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Saborear a conquista pensando nos próximos mundiais...

Tricampeões mundiais de salto à corda pretendem massificar a modalidade no país

Parte dos atletas que conquistou o tricampeonato mundial de salto a corda, que decorreu na semana passada nos Estados Unidos da América, já se encontra no país a desfrutar da conquista.

À sua chegada, hoje, no Aeroporto Internacional de Maputo, uma multidão de moçambicanos esperava, onde se destacava a vice-ministra da Juventude e Desporto, Ana Flávia Azinheira, o presidente da Federação Moçambicana de Futebol, Alberto Simango e o grupo cultural Ndiche, que fazia as honras da recepção. Era um verdadeiro ambiente de festa, com cânticos, dança, abraços e gritaria que simbolizava a alegria sentida pelos moçambicanos por mais esta conquista, numa modalidade pouco conhecida, mas que muito engrandece e eleva a bandeira de Moçambique além-fronteiras.

“Trabalhamos muito, mesmo acima do tempo, nos focamos para podermos manter a coreografia que nos levou ao bi-campeonato mundial”, começou por dizer Elvis, um dos integrantes desta delegação e, por sinal, único que aterrou no país, na manhã de ontem. Elvis diz que durante a prova só havia concentração para a revalidação do título: “Tínhamos outras provas, mas colocamos o nosso foco naquela prova que era a nossa aposta e trabalhamos sério no sentido de mantermos o título connosco e foi o que fizemos”, explica o tricampeão mundial.

E porque os atletas nacionais já iam aos EUA com ares de patentes elevadas, eram notórias as dificuldades que iriam encontrar. Aliás, tal como disse Elvis, foi preciso puxar dos galões de bicampeões mundiais para superar essa adversidade. “As outras selecções estavam muito bem preparadas e a espera de ver o que iríamos fazer, tal como os EUA e a França, que traziam grandes reforços, mas como disse antes de partir, a nossa selecção também estava muito remodelada”, justificou dando o exemplo de ter participado neste mundial, contrariamente o que aconteceu ano passado.

Governo vai apoiar modalidades individuais

O governo, representado pela vice-ministra da Juventude e Desporto, Ana Flávia Azinheira, congratulou os atletas por mais esta conquista que eleva bem alto a bandeira de Moçambique. “Para nós, esta vitória tem um significado muito grande, porque esta é a terceira vez consecutiva que os nossos atletas ganham um campeonato do mundo, isto dá-nos um sinal de que não é por acaso e que eles tem grande valor”, disse Azinheira.

Esta conquista coloca um desafio ao próprio governo, no sentido de repensar nas modalidades prioritárias, tendo em conta os feitos do salto a corda. Azinheira garantiu que é uma questão que está a ser estudada.

“Definitivamente é o momento de mudança de abordagens e reflexão na questão das modalidades prioritárias. Assumimos como compromisso dar todo o nosso apoio incondicional a todas outras modalidades individuais que parecem pequenas, mas trazem resultados”, garantiu a vice-ministra da Juventude e Desportos.

Já Mussa Tembe, campeão mundial de ginástica de 1968 e presidente da Federação Moçambicana de Ginástica, assegurou que há espaço para a massificação da modalidade, no sentido de continuar a trazer vitórias e títulos ao país. Ademais, Tembe parabenizou os atletas de Salto à Corda pela conquista “se atendermos as condições com que eles viajaram para os EUA”.

Esta é terceira vez consecutiva que Moçambique conquista o mundial de salto à corda, depois das conquistas de 2015, na França e 2016, em Portugal.

 

 

 


 

 

"Moçambique tem tudo para ser uma potência de África e do mundo.

Tem riqueza que chega para todos. Falta é de inteligências."

 

Adelino Timóteo


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