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“É preciso resgatar o que de bom havia nesse período, ajustando obviamente ao momento actual”.
O fraco nível organizacional e o pouco comprometimento dos dirigentes desportivos com o desenvolvimento do basquetebol é determinante para inviabilizar o desejo dos moçambicanos de ver esta modalidade progredir, isto depois do entusiasmo vivido nos Jogos Africanos. Esta e outras opiniões foram manifestadas por agentes desportivos nacionais, num debate televisivo promovido pela STV, no seu programa desportivo semanal Ao Ataque.Já houve uma fórmula-chave que levou o nosso basquetebol aos grandes patamares africanos. Aliás, nessa altura, havia a célebre ligação clube/escola e clube/empresa. “É preciso resgatar o que de bom havia nesse período, ajustando obviamente ao momento actual”. Esta é a opinião de Hélio de Sousa, treinador da A Politécnica, falando no debate promovido pela STV, segunda-feira última.
“Não me parece que seja correcto pôr duas equipas que trabalham de forma organizada e com metas bem definidas a competirem com uma equipa que foi criada dois dias antes do início da prova. Temos, primeiro, que assegurar que nas províncias haja competição séria”, ajuntou Hélio de Sousa.
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