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Sexta-feira
24 de Março
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Internacional

Terra continua a tremer em Itália

Terra continua a tremer em Itália

A região de Abruzzo, no centro de Itália, continua a sentir réplicas do sismo de segunda-feira.

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Utilizadores desconhecem “males” do celular

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A maioria dos utilizadores de telemóvel desconhece os níveis de radiação

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Argélia em eleições presidenciais

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Os argelinos são chamados às urnas quinta-feira para um escrutínio

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Suíça congela fundos para OCDE

A Suíça decidiu bloquear os fundos destinados à Organização de Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), em protesto por ter sido colocada numa lista "cinzenta" de paraísos fiscais, disse esta quarta-feira fonte oficial. "A Suíça usou o seu direito de veto" para bloquear uma soma de 136.000 euros destinada à cooperação entre o G20 e a OCDE, precisou uma porta-voz da Secretaria de Estado da Economia. A Confederação, colocada pela OCDE numa lista cinzenta de Estados que aceitaram trocar informações fiscais sem todavia proceder a reformas “substanciais”, "está disposta a retirar o seu veto se a OCDE se comprometer a informar previamente a Suíça quando enviar documentos ao G20", referiu a porta-voz. Sob a pressão da comunidade internacional, a Suíça acabou por atenuar o seu segredo bancário em conformidade com os padrões da OCDE, mas isso não impediu que constasse dessa lista cinzenta preparada pela OCDE por ocasião da cimeira do G20, realizada a 02 de Abril, em Londres. Como membro da OCDE, a Suíça queixa-se de não ter sido consultada previamente pela organização sobre a elaboração da lista. "A soma é relativamente modesta, mas trata-se de um gesto simbólico forte, de um protesto", sublinhou a porta-voz. A Áustria, a Bélgica e o Luxemburgo, igualmente colocadas na lista, apoiaram a diligência da Suíça, acrescentou. O Parlamento suíço convidou o secretário-geral da OCDE, Angel Gurria, a deslocar-se a Berna para dar explicações sobre as novas listas de paraísos fiscais. O presidente da Confederação e ministro das Finanças, Hans-Rudolf Merz, deplorou "o procedimento" e "os critérios" que serviram para estabelecer a lista, e negou que a Suíça seja um paraíso fiscal.

Ruanda marca 15 anos do genocídio

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O Ruanda realizou uma vigília no início de uma semana de luto nacional

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G20 fomentou esperança no fim da crise

O presidente da Caixa Geral de Depósitos considerou esta terça-feira,

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Pyongyang vai reagir a qualquer condenação na ONU

A Coreia do Norte reagirá com firmeza a qualquer condenação na ONU

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Itália/sismo : novo balanço indica 235 mortos

O sismo que atingiu segunda-feira a Itália central fez 235 mortos,

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Alberto Fujimori condenado a 25 anos de prisão

O antigo presidente peruano Alberto Fujimori foi hoje condenado em Lima a 25 anos de prisão, no termo de um processo de 16 meses por violações dos direitos humanos, durante a sua presidência, de 1990 a 2000.O antigo chefe de Estado anunciou de imediato que irá recorrer da sentença.Fujimori, 70 anos, foi julgado pelo seu papel em dois massacres, que fizeram 15 mortos em 1991 e 10 mortos em 1992, perpetrados por um “esquadrão da morte” no âmbito de uma guerra, em parte oculta, travada pelo então regime contra a guerrilha de extrema-esquerda.Fujimori foi também julgado pelos sequestros, na mesma época, pelos seus serviços secretos, de um jornalista correspondente do diário espanhol El Pais e de um empresário.O tribunal considerou Fujimori culpado de todas as acusações, com circunstâncias agravantes, equiparando os crimes de que era acusado a “crimes contra a humanidade”.A acusação pedia 30 anos de prisão, enquanto a defesa reclamava a absolvição.

