Mercado está receptivo à implementação de normas ISO, que garantam a qualidade dos serviços e produtos. Prática é corrente nas economias desenvolvidas e por cá já existem alguns casos de sucesso.
ISO9001. São apenas letras e números, mas, na verdade, esta sigla só quer dizer uma coisa: qualidade. “A vantagem para as empresas é que provam que são capazes de fornecer aos seus consumidores produtos de boa qualidade, e atingir mercados nacionais e internacionais que não teriam se não fossem certificados”, diz Leonildo Munguambe, consultor da Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO). O objectivo é implementar normas como a ISO9001, que garantem a certificação da qualidade em vários sectores industriais e estão a ser levadas a cabo em empresas como a Modet ou a Socimol. No país, à semelhança do que acontece lá fora, a certificação não é obrigatória, mas garante já o acesso preferencial em concursos públicos. Por outro lado, ao promover a certificação das empresas, o Governo está a contribuir activamente para a melhoria dos padrões junto ao consumidor final, aliviando assim a necessidade de constante fiscalização junto do grande público. Paulo Quintal, Country Manager da Primavera Software explica porquê: “Uma empresa que produz massas ou bolachas, por exemplo, terá como preocupação que os seus fornecedores sejam certificados, para que a matéria-prima não vá impactar na qualidade do produto final, ao mesmo tempo que controla os processos intermédios. Isso terá impacto na saúde pública”, conclui.





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