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Rebeldes condenados à morte por tentativa de golpe

O governo sudanês condenou, esta quarta-feira, à morte 10 membros do grupo rebelde Movimento de Justiça e Igualdade (MJI), que actua na região ocidental sudanesa de Darfur, sob a acusação de terem participado de tentativa de golpe de Estado em Maio de 2008.           
O presidente do tribunal que emitiu a sentença, Mutasem Taj al-Sir, afirmou que os condenados também são culpados por tentar violar a Constituição do país e desestabilizar a ordem e segurança públicas.            

Em 9 de Maio de 2008, militantes do MJI atacaram a cidade de Umm Durman, próxima de Cartum, em acção que foi repelida pelas forças de segurança sudanesas. A sentença foi anunciada numa altura em que crescem as tensões entre o governo e o grupo rebelde que romperam as negociações iniciadas em Fevereiro, pelo facto de o presidente sudanês, Omar al-Bashir, ter decidido expulsar 13 Organizações Não -Governamentais do Sudão.

A decisão de Bashir foi em resposta à ordem de detenção contra ele emitida a 4 de Março pelo Tribunal Penal Internacional por supostos crimes de guerra e contra a humanidade.           

De Julho de 2008 a esta parte, 50 membros deste grupo rebelde foram condenados à morte por enforcamento por participarem da ofensiva insurgente contra Umm Durman, na qual morreram pelo menos 255 rebeldes e 77 soldados das forças de segurança, segundo dados do governo sudanês.       

O Movimento de Justiça e Igualdade pegou em armas contra o governo de Cartum há seis anos, na região de Darfur, em protesto contra a pobreza e marginalização da região. Este conflito armado já fez quase 300 mil mortos e provocou quase 2,5 milhões de deslocados.

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A tensão com a Coreia do Norte está a aumentar depois de Pyongyang ter anunciado a expulsão dos inspectores nucleares das Nações Unidas. E também já ameaçou abandonar as conversações internacionais de desnuclearização. Pyongyang está a protestar contra a condenação da ONU sobre o seu lançamento de um róquete há dez dias. Washington, Pequim e Moscovo apelaram aos norte-coreanos para voltarem à mesa das negociações. Os Estados Unidos juntaram-se à Rússia e à China e apelaram à Coreia do Norte para reconsiderar a sua decisão de abandonar as conversações de desarmamento nuclear. Um porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs, disse que a Coreia do Norte tomou uma decisão errada: "O anúncio da ameaça da Coreia do Norte em abandonar as conversações a seis e reiniciar o seu programa nuclear é um passo na direcção errada."

Kumba Yalá é candidato presidencial

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O antigo presidente da Guiné-Bissau, Kumba Yalá, eleito em 2000 e afastado do poder três anos depois, foi indicado pelo Partido da Renovação Social, PRS, como seu candidato às eleições presidenciais antecipadas de 28 de Junho. A decisão foi tomada na noite de terça-feira no final de uma reunião, alegadamente muito turbolenta, do Bureau Político do PRS. "Aplicámos o regulamento interno do partido que estabelece que seja o presidente do partido o seu candidato às presidenciais," declarou à Agência France Press, AFP, Braima Sori Djaló, um dos líderes do PRS. Há vários anos que Kumba Yalá vive em Marrocos, pelo que vários membros do PRS se opõem à sua candidatura. Um grupo de dirigentes havia proposto a candidatura de Baltazar Lopes Fernandes, um membro-fundador do partido, "para acabar com o sistema de monopólio de Kumba Yalá". "Queremos uma mudança, com um projecto de sociedade que convenha ao país. Kumba Yalá não tem nada que possa atrair outros militantes," disse Lopes Fernandes. Ele disse que fora vitimado pelo etnocentrismo dos Balantas, a etnia maioritária nas instâncias do PRS.

