O presidente da República diz que os operadores de telefonia móvel devem engajar-se na busca de mecanismos de partilha de infra-estruturas. Para Armando Guebuza, só assim se pode abranger novos mercados, incluindo os internacionais.
“Só assim seremos capazes de penetrar com profundidade no mundo moderno e embarcar para o patamar de um Moçambique, com crescente capacidade de se internacionalizar e de competir na arena internacional”.
Guebuza desafiou também o regulador: “a entrada do terceiro operador exigirá do regulador crescentes níveis de rigor no exercício das suas funções com vista a garantir o desenvolvimento harmonioso e eficiente do sector de telecomunicações”.
A Movitel entra com a tarifa mais baixa de mercado, ao aplicar quatro meticais e quatro centavos por minuto, contra os cinco meticais que as outras companhias oferecem.
A número um da Movitel, Safura da Conceição, disse mesmo que a entrada da sua companhia no mercado impôs que os concorrentes definissem as tarifas. A Movitel quer atacar os mercados recônditos e a população de baixa renda.
Com 99 milhões de dólares norte-americanos, a Movitel investiu em infra-estruturas próprias e está em 121 distritos, cobrindo 43% da população. Tinha 400 mil clientes até 14 de Maio passado, muito atrás da mcel e Vodacom.
A Movitel distribui cartões iniciais e recargas a estudantes a todos os níveis e a funcionários do Estado, especialmente professores e militares ao serviço do Estado. Safura da Conceição afirmou, no lançamento oficial das operações, esta terça-feira, que “a Movitel será líder de mercado”.
Leia mais na edição impressa do «Jornal O País»





Comentários