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Segunda-feira
29 de Maio
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Entrevistas

“Todo o discurso humano é um discurso de trânsito”, Helder Macedo

“Todo o discurso humano é um discurso de trânsito”, Helder Macedo

“Literatura, Cultura e Identidades”, organizado pelo Camões. Nesta passagem, Macedo defende que a literatura é a transformação do efémero por uma coisa que possa permanecer, porque, na sua percepção, “todo o discurso humano é um discurso de trânsito”.

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“Temos vindo a observar muita procura de investidores sul-africanos no mercado moçambicano”

“Temos vindo a observar muita procura de investidores sul-africanos no mercado moçambicano”

Segunda conferência internacional do MOZEFO realiza-se a 30 de Maio em Johanesburgo com o tema “Moçambique-África do Sul, Pontes para o Desenvolvimento Económico

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Investidos USD 4,5 mil milhões e criados 4 mil empregos no Corredor Logístico de Nacala

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Corredor Logístico de Nacala tem capacidade para transportar 18 milhões de toneladas de carvão mineral por ano

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Millennium bim chega a todos os distritos do país através de agentes bancários

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Jorge Soares diz que desafio actual do Bim é chegar às vilas e localidades

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“Corrupção há em todos os sítios”

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Flávio Menete diz que a morosidade processual é um dos maiores cancros da Justiça no país

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Uma burguesia sem cultura é oca

Uma burguesia sem cultura é oca

África do Sul tem um papel importante na carreira de Moreira Chonguiça mas foi em Moçambique onde teve as bases

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“Fantasiamos a qualidade poética dos espaços”, José Forjaz

“Fantasiamos a qualidade poética dos espaços”, José Forjaz

José Forjaz é dos rostos mais consagrados do ramo da arquitectura no país. Recentemente, com a sua equipa José Forjaz Arquitectos, expos Projectos no papel no Centro Cultural Português, em Maputo – segue depois para Beira, este mês –, pretexto para esta entrevista. Partindo de 40 obras que estiveram expostas, algumas com 50 anos, nunca construídas, Forjaz refere-se ao trabalho arquitectónico como uma forma de fantasiar a qualidade poética dos espaços, como um meio para ler as sociedades e de nelas introduzir mudanças. E o arquitecto vai longe ao referir-se que, em Moçambique, a maior parte da arquitectura construída ainda é espontânea, feita por saberes tradicionais, sem deixar de sublinhar a incapacidade administrativa que o Conselho Municipal de Maputo tem para tomar conta de uma cidade que cresce tão depressa do ponto de vista populacional. Nisso, José Forjaz expressa um desagrado atinente à Praça da Independência: “um desastre urbano, tanto esteticamente como em termos de circulação automóvel”.

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“Cada juiz tem 800 processos pendentes em Moçambique”

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Juiz Carlos Mondlane faz um diagnóstico da Justiça no país apontando os principais desafios

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“O teatro não é para qualquer um”

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Joaquim Matavel conta que o FITI é movido pela vontade de contribuir para a promoção da cultura

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“Caldeirão” do Chiveve estará em condições de acolher jogos da Liga dos Campeões

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Boaventura Mahave, presidente do Ferroviário da Beira, garante que até Maio campo do clube estará pronto para receber jogos da Liga dos Campeões Africanos

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Três anos da STV Notícias

Três anos da STV Notícias

Olívia Massango conta que um dos objectivos da STV Notícias é ser referência no país e no mundo

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“A música é uma forma de dar expressão ao meu país”

“A música é uma forma de dar expressão ao meu país”

Ainda na atmosfera do 8 de Março, reservamos uma conversa com Gabriela, Embaixadora da ONE em Moçambique, instituição que luta pelo bem-estar da rapariga/mulher. Partindo da sua arte, a cantora fala do que gostaria de ver alterado no mundo, sublinhando que “a música é uma forma de dar expressão ao meu país”. Gabriela refere-se ainda ao seu novo trabalho, “Senta no prego”, como um instrumento versado a sensibilizar as mulheres, de modo a serem vozes activas nos seus lares.

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“Gostaria de ver  a nossa literatura mais traduzida”

“Gostaria de ver a nossa literatura mais traduzida”

O escritor e docente moçambicano, Lucílio Manjate, diz que a falta de tradução e exploração em outras artes da literatura moçambicana diminui a visibilidade dos escritores. Além desta colocação, o primeiro vencedor do Prémio Eduardo Costley White partilhou com o jornal o seu pensamento sobre o estágio da literatura e outros assuntos afins.  Manjate falava cinco dias depois de ter sido anunciado vencedor do concurso literário que tinha Mia Couto como presidente do júri.

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“Só reconsidero a minha posição se Daviz Simango assumir a culpa e pedir desculpas públicas”

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Mahamudo Amurane sente-se sem apoio da liderança do partido e coloca o lugar à disposição como candidato em 2018

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Fotogaleria: DIA DOS HERÓIS MOÇAMBICANOS

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Fotogaleria :VISITA DE RECEP ERDOGAN A MOÇAMBIQUE

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"Moçambique tem tudo para ser uma potência de África e do mundo.

Tem riqueza que chega para todos. Falta é de inteligências."

 

Adelino Timóteo


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