O ferroviário de Pemba e o Ferroviário de Maputo tiveram uma entrada muito apática. Uma atitude que, ao andar do tempo, deixou transparecer que entre os dois “locomotivas” poderia prevalecer a irmandade.
Mas, assim não foi, porque do lado dos “locomotivas” da capital começaram a surgir reacções contrárias de quebrar o aparente laço. E foi por intermédio de Diogo que, por duas vezes, aos cinco e sete minutos, demonstrou uma clara intenção de violar a baliza de Sozinho. Primeiro, com um remate portentoso a passar ao lado e, segundo, a bola a “morrer” nas mãos do guarda-redes adversário.
A partir daqui, o Ferroviário de Maputo acordava para o jogo. E foi assim que, aos 27 minutos, numa jogada de insistência, chegou ao golo. Imo, após o ressalto, fez uma colocação para o primeiro poste, fazendo o marcador funcionar para a festa dos donos da casa. Ainda na mó de cima, o ferroviário de Maputo esteve perto de fazer o segundo, numa jogada com classe efectuada por Clésio que, após galgar o terreno, fez assistência para Rachid mas este, em posição privilegiada, falhou a baliza.
Com um a zero a favor do Ferroviário de Maputo, as duas equipas foram ao intervalo.





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