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21 de Julho
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Economia

Metical continua em queda livre

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A moeda nacional voltou a ceder em relação ao dólar e ao euro apesar das intevenções do Banco Central no mercado cambial.

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Finalmente arrancou reabilitação do Porto de Pesca da Beira

Iniciaram, finalmente, as obras de reabilitação do Porto de Pesca da Beira,

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Xai-Xai vai ter aeroporto internacional

Xai-Xai vai ter aeroporto internacional

Dois espaços para a edificação do empreendimento já foram identificados, esperando-se que o governo comece a mobilizar recursos para o efeito    O desenvolvimento eco­nómico e a intensidade do trâfego em direcção à província de Gaza, particular­mente para a cidade de Xai-xai, levaram o governo provincial da­quele ponto do país a projectar a construção de um aeroporto internacional, tendo já sido iden­tificados dois espaços para a insta­lação do empreendimento.   O governador de Gaza, Rai­mundo Diomba, que deu esta informação recentemente, avançou que o trabalho foi le­vado a cabo por uma empre­sa seleccionada para o efeito, por meio de um concurso pú­blico.   A cidade de Xai-xai, a 200 Km da cidade de Maputo, é atraves­sada pela EN1, a estrada mais importante do país, cujo trâfego tende a aumentar a cada ano.   Diomba, que não adiantou o nome da firma seleccionada, avançou ainda que neste mo­mento estão a ser desenvolvidos estudos para determinar o custo da construção do aeroporto e a viabilidade ambiental, trabalhos após os quais serão mobilizados os recursos financeiros.   Uma das vantagens aponta­das por aquele governante é o facto de os viajantes que pre­tenderem escalar a província de Gaza passarem a dispor de um meio veloz e seguro.   Para materializar este projec­to, foram destacadas equipas do Ministério dos Transportes e Comunicações, Aeroportos de Moçambique e do governo pro­vincial de Gaza.   O governador de Gaza revelou também que está em vista a cons­trução de um porto nquela pro­víncia, com vista ao escoamento da produção agrícola, cujo cres­cimento tem sido assinalável nos últimos anos. Diomba considera que as águas de Gaza permitem a construção de uma infra-estru­tura portuária e antevê que este empreendimento se revele im­portante para o equilíbrio das relações comerciais com a cida­de Maputo, uma das principais praças onde Xai-xai compra os seus produtos.

Investimento privado caiu 276.5 milhões USD

Investimento privado caiu 276.5 milhões USD

A governadora da província de Maputo queixa-se da crise financeira internacional.

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BM garante 175.6 milhões USD para saúde e comunicação no país

O Governo moçambicano e o Banco Mundial (BM) assinaram dois acordos

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Sector privado pede banco de desenvolvimento

Criar um banco de desen­volvimento, subsidiar à agricultura, melhorar a qualidade das linhas aéreas e travar o crescimento do co­mércio informal são os desafios lançados pelo sector privado da região sul do país aos governos provinciais   Terminou última sexta-feira, em Vilanculo, Inhambane, a IV Conferência Anual do Sector Privado da Região Sul do país, na qual os empresários voltaram a levantar uma série de constra­gimentos que querem ver ultra­passados no âmbito da melhoria do ambiente de negócios. Trata-se de problemas ligados aos pe­louros de agro-negócios, trans­porte e comércio.   BANCO DE DESENVOLVIMENTO No domínio dos agro-negó­cios, os empresários da região sul do país pediram a criação de um Banco de Desenvolvimento para financiar à agricultura, es­pecialmente a Revolução Verde. Ao mesmo tempo, defenderam a montagem de um laborató­rio com padrões aceitáveis para facilitar o acesso dos produtos moçambicanos no mercado eu­ropeu.   Estes empresários exigem ain­da subsídios à actividade agríco­la e a redução da taxa de energia na agricultura, sobre a qual criti­cam a Electrcidade de Moçambi­que (EDM) por não discriminar os consumidores consoante a ca­pacidade.   Desenvolvimento da horti­cultura nas cidades de Maputo, Matola, Inhambane e Xai-xai e a redução das complicacões que consideram existir no regime de procurament do Estado são outras preocupações levantadas pelos empresários. CRÍTICAS AO MADE IN MOZAMBIQUE Os empresários da zona sul do país entendem que o selo Made in Mozambique, concebido para dar visibilidade aos produtos e serviços nacionais, ainda não “trouxe nada de novo”, apesar das boas intenções. Contudo, observam que os trabalhos de sensibilização devem continuar para se atingir um nível impor­tante de qualidade dos produtos nacionais. Os empresários, do ramo do comércio, queixam-se ainda de estarem a ser afecta­dos pela crise financeira, a ava­liar pela oscilação de preços das mercadorias, com enfoque para o arroz. Entretanto, pedem ao governo o recenseamento dos operadores informais para se garantir o controle do comércio informal, já que é um dos princi­pais entraves para a evolução do sector formal.   CAPITALIZAR O TURISMO Na reunião de Vilanculo, hou­ve consenso de que é preciso criar um mecanismo, através do qual deve-se limitar a quantida­de de mercadoria transportada pelos turistas a partir do seu ponto de saída. Isto porque con­sidera-se que parte importante dos turistas que visitam o país saem dos seus destinos fazendo-se transportar de todos os bens necessários para a actividade tu­rística.   A ideia é que caso o turista exceda o limite de mercadoria fixada seja taxado, permitindo a arrecadação de receitas para o Estado.   Ainda em relação ao turismo, os empresários pediram a divul­gação e melhoria das estatísticas relativas ao sector, o que seria facilitado pelos serviços aeropor­tuários que realizam registos dos turistas.   COMPROMISSO Intervindo por ocasião do en­cerramento da IV CASP da Zona Sul, os governadores das provín­ciais do sul do país, incluindo a cidade de Maputo, compromete­ram-se a continuar a trabalhar com o sector privado no âmbito da melhoria do ambiente de ne­gócios.

