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Preços voltam a roer o bolso do cidadão

Custo de vida

A alta de preços não deixa o bolso dos moçambicanos sossegado. O poder de compra está cada vez mais a reduzir e os cidadãos são obrigados a rever a sua dieta alimentar.

Os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatísticas apontam para mais um aumento dos preços em Fevereiro deste ano, comparativamente ao mesmo período de 2016, na ordem dos 20.88%. Significa que se um saco de arroz de 50 quilogramas era comprado a 1500 meticais no segundo mês do ano passado, por exemplo, em Fevereiro deste ano o mesmo saco passou a custar 1900 meticais, o que mostra uma subida de 400 meticais. A farinha de milho, por sua vez, que custava por quilograma 45 meticais, em 2016, este ano subiu para cerca de 60 meticais.

Mas não foi apenas a comida que viu os preços subirem entre Fevereiro de 2016 e o mesmo período de 2017. Vestir está também mais caro. Um par de sapatos que custava, por exemplo, 1900 meticais, em Fevereiro do ano passado, passou a custar em Fevereiro de 2017, cerca de 2400 meticais.

A cidade da Beira, na província de Sofala, liderou a tendência de aumento do nível geral de preços, seguida da cidade de Nampula e por último está a capital do país, Cidade de Maputo.

Assim, alguns moçambicanos ou deixaram de consumir alguns produtos essenciais, recorrendo a produtos alternativos, ou então tiveram que reduzir as quantidades de comida que adquiriam.

 

 

"Moçambique tem tudo para ser uma potência de África e do mundo.

Tem riqueza que chega para todos. Falta é de inteligências."

 

Adelino Timóteo


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