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Terça-feira
17 de Outubro
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Economia

Banco Mundial concedeu 200 milhões USD ao país em 2009

Os directores executivos do Banco Mundial aprovaram

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Ali Bongo admite que acordo não é o ideal, mas permite preservar futuro do planeta

No regresso de Copenhaga, depois da Cimeira

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Camargo Corrêa lança OPA à Cimpor

De todos os potenciais interessados em opor-se à OPA, lançada pela CSN sobre a Cimpor, o principal rival vem também do Brasil. O grupo Camargo Corrêa, um antigo interessado no controlo da cimenteira nacional, está cada vez mais na linha da frente da reacção a este raide de surpresa da CSN. Ainda na passada sexta-feira, a empresa liderada por Vítor Sarquis Hallack foi a primeira a posicionar-se, ao emitir um comunicado confirmando que “conversou com vários accionistas da Cimpor para demonstrar o seu interesse em participar com os sócios portugueses da empresa, que é uma referência, tanto no mundo empresarial português, quanto na indústria de cimento global”. O conglomerado industrial brasileiro sublinhava nesse comunicado que “apesar da oferta pública de compra feita hoje (na sexta-feira), lançada pela CSN, a Camargo segue firme na sua disposição de buscar, com os accionistas da Cimpor, uma equação que contemple os interesses dos accionistas da empresa”. Segundo o “Diário Económico”, a OPA que o grupo brasileiro CSN lançou de surpresa a 100% do capital da Cimpor é entendido pela administração da cimenteira como “não amigável”. A proposta inicial da Camargo Corrêa propunha uma incorporação da Cimpor na empresa brasileira. Mas a fusão implicava a diluição dos actuais accionistas da cimenteira portuguesa. A outra proposta, da Votorantim, propunha entregar à Cimpor a fábrica de cimentos do Brasil em troca de uma participação accionista da cimenteira em Portugal. Por enquanto, todas estas propostas foram rejeitadas por se considerar que não traziam mais-valias para os accionistas da Cimpor, nem traziam a estabilidade accionista necessária à gestão.

Economia registará crescimento abaixo dos 7% em 2010

Segundo previsões do Banco de Moçambique

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Petromoc reinaugura depósitos de combustíveis

A empresa pública Petróleos de Moçambique, Petromoc, reinaugurou,

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FMI defende retomada do crescimento na África Sub-sahariana

As economias dos países da África ao sul do Sahara vão

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Novo ninho de empresas em Maluana

O empresariado nacional poderá, nos próximos anos, estender

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Moçambicanos na diáspora querem inclusão no INSS para terem direito à reforma

Presidente da República oferece fim-de-semana a imigrantes

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B rasileira CSN lança OPA sobre Cimpor

A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) do Brasil lançou, sexta-feira, uma

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Receitas do Estado crescem significativamente

A colecta de receitas do Estado registou, até ao final de Setembro do presente ano, um crescimento nominal anual de cerca de 26,2%, em relação a igual período de 2008, ao colectar 33,803 milhões de meticais de receitas.Dados do Banco de Moçambique, a que a AIM teve acesso, indicam que, do valor total de receitas colectadas, 29, 847 milhões de meticais resultaram de receitas de natureza fiscal. A cobrança do imposto sobre o rendimento resultou na colecta de 10,675 milhões de meticais, o que representa um crescimento nominal anual na ordem dos 18 %, superando o montante programado em 8,8 %.Segundo a fonte, contribuíram para este feito o pagamento significativo efectuado por algumas empresas com período de tributação diferente do ano civil, a melhoria contínua no controlo dos pagamentos, tributação a não residentes, divulgação da legislação fiscal e o aumento do número de contribuintes.O montante colectado através do Imposto de Rendimento de Pessoas Colectivas (IRPC), também registou um crescimento nominal anual de 28,9%, o que representa um cumprimento em 93,1% do valor programado, não obstante a redução da taxa deliberária das zonas francas em 3,1% associada à queda do preço do alumínio no mercado internacional. Contrariamente, a receita colectada por via do Imposto de Rendimento de Pessoas Singulares (IRPS) registou uma queda, tendo-se situado 40% abaixo da meta programada, devido à redução das taxas de retenção na fonte, na sequência da actualização das mesmas em 2008 e à elevação do mínimo não tributável.Mesmo assim, segundo os mesmos dados, comparativamente a igual período de 2008, esta rubrica registou um crescimento nominal de 8,1%. Durante o período em análise, destaca-se ainda o crescimento das receitas próprias e de capital, tendo-se fixado em 5,5% e 104,4% acima da meta programada, numa altura em que as receitas não fiscais e consignadas cresciam também em 87,6% e 82,2% acima dos valores projectados, respectivamente.

Ministro do Turismo quer aumentar contributo para o PIB

O ministro moçambicano do Turismo, Fernando Sumbana Jr., disse à “Macauhub” que Moçambique deverá aumentar a sua contribuição para o Produto Interno Bruto (PIB), nos próximos cinco anos, como resultado de investimentos que estão sendo feitos no sector.“Actualmente andamos na casa dos 2,5% e o trabalho que está a ser feito pelo Governo é no sentido de criar todas as condições para atingirmos 4%”, disse Sumbana, acrescentando que “por ano, está a ser investido 1,2 milhão de dólares norte-americanos”. Sumbana referiu-se aos chamados “Projectos Âncoras” e “Arco Norte”, este último já aprovado pelo Conselho de Ministros, como aqueles que vão contribuir grandemente para as receitas.

