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Terça-feira
17 de Outubro
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Britânico descobre estilhaço de mina da II Guerra Mundial na mandíbula

Um cidadão britânico de 87 anos descobriu, finalmente, a origem das dores que o têm martirizado nos últimos 65 anos: um pedaço de um estilhaço de mina que se incrustou na sua mandíbula na II Grande Guerra Mundial. Alfred Mann, que esteve como enfermeiro na II Grande Guerra Mundial, ficou ferido pela explosão de uma mina em Itália em 1944 e, desde então, tinha problemas constantes na boca, que o impediam de morder e o obrigavam a ter uma dieta à base de alimentos moles. O veterano, que vive em Birmingham, no centro de Inglaterra, com a mulher Constance, assegurou nunca ter suspeitado de ter um pedaço de estilhaço de 1,3 centímetros na mandíbula e mal podia acreditar quando este finalmente se soltou, a 4 de Maio. Durante seis décadas, Mann debateu-se com sangramentos nas gengivas e dores que o impediam de mastigar com normalidade. "Ia ao médico, que dizia tratar-se de uma úlcera e me remetia para o dentista, que não encontrava nada", contou Alfred Mann, que foi ferido por uma mina em Monte Cassino, quando tratava de soldados feridos. Na ocasião, sofreu perda de audição e feridas na cara, nos ombros e nas pernas mas não se recorda de nada do que aconteceu, excepto de ter acordado dias depois num hospital de Nápoles.

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Parlamento timorense ao rubro com debate sobre Lei do Aborto

O “inviolável direito à vida” é a palavra de ordem nos acesos debates na generalidade que começaram, esta segunda-feira, no parlamento timorense em redor do projecto do governo sobre a chamada Lei do Aborto. O plenário do legislativo estava à cunha e não faltaram altos representantes católicos - bispos e madres dentro do hemiciclo - para seguir de perto os debates entre os defensores de duas propostas de emenda ao artigo 141 do Código Penal. O artigo diz que o aborto será permitido sendo esta a vontade da mãe e do cônjuge, mediante um atestado médico. A Constituição da República Democrática de Timor-Leste diz no seu artigo 29 que “a vida humana é inviolável” e que “o Estado reconhece e garante o direito à vida”. Logo, parece que o projecto de lei do executivo de coligação Aliança Maioria Parlamentar (AMP), liderado por Xanana Gusmão, será inconstitucional. Em declarações à Agência Lusa no termo dos debates de hoje, a vice-presidente do Parlamento Nacional Maria Paixão foi frontal chumbando a ideia de que o aborto possa ser praticado por simples vontade da mãe e do cônjuge, munidos de atestado médico. “Estamos a fazer todo o possível para impedir a interrupção voluntária da gravidez”, disse Maria Paixão, do Partido Social-Democrata (PSD). A vice-presidente do parlamento admitiu, no entanto, que “in extremis” ocorra um aborto: se o embrião não tiver condições para se desenvolver e se a mãe correr perigo de vida com a gravidez. Maria Paixão admitiu que a Igreja Católica - muito poderosa no país - possa levantar dúvidas sobre o que é a alegada “falta de condições para o desenvolvimento do embrião” e, ainda, sobre o que se considera “perigo de vida” para a mãe. Há uma clivagem entre os deputados, divididos em dois blocos: uns - sintetizou a vice-presidente do parlamento - põem ênfase no embrião e os outros na grávida, sabendo-se que a lei pune a interrupção voluntária da gravidez, quem a pratica e quem a deixa praticar. Os deputados até ouviram cinco doutores - dois ginecologistas, um cirurgião, um clínico geral e um especialista em medicina interna -, que tentaram explicar quando começa a vida humana, isto é, se antes, ou depois das 10 semanas. Maria Paixão estava inconformada: “Não podemos abrir mão, por causa da nossa cultura tradicional e da fé católica”, exclamou. Pelo meio, ficam situações complicadas como por exemplo as gravidezes indesejadas das menores, demasiado frequentes no país, ou das mulheres violadas. “Mesmo menores, não podem abortar e, quanto às violadas, que tenham as suas gravidezes e depois entreguem os filhos, se não os quiserem, à Igreja ou ao Estado”, explicou a vice-presidente do parlamento timorense. Frente a isto, há naturalmente protestos de redes de jovens e de mulheres revoltadas, mas Maria Paixão não desarma. “Não aceitamos pressões”, garantiu, adiantando haver quem preconize o aborto, caso a caso, mediante o pronunciamento de um tribunal. A vice-presidente do parlamento perguntou: “Se uma mulher grávida estiver a agonizar numa zona remota montanhosa e inacessível, haverá tempo para o pronunciamento de um tribunal, ou será antes desejável que possa abortar assistida por um profissional de saúde local?”. E, finalmente, sobre as malformações fetais: nestes casos - concluiu - para a interrupção da gravidez terá de intervir um painel de médicos. A jornada acabou sem “fumo branco” e os debates prosseguem terça-feira, logo pela manhã.

