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03 de Dezembro
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Tanucha lidera “samurais” na vitória diante de Angola (61-47)

Jogadora do 1º de Agosto arrancou um duplo-duplo: 27 pontos e 14 ressaltos

Com  uma brilhante actuação de Leia “Tanucha” Dongue, jogadora que arrancou um duplo-duplo, ou seja, 27 pontos e 14  ressaltos  (seis ofensivos e oito defensivos) em 38:43 minutos na quadra, a selecção nacional de basquetebol sénior feminino qualificou-se, há momentos, para as meias-finais do “Afrobasket” do Mali.

Tanucha foi secundada pela “americana” Tamara Seda, atleta que igualmente colectou um duplo-duplo (16 pontos e 15 ressaltos) nos 30:21 minutos em que esteve na quadra.

Numa partida em que Nazir “Nelito” Salé deu ordens para Cátia Halar “secar” Italee Lucas com uma defesa a toda a largura do campo sobre a americana naturalizada angolana, as “samurais” sentiram no início algumas dificuldades para impor o seu jogo.

De resto, sem capacidade para fazer face à zona adoptada por Angola, Moçambique pautava por lançamentos exteriores precipitados e sem eficácia.

Não espanta, aliás, que no final do primeiro quarto Angola tivesse terminado a vencer pelo parcial de 16-6.

O segundo quarto trouxe uma selecção nacional muito bem a defender, com a capacidade de fazer os bloqueios e ganhar as segundas bolas. Neste capítulo, Leia “Dongue” e Tamara Seda estiveram muito bem.

O jogo interior foi uma arma para criar desequilíbrios, com Leia “Tanucha” Dongue a mostrar-se muito forte.

No final do segundo período, Moçambique comandava a marcha do marcador: 23-20.

No terceiro período, o jogo exterior, finalmente, funcionou. Elizabeth Pereira, a “menina bomba”, foi letal. Rute Muianga apareceu, igualmente, com um tiro exterior que permitiu as “samurais” dispararem para uma vantagem de dez pontos.

Italee Lucas, que não aparecia e nem brilhava, era muito bem defendida por Elizabeth Pereira.

Ao cabo do terceiro período, Moçambique vencia por 45-34. Em termos globais, Moçambique apresentou uma média de 76.9 porcento na linha de lançamentos livres (10 lançamentos convertidos em 13 tentados); 20.3 porcento nos lançamentos exteriores (sete convertidos em 34 tentados); 58 ressaltos (24 ofensivos e 34 defensivos); 22 turnovers e 12 perdas de bola.

No quarto e decisivo quarto, Angola procurou pressionar. Muito bem, nesta etapa, o seleccionador nacional a chamar atenção às jogadoras para a necessidade de fazerem ataques perto dos 24 segundos. Esta foi uma etapa do jogo em que Leia Dongue continuou a mandar nas tabelas. E, no final, Moçambique venceu por 61-47. Primeiro objectivo alcançado: melhoramos o sexto lugar ocupado em 2015, em Yaoundé, nos Camarões.

Estamos nas meias-finais.

 

"Moçambique tem tudo para ser uma potência de África e do mundo.

Tem riqueza que chega para todos. Falta é de inteligências."

 

Adelino Timóteo


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