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Terça-feira
17 de Outubro
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Internacional

RDCongo: Ataque de rebeldes hutu faz 60 mortos

Pelo menos 60 pessoas morreram e cerca de 25 outras ficaram feridas num ataque atribuído aos rebeldes hutu ruandeses em Busurungi (leste), na noite de 9 para 10 de Maio, revelou a missão da ONU na RDC. A MONUC evoca num comunicado um "massacre" cometido durante um "ataque mortífero dos combatentes "das Forças Democráticas de Libertação do Ruanda (FDLR) "contra populações civis". "Uma missão especial por helicóptero (…) chegou ao local e já constatou uma situação de desolação total. A localidade está completamente deserta e foi destruída pelas chamas", acrescentou. Busurungi é uma localidade situada no sul da província de Kivu Norte, no território de Walikale.

  Investigadores desenvolvem injecção para eliminar risco de SIDA nos macacos

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Uma injecção no tecido muscular, através da qual se introduz nos macacos um gene

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Kuwait: Mulheres eleitas pela 1ª vez para o parlamento

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As mulheres foram eleitas para o Parlamento do Kuwait pela primeira vez

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Gripe Suína: Primeiro caso confirmado na Índia

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O homem chegou à Índia na quarta-feira e ficou em quarentena no aeroporto.

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Bento XVI conclui peregrinação

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Bento XVI efectuou a visita durante três dias e a mesma ficou marcada pelo apoio à criação de um Estado palestiniano.

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Gripe Suína: Mais mil casos nas últimas 24 horas

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Totalizando 7.250  segundo dados divulgados  pela OMS.

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Alemanha: Queda histórica de 3,8 por cento do PIB

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A Alemanha entra na sua maior recessão. 

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'Catástrofe humanitária' no Sri Lanka

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O Comité Internacional da Cruz Vermelha afirma que os seus trabalhadores no Sri Lanka estão a testemunhar uma catástrofe humanitária inimaginável.  

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Bissau: Supremo rejeita oito candidaturas às presidenciais

Oito das 20 candidaturas às presidenciais antecipadas de 28 de Junho foram rejeitadas pelo Supremo Tribunal de Justiça, na Guiné Bissau. A lista de candidatois admitidos e rejeitados foi divulgada esta quarta-feira pelo Supremo. Os mandatários dos candidatos rejeitados têm 72 horas para apresentarem as suas reclamações. Os antigos primeiro-ministros Aristides Gomes e Francisco Fadul constam na lista das candidaturas rejeitadas. Líderes de partidosA maioria dos candidatos rejeitados é lider de partidos politicos: Aristides Gomes, do Partido Republicano da Independência e Desenvolvimento (PRID), Francisco Fadul, do PADEC, Cirilo Rodrigues, do Partido Socialista, João Tatis Sá, do Partido Popular Guineense, entre outros. Falando à BBC, Abdu Mané do PRID disse que Aristides Gomes preencheu todos os requisitos exigidos por lei.“Deve ter sido um engano por parte do Supremo. Aristides Gomes cumpriu todos os requisitos exigidos, razão pela qual vamos apresentar as nossas reclamações”, disse Abdu Mane, dirigente do PRID, formação politica de que Aristides Gomes é presidente. Ficaram admitidos logo à primeira Malam Bacai Sanhá (PAIGC), Kumba Yalá,(PRS), Henrique Pereira Rosa (Independente), Baciro Dabó (Independente), Francisca Vaz Turpin (UPG), João Cardoso (Independente), Mamadu Iaia Djaló(ND), Paulo Mndonca(Independente), Luis Nancassa(Ind), Serifo Baldé(Independente), Ibraima Djaló(Independente), e Aregado Mantenque Té (PT).

Gripe A H1N1: 6 497 casos em 33 países, 65 mortos

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Segundo dados divulgados pelo site da OMS

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EUA pondera transferir detidos de Guantanamo

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Hipótese encarada para facilitar o encerramento daquele centro de detenção.

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Zimbabué: Preso advogado de activistas libertados

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As autoridades não esclarecem os motivos da detenção.

