“Literatura, Cultura e Identidades”, organizado pelo Camões. Nesta passagem, Macedo defende que a literatura é a transformação do efémero por uma coisa que possa permanecer, porque, na sua percepção, “todo o discurso humano é um discurso de trânsito”.
Segunda conferência internacional do MOZEFO realiza-se a 30 de Maio em Johanesburgo com o tema “Moçambique-África do Sul, Pontes para o Desenvolvimento Económico
Corredor Logístico de Nacala tem capacidade para transportar 18 milhões de toneladas de carvão mineral por ano
Jorge Soares diz que desafio actual do Bim é chegar às vilas e localidades
Flávio Menete diz que a morosidade processual é um dos maiores cancros da Justiça no país
África do Sul tem um papel importante na carreira de Moreira Chonguiça mas foi em Moçambique onde teve as bases
José Forjaz é dos rostos mais consagrados do ramo da arquitectura no país. Recentemente, com a sua equipa José Forjaz Arquitectos, expos Projectos no papel no Centro Cultural Português, em Maputo – segue depois para Beira, este mês –, pretexto para esta entrevista. Partindo de 40 obras que estiveram expostas, algumas com 50 anos, nunca construídas, Forjaz refere-se ao trabalho arquitectónico como uma forma de fantasiar a qualidade poética dos espaços, como um meio para ler as sociedades e de nelas introduzir mudanças. E o arquitecto vai longe ao referir-se que, em Moçambique, a maior parte da arquitectura construída ainda é espontânea, feita por saberes tradicionais, sem deixar de sublinhar a incapacidade administrativa que o Conselho Municipal de Maputo tem para tomar conta de uma cidade que cresce tão depressa do ponto de vista populacional. Nisso, José Forjaz expressa um desagrado atinente à Praça da Independência: “um desastre urbano, tanto esteticamente como em termos de circulação automóvel”.
Juiz Carlos Mondlane faz um diagnóstico da Justiça no país apontando os principais desafios
Joaquim Matavel conta que o FITI é movido pela vontade de contribuir para a promoção da cultura
Boaventura Mahave, presidente do Ferroviário da Beira, garante que até Maio campo do clube estará pronto para receber jogos da Liga dos Campeões Africanos
Olívia Massango conta que um dos objectivos da STV Notícias é ser referência no país e no mundo
Ainda na atmosfera do 8 de Março, reservamos uma conversa com Gabriela, Embaixadora da ONE em Moçambique, instituição que luta pelo bem-estar da rapariga/mulher. Partindo da sua arte, a cantora fala do que gostaria de ver alterado no mundo, sublinhando que “a música é uma forma de dar expressão ao meu país”. Gabriela refere-se ainda ao seu novo trabalho, “Senta no prego”, como um instrumento versado a sensibilizar as mulheres, de modo a serem vozes activas nos seus lares.
O escritor e docente moçambicano, Lucílio Manjate, diz que a falta de tradução e exploração em outras artes da literatura moçambicana diminui a visibilidade dos escritores. Além desta colocação, o primeiro vencedor do Prémio Eduardo Costley White partilhou com o jornal o seu pensamento sobre o estágio da literatura e outros assuntos afins. Manjate falava cinco dias depois de ter sido anunciado vencedor do concurso literário que tinha Mia Couto como presidente do júri.
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