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O Congresso Nacional Africano (ANC, no poder) está sob suspeita de distribuir cabazes alimentares pagos com o dinheiro dos contribuintes em zonas pobres pedindo em troca os votos dos beneficiários, foi hoje noticiado.

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Zuma pretende processar jornal inglês

O presidente do Congresso Nacional Africano (ANC), no poder na África do Sul, Jacob Zuma, pretende processar o jornal britânico “The Guardian” por difamação, noticia hoje o “The Times” de Joanesburgo.Segundo o “The Times” sul-africano, a advogada Lies Gottert, que tem a seu cargo a abertura de vários processos-crime por parte de Jacob Zuma, encontra-se em Londres a tratar dos requisitos legais para avançar com o processo-crime por difamação contra o “Guardian”.Zuma, que já processou vários jornais e jornalistas na África do Sul por artigos e cartoons publicados ao longo dos últimos anos – particularmente por alturas do seu julgamento por alegada violação de uma amiga de família, no qual foi ilibado – teria ficado incomodado com um artigo publicado no “Guardian” sob o título “Habituem-se a uma África do Sul corrupta e caótica mas não a ignorem”.No artigo, escrito por Simon Jenkins, o presidente do ANC e candidato do partido no poder às presidenciais do dia 22 de Abril é descrito como “um líder zulu polígamo vestido de peles de leopardo”, bem como “um antigo terrorista sem escolaridade, simpatizante comunista e agitador das massas”.A maioria dos processos-crime que Zuma abriu contra jornais locais e contra o cartoonista Zapiro – que criou uma personagem que retrata até aos dias que correm um Jacob Zuma com um chuveiro no topo do crânio depois do actual presidente do ANC ter declarado durante o seu julgamento que um duche após actos sexuais elimina o risco de transmissão do HIV – continua a correr nos tribunais sul-africanos.O artigo que teria originado a contratação de uma equipa de advogados especializada em processos por difamação no Reino Unido refere-se a Zuma como “mais um político africano para quem o poder tem a ver com enriquecimento pessoal em vez de boa governação”, comparando as franjas extremistas do ANC que o apoiam como “hordas de rufias semelhantes aos que protegem Robert Mugabe”.

Pyongyang cessa cooperação com AIEA

A Coreia do Norte informou esta segunda-feira a Agência Internacional da Energia Atómica (AIEA) que cessa "imediatamente" toda a cooperação com a agência e que irá reactivar todas as suas instalações nucleares, anunciou a AIEA em comunicado. Pyongyang tinha já, também hoje, ameaçado reforçar o seu "poder dissuasor nuclear" na sequência da condenação pelo conselho de segurança da ONU do lançamento, em 05 de Abril, de um míssil de longo alcance.A Coreia do Norte anunciou também a intenção de abandonar as negociações a seis sobre a desmilitarização e investir no seu programa nuclear.Os cinco membros permanentes do conselho de segurança da ONU (China, EUA, França, Reino Unido e Rússia) e o Japão "condenaram o lançamento de 5 de Abril", por entrar "em conflito com a resolução 1718", que impede Pyongyang de realizar qualquer ensaio nuclear ou de míssil, e decidiram aumentar as sanções àquele país.