Suíça vai renegociar acordo fiscal com EUA

As autoridades suíças vão renegociar com os Estados Unidos o seu acordo fiscal, depois de terem atenuado recentemente o segredo bancário, confirmou hoje uma porta-voz do Departamento Federal das Finanças suíço.  O acordo deverá passar a incluir os novos compromissos que a Suíça assumiu sobre trocas de informação fiscal quando a 13 de Março decidiu aceitar os padrões da Organização de Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) em matéria de segredo bancário.A Suíça, que tem acordos bilaterais com cerca de 70 países, tem agora pela frente a longa tarefa de os renegociar para os actualizar com as novas normas sobre cooperação fiscal.  Nos Estados Unidos, o Departamento do Tesouro anunciou segunda-feira que tenciona rever com a Suíça o tratado bilateral sobre impostos de modo a que "os dois países possam trocar informações para fins fiscais". O próprio secretário do Tesouro, Timothy Geithner, disse esperar chegar "rapidamente" a uma reforma do tratado, que rege as relações entre os dois países em matéria de impostos desde 1996.  Segundo Washington, as negociações deverão começar a 28 de Abril, data que já foi confirmada pelo governo suíço.As negociações não deverão todavia ter impacto sobre o banco suíço UBS, acusado nos Estados Unidos de ter ajudado contribuintes norte-americanos a escapar ao fisco.  Em Fevereiro, as autoridades dos Estados Unidos obrigaram o líder mundial de gestão de fortunas a revelar os nomes de cerca de 300 clientes norte-americanos e de pagar uma multa de 780 milhões de dólares (584 milhões de euros).  Mas o fisco norte-americano exigiu também os nomes de outros 52.000 clientes suspeitos de fraude fiscal.  Segundo a porta-voz do Departamento Federal de Finanças, "só com suspeitas precisas" será autorizado o levantamento do sigilo bancário. Embora a Suíça tenha levantado um pouco o véu do segredo bancário, a troca de informações com outros países será feita unicamente "caso a caso" e por "pedido concreto e justificado" - precisou.

Obama faz visita surpresa ao Iraque

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, chegou esta terça-feira 

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PIB da Ucrânia poderá cair 9% em 2009

A Ucrânia poderá ver o seu Produto Interno Bruto (PIB) cair 9 por cento em 2009, depois de um crescimento económico de 2,1 por cento em 2008, segundo previsões do Banco Mundial hoje publicadas em Kiev."Prevemos que o PIB da Ucrânia caíra 9 por cento em 2009, mas vemos riscos de uma deterioração destas previsões se a conjuntura económica mundial continuar a agravar-se, e se as autoridades ucranianas demorarem na implementação das principais medidas anti crise", declarou Rouslan Piontkivski, economista do BM para a Ucrânia.O banco teve de rever em baixa as suas previsões para a Ucrânia, devido à agravação da crise económica mundial, mas também por causa das lutas de influência no seio do poder ucraniano que atrasam a resposta à crise. "Prognosticamos uma retoma lenta , de 1 por cento, em 2010, seguida de uma aceleração anual média de 4 a 5 por cento a partir de 2012", acrescentou Piontkivski numa conferência de imprensa.O PIB ucraniano, que aumentava de cerca de 7 por cento por ano desde 2000, registou um recuo de 8 por cento no quarto trimestre de 2008, tendo a taxa de crescimento para o conjunto do ano se fixado em 2,1 por cento.Para 2009, o governo aponta oficialmente para um aumento do PIB de 0,4 por cento, enquanto os economistas independentes prognosticam uma quebra de pelo menos 5 por cento.A inflação, que atingiu 22,3 por cento o ano passado, deverá abrandar para 16,4 por cento este ano e para 10 por cento em 2010, segundo as previsões do BM.

Itália/Sismo: Sobe para 207 o número de mortos

O sismo de segunda-feira em Aquila, centro de Itália, fez 207 mortos, 15 desaparecidos e 178 feridos internados, 100 dos quais estão em estado grave, disse hoje o primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi, numa conferência de imprensa em Aquila.Segundo o primeiro-ministro, 150 pessoas foram até agora retiradas com vida dos escombros."Temos 190 vítimas identificadas e 17 por identificar, portanto, um total nesta altura de 207 mortos", disse Berlusconi, precisando que há 7.000 funcionários públicos envolvidos no socorro e um número superior de voluntários.As buscas por sobreviventes vão prosseguir por mais 48 horas.O sismo de segunda-feira em Aquila, capital da região de Abruzzo, atingiu uma magnitude de 5,8 na escala aberta de Richter.

Parlamento guineense inicia hoje debate do OGE

Após apresentação do documento pelo primeiro-ministro na segunda-feira.

