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Hotelaria sofreu “queda drástica” do volume de negócios em Janeiro

Turismo no país

A informação é do Instituto Nacional de Estatística (INE), que, entretanto, não quantifica as perdas do sector da hotelaria do ponto de vista financeiro, mas revela que, em Janeiro, o indicador sobre a confiança dos empresários do sector de alojamento, restauração e similares “caiu profundamente, face ao mês anterior”. Assim, o indicador utilizado para medir a sensibilidade dos operadores apresentou um novo mínimo da sua série temporal.

O boletim periódico do INE que publica os “Indicadores de Confiança e de Clima Económico (ICCE)” refere que a conjuntura desfavorável do sector da hotelaria se deveu à avaliação negativa de todos os componentes avaliados pelo chamado “indicador síntese do sector”, com destaque para o volume de negócios, “que teve uma grande magnitude de queda face ao mês de Dezembro de 2015”.

Ainda no passado mês de Janeiro, a perspectiva da capacidade hoteleira foi de diminuição acentuada, facto acompanhado pela redução da procura corrente (actual) e por uma previsão alta dos preços nos meses seguintes.

O sector do turismo, de um modo geral, é dos mais afectados pela crise económica que o país vive há cerca de dois anos, a qual determinou, inclusive, o encerramento de algumas unidades, levando centenas de pessoas ao desemprego.

O INE revela no relatório que, em Janeiro, cerca de 31% das empresas deste sector enfrentaram alguma limitação de actividade, o que equivaleu a 2% de aumento das empresas com obstáculos no desempenho normal das suas actividades.

Os principais factores referidos pelos agentes económicos do sector continuaram sendo a baixa procura, concorrência, entre outros factores não especificados.

O sector de alojamento e restauração considerado na publicação do INE abrange o sector hoteleiro, incluindo pensões, lodges, pousadas, estalagens, restaurantes, estabelecimentos de bebidas e de diversão, cantinas e serviços de catering.

Essência do ICCE

Indicadores de Confiança e de Clima Económico são uma publicação mensal sobre a conjuntura económica de Moçambique e expressam a opinião de agentes económicos sobre o andamento e perspectiva da sua actividade, particularmente sobre emprego, procura, encomendas, preços, produção, vendas e limitações da actividade.

A informação é compilada com base no inquérito mensal de conjuntura realizado pelo Instituto Nacional de Estatística às empresas do sector real (não financeiro), com vista a apurar o comportamento da economia num horizonte temporal de curto prazo, de modo a proporcionar informação aos utilizadores sobre a gestão e monitoria da política económica.

 

 

"Moçambique tem tudo para ser uma potência de África e do mundo.

Tem riqueza que chega para todos. Falta é de inteligências."

 

Adelino Timóteo


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