Com a reactivação de núcleos nas províncias.
Numa altura em que alguns hoquistas começam a atingir o vermelho da retirada nos “rings”, a questão que se coloca é: como assegurar o futuro do hóquei em patins num contexto em que esta modalidade, que representa condignamente o país em provas internacionais, é praticada por um número reduzido de aficcionados?
É no sentido de dar resposta a este desafio que a Federação Moçambicana de Patinagem (FMP) está a desenvolver um trabalho de reactivação das escolas de patinagem. Com efeito, há duas semanas, enviou a Quelimane Bruno Pimentel, director para área de formação, e Justino, vogal de direcção, com vista a fazerem o levantamento para o desenvolvimento da modalidade. Naquele ponto do país, estas figuras mantiveram contactos com algumas estruturas que garantiram o seu apoio ao Núcleo de Quelimane que, nesta altura, movimenta 25 crianças entusiastas da modalidade.
O objectivo da Federação Moçambicana de Patinagem (FMP) passa por aumentar o número, nos próximos meses, de praticantes nos escalões de formação. Mais ainda: organizar provas que permitam aos entusiastas competirem, bem como se avaliar as suas capacidades. Por outro lado, a Federação Moçambicana de Patinagem trabalhou também em Nampula, onde a selecção nacional foi homenageada este ano pelo quarto lugar alcançado no Mundial de San Juan, Argentina.
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