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Terramoto na Itália faz perto de cem mortos

Equipas de salvamento continuam à procura de sobreviventes do terramoto que devastou a cidade medieval de l'Aquila, a nordeste de Roma e outras localidades do centro da Itália.  Cerca de cem pessoas foram mortas, 1500 ficaram feridas e dezenas de milhares foram desalojadas. Muitos dos edifícios que datavam de há vários séculos foram destruídos.  O terramoto com uma magnitude de 6.3 na escala de Richter, teve lugar a meio da noite, , perto de L'Aquila, no centro da Itália, provocando a morte de perto de cem pessoas. Cerca 1500 pessoas ficaram feridas, muitas continuam desaparecidas e o número de mortos continua a aumentar.  O Primeiro Ministro italiano, Silvio Berlusconi, declarou o estado de emergência mas disse que a Itália tinha os recursos necessários para lidar com o desastre: "O governo tem todos os fundos necessários à sua disposição. Também temos o fundo para catástrofes da União Europeia." Berlusconi acrescentou que estavam a decorrer uma série de iniciativas a para salvar as pessoas e providenciar assistência. DesalojadosAcredita-se que entre 30 a 40 mil pessoas tenham perdido as suas casas e as autoridades estão a trabalhar para lhes arranjar abrigo. Agostino Miozzo é um porta-voz da agência de protecção civil que está a coordenar os esforços de salvamento. Ele descreveu a situação: "O ambiente é caótico, as equipas de salvamento procuram pessoas nos destroços das casas que ruiram." Miozzo disse que a agência estava a tentar coordenar as operações de busca, os bombeiros e os voluntários que chegam às zonas afectadas vindos de toda a Itália. Fontes oficiais revelam que cerca de 26 localidades foram afectadas. Só em L'Aquila, entre três a dez mil edifícios desta cidade medieval foram destruídos.   

Obama estende 'mão da amizade' ao mundo árabe

Na sua primeira visita a um país de maioria muçulmana, Barack Obama afirmou perante o parlamento turco que os Estados Unidos não estão em guerra com o Islão e apelou a uma maior parceria entre os Estados Unidos e o mundo muçulmano."Os Estados Unidos não estão e nunca irão estar em guerra com o Islão", afirmou Obama, palavras seguidas de aplausos."Na verdade a nossa parceria com o mundo muçulmano é crítica, não apenas para reverter as ideologias violentas que pessoas de todos os credos rejeitam, mas também para aumentar as oportunidades para todos", acrescentou Obama, que disse ainda que as relações do seu país com o mundo árabe não se podem restringir a uma oposição à Al-Qaeda. Contudo nas ruas da capital, Ankara, e de outras cidades turcas, centenas de manifestantes protestavam-se contra a presença do presidente norte-americano. Os manifestantes ostentavam cartazes a exigir o regresso a casa de Obama e entoavam slogans anti-americanos.Para eles, a visita de Obama prende-se apenas com interesses nacionais:"Os Estados Unidos estão num péssimo estado e Obama é parte do plano desse país de retomar a sua presença e as suas políticas", disse à BBC Mustafa Bozkurt, que protestava nas ruas de Ankara.Apoio de WashingtonMas Barack Obama afirmou que a sua visita pretendia mostrar a importância mundial de um país maioritariamente muçulmano como é a Turquia, uma nação única por procurar progredir em direcção a uma economia moderna. O presidente norte-americano falava depois de se encontrar com o seu homologo turco Abdullah Gul e de discutir, entre outras, questões ligadas ao terrorismo: "Estou confiante que avançando nesta matéria, vamos não só cimentar as nossas relações bilaterais mas, ao trabalharmos juntos, moldaremos estratégias para aproximar o mundo muçulmano ao Ocidente e tornarmo-nos mais prósperos e seguros." Neste seu estender da "mão da amizade ao mundo muçulmano", como o próprio descreveu, Obama ofereceu ainda o apoio de Washington à candidatura turca de adesão à União Europeia. Correspondentes dizem que algumas vozes nos Estados Unidos têm expressado reticências quanto à operação de charme de Obama no seu primeiro périplo mundial, recenado que o presidente tenha ido longe demais. Afirmam contudo que a mensagem de Obama tenha sido clara. Na Turquia Obama explicou-a utilizando um antigo provérbio turco que diz: não se apaga fogo com chamas.  

Brasil: Traficantes de droga ligados a rede de prostituição infantil

Brasil: Traficantes de droga ligados a rede de prostituição infantil

O caso foi denunciado último domingo pelo jornal local O Globo.

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Zimbabwe promete reaproximação ao Ocidente

Zimbabwe promete reaproximação ao Ocidente

Foi adoptado um plano de renovação de relações com o Ocidente.

