No último capítulo, o de “Lições de Política”, os autores fazem sugestões de natureza económica para se melhorar a competitividade da economia e alcançar um crescimento inclusivo.A economia moçambicana não é competitiva, conclui estudo lançado esta terça-feira em livro intitulado “Competitividade da Economia Moçambicana”, da autoria dos economistas João Mosca, Gizelda Barreto, Mariam Abba e Natacha Bruna.
A pesquisa que levou a esta conclusão baseou-se em estudos científicos de aspectos macroeconómicos, sociais e até culturais do país, segundo os autores, esperando-se que influencie na tomada de decisões para inverter a fraca competitividade da economia nacional.
A obra, apresentada pelo presidente da Associação Moçambicana de Bancos, Mário Machungo, compara a estrutura da economia moçambicana com a do Malawi e Zimbabwe, países da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC) com características culturais que se assemelham às de Moçambique.
De acordo com António Francisco, um dos pesquisadores do Instituto de Estudos Sociais e Económicos (IESE), esta comparação permitiu perceber que, não sendo competitiva, a nossa economia “está na carroça do mundo”, ou seja, não está em condições de se posicionar estrategicamente face aos actuais desafios de crescimento económico.
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A pesquisa que levou a esta conclusão baseou-se em estudos científicos de aspectos macroeconómicos, sociais e até culturais do país, segundo os autores, esperando-se que influencie na tomada de decisões para inverter a fraca competitividade da economia nacional.
A obra, apresentada pelo presidente da Associação Moçambicana de Bancos, Mário Machungo, compara a estrutura da economia moçambicana com a do Malawi e Zimbabwe, países da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC) com características culturais que se assemelham às de Moçambique.
De acordo com António Francisco, um dos pesquisadores do Instituto de Estudos Sociais e Económicos (IESE), esta comparação permitiu perceber que, não sendo competitiva, a nossa economia “está na carroça do mundo”, ou seja, não está em condições de se posicionar estrategicamente face aos actuais desafios de crescimento económico.
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