Uganda primeiro produtor de café em África

O Uganda ocupa desde sexta-feira o 1º lugar entre os países africanos produtores de café

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Standard Bank muda de identidade corporativa

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O Standard Bank anunciou sexta-feira, em Maputo, a mudança da sua identidade corporativa,

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A vez dos empresários da Zona Sul

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Começa esta quinta-feira a IV Conferência do Sector Privado da Zona Sul

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Novo elenco na Câmara de Comércio de Moçambique

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A Camâra de Comércio de Moçambique conta desde quarta-feira com um novo elenco,

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Brasil reforça cooperação na área de biocombustíveis com Moçambique

O Governo brasileiro vai aprofundar a cooperação na produção de biocombustíveis com Moçambique, segundo decreto assinado pelo presidente Lula da Silva tornado público esta quarta-feira. Os dois países vão implementar um “plano de acção” para promover a cooperação e o intercâmbio na área dos biocombustíveis, com a participação de funcionários e especialistas governamentais, representantes dos sectores privado e do mundo académico. “O plano de acção deverá ser elaborado em prazo não superior a 180 dias”, salientou o decreto publicado no Diário Oficial da União (DOU), órgão do Governo brasileiro. Os termos do acordo fazem parte de um “memorando de entendimento” assinado entre os dois países, em Setembro de 2007, em Brasília, e aprovado pelo Congresso brasileiro, em Maio deste ano. A publicação do acordo decorre dias antes de uma visita do presidente de Moçambique, Armando Guebuza, ao Brasil, entre 19 a 21 de Julho, em resposta ao convite de Lula da Silva, quando esteve em Outubro do ano passado em Maputo. No Rio de Janeiro, o mandatário moçambicano terá encontros com a direcção da empresa mineira Vale, a maior exportadora mundial de minério de ferro, seguindo dia 21 para Brasília, onde estará com Lula da Silva. O acordo reconhece o contributo “que os biocombustíveis podem trazer ao desenvolvimento social e económico, ao incentivar a diversificação de matrizes energéticas, aumentando a segurança e a qualidade do abastecimento de energia”. O Governo brasileiro compromete-se a elaborar, conjuntamente, projectos de cooperação técnica para capacitar recursos humanos do sector de biocombustíveis em Moçambique. O Brasil ajudará ainda Moçambique a identificar parcerias com outros países e organismos internacionais interessados em apoiar projectos para o desenvolvimento de biocombustíveis.

BCI inaugura mais uma agência em Sofala

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O Banco Comercial de Investimentos (BCI) inaugurou no distrito de Dondo esta quarta-feira,

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EDM em encontro de prestação de contas

As diferentes unidades órgânicas da Electricidade de Mocambique (EDM) deverão prestar contas ao Conselho de Administração desta empresa pública numa reunião que decorrerá entre os dias 16 e 28 de Julho de 2009, no âmbito de um novo modelo de gestão adoptado pela empresa.   Este modelo de gestão tem como pressuposto o contrato-progra­ma assinado com o Governo e o plano estratégico definido para o sector de energia. Com a assinatura de contratos internos entre as unidades orgânicas e o Conselho de Administração da EDM, estas obrigam-se a prestar contas das suas actividades, assegurando, deste modo, que os indicadores de desempenho definidos no plano estratégico sejam cumpridos.   Para que as unidades regionais da instituição sejam abrangidas pela medida, está previsto que nos dias 16 e 17 de Julho a EDMse reúna, em Lichinga; nos dias 21 e 22, na cidade de Quelimane; e nos dias 27 a 28 de Julho de 2009, na cidade da Matola.   Durante esses encontros, aos órgãos sociais da empresa será ministrado um curso sobre o relacionamento entre a EDMe os órgaos de comunicação social.   Em Lichinga, à margem do encontro, será lançado o livro “História da Electrificação de Niassa”, uma abordagem histórico-científica sobre os trabalhos da empresa.

Sector informal deve ser acarinhado

Sector privado entende que é preciso criar mecanismos de formalizar o “informal”

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Tudo apostos para inauguração da ponte “Armando Guebuza”

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O Governo diz que está tudo a postos para a inauguração da nova ponte sobre o rio Zambeze,

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Moçambique vai ter 3ª operadora de telefonia móvel

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O Conselho de ministros aprovou, na sua 14ª sessão ordinária, uma resolução que autoriza a entrada da 3ª operadora móvel no país.