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Itália: Sismo já causou pelo menos 92 mortos

O sismo desta segunda-feira na Itália central causou «92 mortos confirmados»,

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CEDEAO adopta política contra tráfico de pessoas

CEDEAO adopta política contra tráfico de pessoas

A Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) aprovou no fim-de-semana uma política destinada a dotar a região de um instrumento jurídico comum para a protecção e assistência às vítimas do tráfico de seres humanos no espaço sub-regional. Num comunicado da reunião em Accra, no Gana, a CEDEAO, que integra Cabo Verde e Guiné-Bissau, adianta que foi aprovada a Política Regional de Protecção e Assistência às Vítimas do Tráfico dos Seres Humanos na África Ocidental, considerando que o documento “é a resposta” dos estados da sub-região “face aos desafios levantados por este flagelo”. O novo instrumento jurídico, de 28 páginas, visa instaurar e manter um ambiente favorável que ofereça às vítimas acesso equitativo às infra-estruturas que facilitarão a sua integração e permitir-lhes-ão tornar-se membros activos da sua sociedade. A nova política obriga os estados-membros a facilitar o restabelecimento das vítimas do tráfico de homens e das piores formas de trabalho das crianças no seu máximo de utilidade nos domínios físico, psicológico, social, profissional, e um bem-estar económico através de um programa de assistência duradouro. “Trata-se de um instrumento global para a protecção das pessoas vítimas do tráfico ao dar-lhes uma assistência que lhes fornecerá instrumentos apropriados para a sua integração nas suas diferentes comunidades”, lê-se no documento. Os 12 principais domínios de intervenção seleccionados pela política são relativos às estratégias de acolhimento, identificação, alojamento, saúde, assistência, busca de parentes, regresso, repatriamento, integração, responsabilização, acompanhamento, manutenção e anulação dos contratos das vítimas. Nesta política figuram igualmente medidas preventivas, os direitos e as responsabilidades das vítimas e o papel dos diferentes actores, como governos, sociedade civil e sector privado, bem como outros países, doadores de fundos, comunidades locais, imprensa e particulares. Em 2001, a sub-região adoptou um plano de acção para combater o tráfico de seres humanos, acompanhado em 2006 de um plano de acção conjunto com a Comunidade Económica dos Estados da África Central (CEEAC) com a preocupação de unir os seus esforços na luta contra este tráfico nas duas regiões. No mesmo ano, foi assinado um acordo de cooperação multilateral na luta contra o tráfico dos seres humanos, sobretudo das mulheres e das crianças na África Ocidental e Central, ao mesmo tempo que foi criada pela Comissão da CEDEAO uma unidade de luta contra o tráfico. Na sua mensagem na abertura da reunião, o presidente da Comissão da CEDEAO, Mohamed Ibn Chambas, denunciou o tráfico de seres humanos como sendo o mais grave desafio à segurança e ao bem-estar das mulheres e crianças no mundo, uma vez que leva à privação das vítimas da dignidade e dos direitos fundamentais enquanto seres humanos.

China: Acidentes de viação matam 170 pessoas diariamente

China: Acidentes de viação matam 170 pessoas diariamente

Os acidentes de viação na China diminuíram 16,4 por cento no primeiro trimestre de 2009, mas ainda matam em média cerca de 170 pessoas por dia, noticiou hoje a imprensa oficial. Estatísticas do Ministério da Segurança Pública chinês indicaram que entre Janeiro e Março deste ano os acidentes de viação causaram 15.464 mortos, menos 4,3 por cento que em igual período de 2008, e o número de feridos (63.101) baixou 14,1 por cento. As autoridades atribuíram a descida à “intensificação” das campanhas contra o excesso de velocidade, a condução sob efeito do álcool e a sobrelotação dos veículos. A divulgação daquelas estatísticas coincidiu com o anúncio do prolongamento até Abril de 2010 das restrições à circulação rodoviária em Pequim, que retiram diariamente das ruas da capital chinesa quase um milhão de veículos. Pequim tem cerca de 3,6 milhões de veículos, mas durante a semana de trabalho (segunda a sexta-feira), todos param um dia, de acordo com a matrícula. As restrições, impostas a título experimental em 2008, ano dos Jogos Olímpicos, visam melhorar a qualidade do ar e descongestionar o trânsito.

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"Moçambique tem tudo para ser uma potência de África e do mundo.

Tem riqueza que chega para todos. Falta é de inteligências."

 

Adelino Timóteo


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