O HCB chegou ao primeiro golo, por intermédio de Eládio.
Com os “locomotivas” ávidos em chegar ao segundo posto, caso vencessem a partida, a ansiedade tomou conta dos jogadores e na sequência dum deslize dos campeões nacionais, o HCB chegou ao primeiro golo, por intermédio de Eládio.
Todos recordaram-se da derrota do Ferroviário perante o Textáfrica, em pleno estádio da Machava. Mas campeões nacionais acordaram logo e chegaram ao empate, graças a um mau alívio de Chico, que permitiu a Luís disferir um excelente chapéu e introduzir a bola na baliza.
E nada mais houve na primeira parte. A segunda parte inicia tal como iniciou a primeira. Com um golo. Só que desta feita foi com o golo do Ferroviário de Maputo, que mais determinado marcou por intermédio de Luís, novamente, após uma boa combinação com Jerry, abrindo a possibilidade do melhor marcador da época passada voltar a estar à frente da lista dos melhores marcadores, agora com quatro golos.
O HCB de Songo reagia, quando os defesas do Ferroviário deixavam espaço, só que os avançados do HCB falhavam sempre no capítulo da concretização ou, simplesmente, não acertavam na baliza de Pinto.
Os “locomotivas” continuavam à procura de golo da tranquilidade, que não tardou a aparecer. Já quase a meio do segundo tempo, num contra-ataque rápido, os jogadores “locomotivas” fizeram a bola passear da esquerda para direita, até que apareceu, lá do outro lado, Jerry, que não perdoou e rematou forte para o fundo das malhas de Chico. Estava feito o resultado final para a satisfação de Paulo Camargo e seus adeptos.




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