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Ferroviário da Beira com um pé na fase de grupos da Liga dos Campeões

“Locomotivas” do Chiveve vencem Barrack Young da Libéria por duas bolas a zero
Caldeirão” do Chiveve em ebulição, fervoroso público ansioso por uma vitória que colocasse o Ferroviário da Beira com um pé na fase de grupos da Liga dos Campeões Africanos, feito alcançado no passado pelo Ferroviário de Maputo e Costa do Sol. Estavam, de resto, lançados os dados para que os campeões nacionais construíssem uma vantagem confortável que permitisse viajar à Monróvia, Libéria, com alguma tranquilidade.
 
Houve dois golos, é certo, mais muitos ficaram por marcar. Oportunidades fáceis de concretizar desperdiçadas tanto por Maninho quanto por Dayo.

O filme do jogo

Com pressão alta logo no início do jogo, o Ferroviário da Beira forçou o Barrack Young Controllers a baixar as linhas e jogar na expectativa. Os campeões da Libéria não tinham musculatura para estancar o jogo ofensivo dos campeões nacionais. Perdiam a luta na zona intermediária, onde os “locomotivas” do Chiveve eram os mais forte. Aos sete minutos, Mambucho, com um golpe de cabeça, acertou no poste direito da baliza defendida por Albert. Sem profundidade, os visitantes procuravam jogar na retranca e explorar contra-ataques rápidos na perspectiva de encontrar o Ferroviário da Beira em contrapé.

Os “locomotivas” do Chiveve, tal como lhes competiam, continuaram a fazer pressão alta. Os liberianos ensaiavam contra-ataques que eram facilmente repelidos pela defesa moçambicana. A partir do segundo quarto do jogo, o Barrack Young Controllers conseguiu equilibrar o rumo dos acontecimentos. E, numa jogada rápida, podia ter chegado ao golo, mas Von Dove não teve calma suficiente para bater Willard.  O primeiro golo do Ferroviário surgiu aos 35 minutos na sequência de um livre bem batido por Fábrice.  Maninho, livre de qualquer marcação, abriu o livro no “Caldeirão” do Chiveve. Havia que continuar a pressionar para se chegar a uma vantagem confortável.

A primeira parte terminou com a vantagem do Ferroviário da Beira por um a zero. A segunda metade do jogo começa tal como terminou a primeira: com os “locomotivas” do Chiveve a pressionarem o seu adversário. Aos 19 minutos,  Dayo perde uma grande oportunidade clara para fazer 2-0. Completamente sozinho, chutou para fora. Não fez bem o trabalho de casa Dayo, Maninho mostrou como é que se fazem as coisas. O capitão do Ferroviário da Beira bisou, aos 31 minutos, ao concluir um centro de Andro. Até o final do jogo, os campeões nacionais procuraram aumentar a vantagem, mas tal não aconteceu, porque os seus avançados foram perdulários.

 

"Moçambique tem tudo para ser uma potência de África e do mundo.

Tem riqueza que chega para todos. Falta é de inteligências."

 

Adelino Timóteo


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