobiça do Sporting. Alternou o bom e suficiente.Paíto: alguma segurança defensiva, pouco investimento no ataque. Quando o fez, fê-lo sem consistência e sem o fulgor a que nos habituou.Simão Mate: aqui está a figura do jogo. Foi simplesmente irrepreensível a exibição do trinco moçambicano. Recuperou, deu início às jogadas ofensivas dos Mambas com classe e maturidade. Uma exibição cinco estrelas.Genito: enquanto pôde, foi uma unidade útil à selecção, sobretudo, na condição de principal municiador do nosso jogo ofensivo. Efectuou algumas assistências que não foram aproveitadas por Tico-Tico e, muito menos, por Gonçalves. Acusou fadiga no final, tendo sido bem substituído por Danito Parruque.Miro: tem um bom pé esquerdo e bem podia ter usado essa arma em situações de bola parada. Não o fez e mesmo assim vai para ele uma nota positiva, porque se tem revelado um dos jogadores mais inconformados da nossa selecção.Dominguez: de puto “maravilha”, nada tem o Dominguez que evolui neste CAN. Perdeu-se muito em rodriguinhos e confundiu-se muito nas acções que lhe cabiam. Uma sombra de si mesmo.Ainda assim, continua a ser a nossa esperança.Tico-Tico: o capitão jogou condicionado e durante largo tempo arrastou-se em campo. Faltou-lhe alegria no rosto e na abordagem do jogo. Actuou como segundo ponta-de-lança, mas apareceu muito recuado. Algumas vezes, aparecia nas costas de Simão. Foi um “leão” moribundo e sem garras.Gonçalves: trapalhão, algumas vezes, egoísta, em muitas outras, Gonçalves Fumo voltou a ser aposta de Mart Nooij no ataque, dada a lesão de Dário Monteiro. Não é, como todos sabemos, um avançado de raiz, mas sim médio-ala esquerdo. Não deu trabalho aos egípcios que não tiveram de se esforçar para anulá-lo.Josimar, Momed Hagy e Danito
Parruque: Estiveram pouco tempo em campo e nada fizeram para mudar a estória do jogo.

Egipto nos “quartos” à custa de Moçambique

Egipto nos “quartos” à custa de Moçambique

 Embora tenham vencido o terceiro encontro no historial de confrontos com os Mambas

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Mart Nooij: Temos performance internacional

Mart Nooij: Temos performance internacional

mostraram ao público de Angola, do Egipto e do mundo, as suas capacidades competitivas.“Se fizermos uma comparação das duas equipas que terminaram a partida, concluiremos que elas (as equipas) mostraram alto nível competitivo e de performance, sobretudo, na primeira parte”, apontou o técnico dos Mambas, afirmando que o futebol africano está a evoluir muito.O treinador admite uma eventual passagem dos Mambas para a fase seguinte, mas, para tal, diz que é “preciso trabalhar arduamente para vencer o jogo diante da Nigéria”.

Tico-Tico lutámos para ganhar o jogo

Tico-Tico lutámos para ganhar o jogo

- CAN-2010.Falando em conferência de imprensa, após o encontro, Tico-Tico disse que após a desconcentração, nos minutos iniciais da etapa complementar, a equipa do Egipto aproveitou a oportunidade e fez o primeiro tento da partida, obrigando a que a sua formação baixasse para se reorganizar, mas não foi a tempo. “Baixámos e arregaçámos as mangas, procurámos lutar, mas perdemos. vamo-nos preparar para o próximo jogo”, disse.Questionado sobre as dificuldades que os Mambas possam encontrar no último jogo frente à Nigéria, o experiente atleta moçambicano reconheceu o “potencial” do adversário, adiantando não existirem resultados antes dos jogos, pelo que, prometeu luta até ao fim.

Kampango: Faltou-nos experiência

Kampango: Faltou-nos experiência

O guarda-redes da selecção nacional de Moçambique, Kampango, disse que a falta de experiência e de alguma sorte ditaram a derrota de 2-0 no passado sábado, no Estádio Nacional de Ombaka, diante do combinado do Egipto, uma partida presenciada por muitos moçambicanos, que seguiram àquele país, numa excursão, no mesmo dia da realização do jogo.Em declarações à imprensa, no termo do desafio, o futebolista disse acreditar que, com mais experiência e sorte, Moçambique poderia ter ganho ou empatado com os egípcios que, em sua óptica, venceram por possuírem jogadores já experimentados ao longo de vários anos e campeonatos do género. “Nós estamos neste CAN para ganhar experiência com as equipas mais categorizadas, de modo a que, nos próximos dois anos, possamos apresentar-nos bem, em todos os aspectos”, afirmou o número um da baliza dos Mambas. Kampango reconheceu que o Egipto e a Nigéria estão em condições de se qualificar para a fase final da prova, em virtude dos valores atléticos dos seus jogadores.

Manuel José considera jogo com Argélia o mais difícil

Manuel José considera jogo com Argélia o mais difícil

e carácter decisório. o técnico sublinhou que conhece bem a selecção argelina, destacando o facto de possuir jogadores muito altos e eficazes nas bolas paradas.“Eles são mais altos, mas nós somos baixos e mais rápidos. ao contrário do adversário, jogamos de pé para pé, praticando um bom futebol”, frisou.José reiterou a intenção de terminar em primeiro lugar do grupo A para continuar a jogar em Luanda. “Se acontecer, vamos jogar com o Ghana ou Burquina Faso”, e acrescentou que “se tiver que jogar em Cabinda, caso termine em segundo, também contará com o apoio dos angolanos”. Angola e Argélia defrontam-se hoje, às 18h00 de Maputo, no Estádio Nacional 11 de Novembro. Os angolanos, com quatro pontos, lideram o grupo, seguidos por Malawi e Argélia com três pontos cada, e Mali com apenas um.

Rigobert Song detém recorde de participações no CAN

Rigobert Song detém recorde de participações no CAN

O futebolista internacional camaronês Rigobert Song, de 34 anos de idade, bateu o recorde de oito participações no Campeonato Africano das Nações (CAN). O defesa do Trabzonspor da Turquia, que alinhou quarta-feira no jogo entre os Camarões e o Gabão (0-1), partilhava o recorde de sete participações no CAN com o costa-marfinense Alain Gouaméné e o egípcio Hossam Hassan.Song, recordista de internalizações com 130 presenças na selecção nacional, disputou o seu primeiro CAN em 1996 e venceu dois títulos africanos em 2000 e em 2002.Depois de ter rubricado excelentes exibições no Tonnerre Yaoundé, dos Camarões, Rigobert Song transferiu-se para o Metz da França.O internacional camaronês representou ainda o Salernitana (Itália), Liverpool e West Ham United (Inglaterra), FC Cologne (Alemanha), Lens (França), Galatasaray (Turquia).Durante a fase de qualificação para o CAN e Mundia de 2010, Song totalizou os 12 jogos.

Barcelona imparável

Barcelona imparável

jogo antecipado da ronda.

Página 299 de 324

"Moçambique tem tudo para ser uma potência de África e do mundo.

Tem riqueza que chega para todos. Falta é de inteligências."

 

Adelino Timóteo


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