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FMI capacita dirigentes da Autoridade Tributária em matérias de gestão e liderança

Fundo Monetário Internacional tem missão de identificar fraquezas da AT

 

O Fundo Monetário Internacional (FMI) capacita, desde hoje, directores da Autoridade Tributária de Moçambique em matérias de gestão e liderança. Durante cinco dias, a organização internacional tem a missão de identificar as fraquezas da instituição pública moçambicana de cobrança de impostos e propor soluções.

Com a capacitação, o Fundo Monetário Internacional pretende providenciar aos dirigentes da Autoridade Tributária de Moçambique (AT) conhecimentos sobre liderança e gestão que possam ajudar a melhorar os níveis de cobrança de impostos.

Trata-se de áreas que, normalmente, o Fundo Monetário Internacional não tem dado assistência técnica, informou a representante da instituição, Esther Palácio. A Autoridade Tributária é quem pediu apoio para melhorar o seu desempenho, quando da visita de uma missão do FMI à instituição em Dezembro do ano passado.

Participam no treinamento quadros seniores da Autoridade Tributária de Moçambique, nomeadamente, directores gerais e seus adjuntos, directores regionais e de serviços.

Segundo a presidente da Autoridade Tributária, a capacitação não visa ensinar o ABC de liderança aos dirigentes da instituição, mas a troca de experiências.

“Os consultores que vão orientar esta formação vão trazer a mais-valia nas dimensões que tiverem sido identificadas como as nossas fragilidades. Nossas fragilidades são muito menos que as nossas capacidades, razão pela qual, conseguimos com sucesso cumprir com a nossa missão”, considera a presidente da Autoridade Tributária.

Durante a abertura oficial do evento, Amélia Nakhare pediu o respeito pela cultura moçambicana durante o seminário. “O que deve acontecer nesta formação é a confluência de liderança sem comprometer os nossos aspectos culturais, antropológicos e sociais”, diz a presidente da AT.

Os consultores do FMI, responsáveis pela capacitação, possuem experiência de gestão e liderança empresarial e de instituições públicas, adquiridas dentro e fora do Brasil.

 

 

"Moçambique tem tudo para ser uma potência de África e do mundo.

Tem riqueza que chega para todos. Falta é de inteligências."

 

Adelino Timóteo


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