Fundo distrital para além dos 7 milhões

O governo moçambicano aprovou, terça-feira, um decreto que cria o Fundo Distrital de Desenvolvimento para a população com dificuldades para contrair empréstimos bancários nos distritos, alterando a actual modalidade de concessão de créditos a essas regiões.O Executivo de Maputo atribui, anualmente, mais de sete milhões de meticais (300 mil dólares) do Orçamento de Estado a cada um dos 128 distritos para projectos de combate à pobreza.Nas regiões mais pobres, reside mais da metade da população moçambicana, estimada em 20,2 milhões de habitantes.O Fundo Distrital de Desenvolvimento pretende “flexibilizar a gestão orçamental e facilitar os mecanismos de transferência” dos habitualmente designados “sete milhões”, disse o porta-voz do Governo, Luís Covane.Em declarações a jornalistas, Luís Covane referiu que o fundo se destina “essencialmente a pessoas com muitas dificuldades em recorrer aos bancos para conseguir empréstimos”.

Barragem para produzir energia alternativa à HCB na Gorongosa

O governo de Moçambique vai construir uma barragem sobre o rio Nhandale, no distrito de Gorongosa, em Sofala, para produzir energia alternativa à rede nacional da Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) e irrigar extensas áreas de campos agrícolas na região.O presidente do Município de Gorongosa, Moreze Cauzande, revelou que o projecto a ser financiado pelo Banco Mundial poderá iniciar-se em 2010 e ficar concluído entre 2012 e 2013.Moreze Cauzande referiu que “já terminou o estudo do impacto ambiental que cuja conclusão é viabilidade” da barragem.O Governo Central está a preparar o lançamento de um concurso público internacional para a adjudicação da empreitada.

Bim analisou África na economia mundial

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O banco Millennium bim, promoveu pela quinta vez a Conferência Económica

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Millennium BIM Melhor Banco em Moçambique pela 8ª vez

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Prémios atribuídos por duas das mais prestigiadas publicações internacionais: The Banker e Emea-finance.

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Governo cria Fundo Distrital de Desenvolvimento

O governo moçambicano aprovou, terça-feira, um decreto que cria o Fundo Distrital de Desenvolvimento para a população com dificuldades em contrair empréstimos bancários nos distritos, alterando a actual modalidade de concessão de créditos a essas regiões.Actualmente, o executivo de Maputo atribui, anualmente, mais de sete milhões de meticais (300 mil dólares) do Orçamento de Estado a cada um dos 128 distritos, para projectos de combate à pobreza, que eles próprios gerem como melhor acharem, prestando sempre contas ao Governo Central.Nas regiões mais pobres, reside mais da metade da população moçambicana, estimada em 20,2 milhões de habitantes. E, é para essas pessoas que este fundo se dirige.O Fundo Distrital de Desenvolvimento pretende “flexibilizar a gestão orçamental e facilitar os mecanismos de transferência” dos, habitualmente, designados
“sete milhões”, disse o porta-voz do Governo, Luís Covane.Esta medida começou em 2006 e serviu, sobretudo, para combater a centralização do poder de decisão na cidade capital de Maputo. Em declarações a jornalistas, Luís Covane referiu que o fundo destina-se, “essencialmente, a pessoas com muitas dificuldades em recorrer aos bancos para conseguir empréstimos”. Na verdade, a presença de instituições bancárias nas zonas rurais ainda é uma questão que o próprio Banco de Moçambique e o Governo querem ver resolvida.O Fundo Distrital de Desenvolvimento é uma instituição pública, dotada de personalidade jurídica, autonomia administrativa e financeira, que funcionará em todos os distritos do país, continuará a ser controlado pelo Conselho Consultivo, mas “será tutelado pelo governador provincial”, com poderes de decisão sobre o mesmo, disse Luís Covane.

Assinado “memorando” para Sociedade Interbancária de Serviços

Banco de Moçambique junta-se a 13 instituições bancárias.

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Obras da Linha de Sena a um ritmo “mau”

Corredor do Centro: Conclusão da linha-férrea volta a atrasar

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Joseph Kabila reivindica direito à indemnização

Clima presidente congolês diz que o seu país perde por conservar o ambiente

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Portugal concorre a vice-presidente do BCE

O governo português já apresentou, junto da Comissão Executiva do Banco Central Europeu (BCE), a candidatura de Vítor Constâncio ao cargo de vice-presidente da instituição. Vítor Constâncio é até aqui presidente do Banco de Portugal.“O governo apoia a candidatura e tudo fará para que um dos mais prestigiados governadores seja eleito para a vice-presidência do BCE”, disse, ontem, José Sócrates, no final da reunião dos chefes de Estado e de governo da UE.O cargo fica vago em 2010 com a saída do grego Lucas Papademos e o governador do Banco de Portugal está bem posicionado para ser o número dois da autoridade responsável pela moeda comunitária.Peter Praet, director executivo do Banco Central belga, e Yves Mersch, governador do Banco Central do Luxemburgo, são os outros nomes falados para desempenhar o cargo.Quando questionado sobre se está na corrida, Vítor Constâncio respondeu, ontem de manhã, numa conferência em Lisboa, que, “em princípio, sim”. CONSTÂNCIO COM UM PÉ NO BCEO governo português entregou ao Banco Central Europeu (BCE) a candidatura formal de Constâncio numa altura em que o seu principal concorrente está a perder terreno.A candidatura de Vítor Constâncio a vice-presidente do Banco Central Europeu (BCE) vai de vento em popa. Não só tem o apoio inequívoco da oposição e do governo em Portugal, que anunciou ontem a apresentação formal da candidatura em Frankfurt, como vê cada vez mais reduzidas as ambições do seu concorrente directo, o luxemburguês Yves Mersch.

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"Moçambique tem tudo para ser uma potência de África e do mundo.

Tem riqueza que chega para todos. Falta é de inteligências."

 

Adelino Timóteo


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