Coreia do Norte: Testes nucleares podem levar à corrida às armas

Coreia do Norte: Testes nucleares podem levar à corrida às armas

Os ensaios nucleares da Coreia do Norte são uma intimidação aos países da Ásia Pacífico e podem levar a uma corrida ao armamento nuclear pelo Japão e pela Coreia do Sul, considerou esta segunda-feira o general Loureiro dos Santos. Para já o Japão e a Coreia do Sul têm estado a pensar "mais em sistemas de defesa anti-míssil", com o apoio dos Estados Unidos, "mas pode levar a uma corrida nuclear na região da Ásia Pacífico", afirmou o especialista em estratégia e defesa militar. Os ensaios nucleares da Coreia do Norte ainda "não têm influência directa no equilíbrio mundial de forças", mas alteram o contexto regional porque podem "ser vistos pelos países vizinhos como uma intimidação", defendeu Loureiro dos Santos. Os avanços e os recuos da Coreia do Norte, em relação ao armamento nuclear, "legitimam outros países a desenvolver armamento para se defenderem", como é a intenção do Japão ou da Coreia do Sul, países "detentores de tecnologia para produção de armamento nuclear". Loureiro dos Santos entende que as reservas da China e da Rússia, nas Nações Unidas, quanto à forma como o Conselho de Segurança deve sancionar a Coreia do Norte "começa a ser incompreensível, principalmente por parte da China". "A China é a única potência que tem capacidade para influenciar decisivamente o comportamento da Coreia do Norte", porque é a potência vizinha que dá mais apoios à Coreia do Norte e porque é um regime político gémeo, argumentou o general. No que respeita à tecnologia detida pela Coreia do Norte, aplicada ao armamento, "é ainda insuficientemente para a construção de ogivas e mísseis balísticos com grande eficácia", mas se já "chegou ao fabrico, teste e produção de mísseis balísticos, com o tempo pode chegar a maior capacidade nuclear", concluiu Loureiro dos Santos.

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EUA: Mãe é acusada de afogar próprios filhos

A mãe de duas crianças norte-americanas foi detida em Portland, Estados Unidos, após os corpos dos filhos terem sido encontrados no rio Williamette, uma delas já sem vida, informou este domingo a polícia. Os corpos foram arrastados pela corrente do rio e acabaram por ser localizados durante a manhã de hoje. A rapariga, de sete anos, foi retirada das águas geladas ainda com vida e conduzida para o hospital, onde está a recuperar bem, mas o irmão, de quatro anos, não resistiu. A polícia escusou-se a confirmar se as crianças foram empurradas para dentro de água ou se caíram. Pouco tempo depois das crianças terem sido encontradas no rio, Amanda Jo Stott-Smith, a mãe de 31 anos, foi detida numa garagem em Portland, ameaçando suicidar-se se fosse presa, indicou fonte policial. Amanda Jo Stott-Smith enfrenta agora as acusações de homícidio agravado e tentativa de homícidio agravado.

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Alemanha: Alguns ricos estão dispostos a pagar a crise

A esquerda alemã tem exigido um imposto adicional sobre as grandes fortunas para financiar a crise, mas agora são vários milionários a propor a mesma coisa, para aliviar os cofres do estado. Um grupo de 23 abastados cidadãos, liderados por um psiquiatra reformado de Berlim, Dieter Lehmkuhl, propôs que os rendimentos anuais superiores a 500 mil Euros paguem um imposto extra de 5 por cento, em 2009 e 2010. Para o caso, não interessa se os rendimentos são provenientes do trabalho, de capitais investidos ou de heranças, explicou Lehmkuhl. No que respeita às firmas, os lucros até três milhões de Euros não deveriam ser sujeitos ao imposto adicional, para não sobrecarregar pequenas e médias empresas, concedem os autores da iniciativa. A única condição seria que a colecta fiscal obtida desta forma, que poderia atingir os 50 mil milhões de Euros, se destinasse exclusivamente a admitir mais pessoal nas áreas social, da ecologia e do ensino, e a aumentar o rendimento mínimo garantido e outras ajudas sociais. "Não somos loucos nem ingénuos“, garantiu Lehmkuhl, lembrando que o Presidente da República, Horst Koehler, num importante discurso proferido em Março, em Berlim, exigiu mais responsabilidade e mais decência às élites da Nação, para debelar a crise financeira. Pouco depois, Lehmkuhl fundou a benemérita iniciativa, dizendo-se movido pelo “sentido de justiça”, e por achar que “se não for assim, a crise acabará por ser paga por aqueles que não beneficiaram dela e não contribuiram para a provocar”. O médico aposentado invocou também o imperativo constitucional que proclama que a propriedade é um compromisso perante a sociedade, para justificar a proposta de exigir mais impostos a quem pode pagá-los. A ideia não é totalmente nova. Em 2005, um grupo em redor do filósofo Bruno Haas, herdeiro de uma fortuna empresarial, e do armador multimilionário Peter Kraemer, de Hamburgo, pediram à chanceler Angela Merkel que acabasse “com o paraíso fiscal para os mais ricos” na Alemanha. Com a crise económica e financeira, o aumento de impostos sobre os rendimentos mais elevados voltou a ser reclamado por todas as forças de esquerda, dos sociais-democratas aos neocomunistas, embora com variações. Do outro lado da barreira estão os democratas-cristãos e os liberais, que rejeitam a ideia, e a quatro meses das legislativas até começaram a propor uma redução dos impostos, apesar de os cofres do Estado estarem vazios. Na Alemanha já houve, no entanto, um imposto adicional sobre grandes fortunas, introduzido pelo chanceler democrata-cristão Konrad Adenauer, em 1952, para financiar indemnizações às vítimas de prejuizos materiais da guerra. O imposto em questão, de 50 por cento, embora com muitas hipóteses de fazer deduções, mateve-se até 1976, mas os autores da iniciativa para um imposto que ajude a pagar a crise querem que seja retomado a partir de 2011. Lehmkuhl propôs que o futuro imposto seja de “pelo menos mais um por cento” do que os actuais 45 por cento sobre os proventos mais elevados, o que renderia ao Estado entre 11 e 16 mil milhões de Euros por ano.