Adversários de Obama retomam revolta de 1773 contra os impostos

Adversários de Obama retomam revolta de 1773 contra os impostos

Os adversários do plano de relançamento económico do Presidente dos Estados Unidos querem retomar quarta-feira em todo o país um episódio que ficou célebre da história: a revolta de 1773, em Boston, contra os impostos britânicos. O Reino Unido obrigava no século XVIII as 13 colónias americanas a pagarem impostos sem que estas estivessem representadas no Parlamento de Westminster, o que provocou um ataque a um navio carregado de chá no porto de Boston (Massachusetts) e uma revolta política conhecida por "Boston Tea Party", momento decisivo na luta pela independência dos EUA. Os adversários republicanos de Barack Obama escolheram 15 de Abril, data limite para a entrega da declaração de rendimentos, para organizar "tea parties" de um lado ao outro do país e demonstrar, segundo eles, a oposição dos norte-americanos ao plano de relançamento de 787 mil milhões de dólares do Presidente, e em especial às suas medidas fiscais. Não é no entanto seguro que o partido derrotado na eleição presidencial de 2008 consiga mobilizar parte significativa dos cidadãos. "Essas 'tea parties' não serão a expressão espontânea dos sentimentos do público", considerou o Prémio Nobel da Economia norte-americano Paul Krugman. "Não passam de falsos acontecimentos populares, orquestrados pelos suspeitos habituais". O homem que está por detrás das manifestações é o apresentador ultra-conservador da cadeia de informações financeiras CNBC, Rick Santelli, que apelou para uma revolta semelhante à de Boston contra os ingleses, sem no entanto estabelecer paralelos entre a manifestação de 1773 e a preconizada agora. A sua diatribe contra o plano de relançamento foi consultada mais de um milhão de vezes no YouTube e nos sítios de venda na Internet regista-se uma certa procura de T-shirts, autocolantes e, naturalmente, de enormes chávenas de chá evocativas da efeméride. Alguns tiveram a ideia de enviar um milhão de saquetas de chá a responsáveis em Washington. "Em 1773, um punhado de homens derramou chá no porto de Boston. Esse acto isolado provocou uma reacção em cadeia que marcou o nascimento do maior país do mundo", lê-se no site millionteabags.com, que lançou a ideia das saquetas. "É por isso que a 15 de Abril iremos também espalhar um milhão de saquetas de chá pela capital", acrescenta. A administração Obama "não tem nenhuma oposição credível, sobretudo em matéria de economia, onde os republicanos parecem particularmente desarmados", escreve Paul Krugman no New York Times. A ideia das "tea parties" poderá servir em qualquer caso aos republicanos como teste à sua popularidade.  

Jornalista julgada por espionagem

A jornalista irano-norte-americana Roxana Saberi, detida desde Janeiro no Irão e acusada de espionagem para os Estados Unidos, começou a ser julgada segunda-feira à porta fechada, anunciou hoje um porta-voz da Justiça iraniana. "A primeira audiência decorreu ontem (segunda-feira) e a jornalista foi autorizada a defender-se perante o tribunal", adiantou Ali Reza Jamshidi à impremsa. A mesma fonte afirmou que o julgamento da jornalista, de 31 anos, decorre no Tribunal Revolucionário, para casos que envolvam questões de segurança. O responsável afirmou que Saberi é acusada de espionagem em benefício dos Estados Unidos, acusação mais grave do que a inicialmente anunciada, segunda a qual a jornalista teria sido detida por trabalhar sem estar devidamente acreditada. O pai de Saberi e o advogado de defesa não estavam de imediato disponíveis para comentar a acusação e o julgamento. Jamshidi referiu que a sentença será conhecida "dentro de uma ou duas semanas". A secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, declarou-se, no passado dia 08, "profundamente preocupada" com este caso. "Estamos profundamente preocupados com as informações que nos chegam", declarou a chefe da diplomacia norte-americana. "Desejamos que ela seja libertada rapidamente e entregue à família", adiantou. Pouco antes, o vice-procurador Hassan Haddad, citado pela agência noticiosa iraniana ISNA, afirmara que Saberi tinha sido acusada de espionagem. "O caso transitou para o Tribunal Revolucionário. Ela não tinha acreditação de imprensa e efectuava actividades de espionagem a coberto do jornalismo", disse Haddad. Roxana Saberi tem dupla nacionalidade norte-americana e iraniana, o que não é reconhecido pelas autoridades iranianas. A jovem jornalista colaboradora para a rádio pública norte-americana NPR, para a britânica BBC e para a televisão norte-americana Fox News.

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"Moçambique tem tudo para ser uma potência de África e do mundo.

Tem riqueza que chega para todos. Falta é de inteligências."

 

Adelino Timóteo


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