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Zambézia cria mais de 24 mil postos de emprego

A província central da Zambézia criou 24.751 postos de trabalho

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Galp constrói refinaria de biodiesel em Sofala

A Galp vai construir uma refinaria para a produção de biodiesel em Búzi,

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EUA financiam programa agrícola de 20 milhões USD

O governo norte-americano lança, esta sexta-feira, em Maputo, um programa de promoção da “competitividade e prosperi­dade” de agro-negócios para Moçambique, orçado em 20 milhões de dólares, avança um comunicado da embaixada dos EUA.   O programa, designado AgriFUTURO, destina-se à promoção de ananás, banana, manga, milho, soja, gergelim, amendoim, caju e florestas, resultado de uma selecção no âmbito da iniciativa, refere a nota de imprensa. A iniciativa, que será desen­volvida pela Agência para o De­senvolvimento Internacional dos EUA (USAID), será lançada pelo embaixador norte-americano em Maputo, Toddy Chapman, e vai contar com a presença do ministro da Agricultura, Soares Nhaca.   “O programa AgriFUTURO centrar-se-á no desenvolvimento de cadeias de valor de produtos de alto potencial. As cadeias de valor inicialmente seleccionadas são banana, ananás, manga, mi­lho, soja, gergelim, amendoim, caju e florestas”, refere a embai­xada dos EUA.   Uma equipa formada por moçam­bicanos com “profunda experiência sobre o sector no país” vai dirigir a implementação do projecto, para garantir a “maximização da capa­cidade nacional em agro-negócios”, diz ainda o comunicado.

França promete 1.5 bilião de euros para África até 2011

França reiterou o seu compromisso de desenvolver o continente

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Crise Financeira: Moçambique procura mercados alternativos

O Governo de Moçambique defende que a solução para a queda das exportações moçambicanas reside na procura de outros mercados que não retraíram devido à crise financeira internacional, revelou, sexta-feira, em Maputo, o Ministro da Indústria e Comércio, António Fernando.

Na semana passada, o Banco de Moçambique anunciou em Maputo, que o volume de exportações do país registou uma queda na ordem de 36 por cento no primeiro trimestre do ano, comparativamente a igual período do ano passado, que se traduz numa redução de exportações de 543.1 milhões dólares para 347.6 milhões dólares.

Segundo António Fernando, Moçambique está a busca de outros mercados para colocar os seus produtos, tais como a China, Arábia Saudita e Estados Unidos da América.

“Para reduzir o impacto da crise nas exportações, o que podemos fazer é procurar outros mercados que não retraíram por causa da crise financeira internacional. Por exemplo, a Europa, principal mercado do camarão Moçambique retraiu e é necessário procurar outros mercados para este produto. A ideia é enviar os produtos para os mercados que não retraíram a semelhança do americano, a Arábia Saudita e China” disse.

Com relação a Mozal, a fundição de alumínio, que tem uma grande contribuição no volume de exportações moçambicanas, o Ministro referiu que pouco se pode fazer, uma vez que dependente da conjuntura internacional.

As receitas provenientes da venda do alumínio situaram-se nos 330.7 milhões dólares no primeiro trimestre de 2008 e apenas 182 milhões dólares em igual período do corrente ano, o que significa um declínio de 45 por cento.

Para António Fernando, a situação da Mozal (colocação de alumínio no mercado a preços competitivos) está condicionada as medidas de contenção da crise financeira global adoptadas pelos grupos de países mais ricos do mundo, nomeadamente o G8 e G20.

“Para o caso da Mozal, é preciso ver a conjuntura internacional, porque o que se faz é colocar o alumínio para o mercado internacional para a produção de automóveis, aviões e outros produtos. Se o consumo da aviação civil baixou o que nós podemos fazer?, muito pouco, temos que esperar que as medidas tomadas pelo G8 e G20 surtam efeitos para que o consumo volte a aumentar e a Mozal consiga colocar os seus produtos no mercado” sublinhou.

Apesar do preço do alumínio ter reduzido drasticamente no mercado internacional em relação ao praticado no ano passado, a Mozal continua numa situação financeira “confortável”, uma fez que nos momentos de estabilidade financeira esta fábrica conseguia lucros fabulosos, muito acima do previsto.

Hoje, o alumínio é cotado a 1.561 dólares a tonelada, segundo estimativas da London Metal Exchange, quando em igual período do ano passado rondava os 3.000 dólares/tonelada.

Isso ainda não é muito alarmante, pois apesar de o alumínio estar a ser cotado a níveis inferiores de 2008, o mesmo ocorreu com o custo de aquisição de matérias-primas no mercado internacional, o que significa que a empresa não está a ter gastos fora do normal.

Ate num passado recente, a Mozal era considerada a fábrica com menor custo de produção ao nível do grupo BHP Billiton, um facto favorável à empresa, tendo em conta a situação do mercado.

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"Moçambique tem tudo para ser uma potência de África e do mundo.

Tem riqueza que chega para todos. Falta é de inteligências."

 

Adelino Timóteo


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