EUA: Senado recusa encerramento de Guantanamo

O Senado norte-americano confirmou quarta-feira, com uma votação expressiva, a sua recusa em conceder fundos para o encerramento do centro de detenção de Guantanamo, com os democratas a pedirem à administração que apresente previamente um plano preciso. A decisão do Senado foi aprovada por 90 votos contra seis. Em Abril, o presidente norte-americano, Barack Obama, tinha solicitado 80 milhões de dólares destinados aos Departamentos da Defesa e da Justiça para transferir os 240 detidos na Base de Guantanamo, em Cuba. A Câmara dos Representantes já tinha recusado aprovar o financiamento na semana passada. Obama deverá fazer quinta-feira uma intervenção explicando com maior detalhe os seus planos para Guantanamo. "Devemos começar a planificar o encerramento da prisão. Esse trabalho deve começar em breve a bem do país", afirmou o senador democrata Daniel Inouye. "Cabe à administração elaborar um plano que possa obter o apoio dos norte-americanos e dos seus representantes no Congresso", acrescentou, adiantando ainda que quando existir esse plano, poderá ser analisado o encerramento de Guantanamo, mas não antes.

EUA: Polícia detém suspeitos de planearem ataques terroristas

Quatro homens foram detidos e acusados na quarta-feira de terem planeado ataques terroristas contra objectivos militares e uma sinagoga em Nova Iorque, anunciou o procurador da cidade em comunicado. Os quatro homens, todos nascidos nos Estados Unidos, foram detidos "sob acusação de conspiração com vista a provocar explosões perto de uma sinagoga no bairro de Riverdale, no Bronx, em Nova Iorque e disparar sobre aviões militares estacionados na base da Guarda Nacional no Aeroporto de Stewart, em Newburgh, Nova Iorque, com mísseis terra-ar Stinger", precisa o comunicado. Para obterem essas armas, os detidos, que residiam em Nova Iorque, estiveram em contacto com um informador do FBI (polícia federal), que forneceu ao grupo "um míssil inactivo e explosivos inertes", informaram as autoridades. Os suspeitos estavam sob vigilância desde o ano passado. Trata-se de James Cromitie, ou Abdul Rahman; David Williams, conhecido também como Daoud ou simplesmente DL; Onta Williams, ou Hamza; e Laguerre Payen, ou Amin ou ainda Almondo. O comunicado é assinado pelo procurador distrital de Nova Iorque, Lev Dassin, pelo chefe da polícia da cidade, Raymond Kelly e pelo responsável local do FBI. Os membros do grupo devem comparecer esta quinta-feira no tribunal nova-iorquino de White Plains e arriscam-se a um pena que pode ir de 25 anos a prisão perpétua. Em Junho de 2008, foi estabelecido um contacto entre um agente do FBI e Cromitie, que se lhe havia queixado da guerra empreendida pelos Estados Unidos no Afeganistão e manifestara "interesse em empreender qualquer coisa contra a América", refere a nota acusatória. A partir de Outubro do ano passado, o contacto com os quatro prosseguiu com regularidade num imóvel de Nova Iorque onde o FBI havia instalado equipamento de videovigilância. O grupo "manifestou o desejo" de visar alvos em Nova Iorque e Cromitie pediu ao informador do FBI que lhe fornecesse mísseis guiados terra-ar e explosivos, segundo o gabinete do procurador. As armas e explosivos fornecidos estavam desactivados. Em Abril, o grupo escolheu uma sinagoga que queria atacar e começou a tirar fotografias a aviões militares. "Como indica a acusação, os acusados queriam envolver-se em ataques terroristas", disse o procurador Lev Dassin. O congressista republicano por Nova Iorque Peter King disse à CNN que o ataque teria implicado a explosão de viaturas estacionadas perto da sinagoga. Segundo King, os quatro são muçulmanos, um deles de origem afegã e outros converteram-se ao Islão quando estavam na cadeia.

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"Moçambique tem tudo para ser uma potência de África e do mundo.

Tem riqueza que chega para todos. Falta é de inteligências."

 

Adelino Timóteo


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