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Calamidades mataram 10.000 pessoas em 20 anos no sudeste africano

Quatro países do sudoeste africano - Comores, Madagáscar, Malawi e Moçambique

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Civis morrem em ataques dos rebeldes hutus ruandeses

"Várias dezenas de civis" morreram no passado fim-de-semana nas aldeias do Leste da República Democrática do Congo(RDC), durante ataques atribuídos aos rebeldes hutus ruandeses (FDLR), revelou quarta-feira a Missão da ONU na RDC (MONUC). "Houve massacres de várias dezenas de pessoas" nas aldeias da província do Kivu Sul, situadas entre 80 a 100 quilómetros do noroeste de Bukavu, declarou um porta-voz militar da Monuc. "É um triângulo de três aldeias" numa zona onde "terá havido operações militares das FDLR contra as Forças Armadas congolesas (FARDC). Houve ataques das FDLR, e respostas das FARDC", acrescentou o tenente-coronel Jean-Paul Dietrich. "Uma equipa mista de oficiais e de elementos civis da MONUC verifica no local o que se passou, as informações não são ainda claras", prosseguiu o oficial.

Obama opõe-se à divulgação de imagens

Obama opõe-se à divulgação de imagens

O Presidente dos Estados Unidos decidiu bloquear a divulgação de fotografias que mostram o abuso de detidos sob custódia americana, contrariando uma decisão anterior de as veicular. Líderes militares opuseram-se à divulgação das imagens e o Presidente Obama concluiu que ela apenas pode prejudicar a segurança dos militares americanos no estrangeiro. "Acredito que a publicação destas fotografias não acrescenta qualquer benefício adicional à nossa compreensão sobre o que aconteceu no passado por um pequeno número de indivíduos." Obama acrescentou que a consequência directa da sua divulgação será fomentar a opinião anti-americana e colocar os militares do país em perigo. O Presidente norte-americano salientou que o manual do exército deve ser respeitado e que serão feitas investigações imediatas sempre que indivíduos não ajam de forma apropriada para que eles sejam devidamente punidos. No mês passado, a administração Obama disse que não contrariaria a decisão do tribunal que ordenou a publicação de mais de 40 fotografias de detidos a serem abusados por militares americanos. Representantes disseram que as imagens seriam divulgadas até ao dia 28 de maio. Segurança Mas agora o Presidente Obama afirma que argumentos de segurança nacional para não revelar as fotografias nunca foram apresentados ao tribunal e os seus advogados vão contestar a decisão jurídica. É provável que o caso acabe no Supremo Tribunal. Ao que parece, o Presidente foi abordado pelos seus comandantes militares no Iraque e Afeganistão. De acordo com o Departamento da Defesa, os comandantes têm sérias reservas sobre a publicação das fotografias devido às possíveis consequências contra os militares americanos. Todas as imagens datam do final de 2004, que foi o ano em que foram veiculadas as fotografias de detidos a serem brutalizados na prisão de Abu Ghraib no Iraque. A sua divulgação desencadeou o surgimento de sentimentos anti-americanos em todo o mundo. O Pentágono afirma que os envolvidos nos abusos já foram punidos. Caroline Frederi-ckson, do Sindicato para as Liberdades Civis Americanas, a instituição que iniciou este processo, condenou a decisão do Presidente Obama: "Claro que é uma grande desilusão, penso que é um reverso das declarações que proferiu na sua campanha e no início da sua presidência sobre a necessidade de transparência e o seu papel num governo democrático." Ainda é possível que a decisão orginal do tribunal se mantenha.

Responsável do Pentágono acusado de espiar para a China

Um responsável do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, que esteve na força aérea, foi acusado de espiar para a China, anunciou esta quarta-feira o Departamento de Justiça norte-americano. A acta de acusação indica que o tenente-coronel na reserva James Wilbur Fondren, 62 anos, antigo director-adjunto da representação em Washington do Comando norte-americano para o Pacífico "conspirou de modo ilegal e sabendo que o fazia" para dar informações secretas. "As alegações neste caso são perturbantes. A entrega de informações classificadas a um agente da República Popular da China constitui uma ameaça séria e real à nossa segurança interna", afirmou Dana Boente, procuradora do distrito leste de Virgínia. "O governo norte-americano concede grande confiança aos que têm acesso a informações classificadas e nós empenhamo-nos em processar os que abusam desta confiança", adiantou. De acordo com a acusação, entre 2004 e 2008 Fondren deu informação ao agente chinês através de documentos que vendia por entre 350 e 800 dólares cada. A informação era vendida a um homem de Taiwan, naturalizado norte-americano, Tai Shen Kuo. Investigadores do FBI dizem que, sem conhecimento de Fondren, Kuo recebia ordens do governo chinês. Responsáveis ligados à investigação indicaram que Fondren pensava que a informação que vendia era enviada para Taiwan.

Rússia e Angola reforçam cooperação militar

O ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Serguei Lavrov, anunciou esta quarta-feira que um vice-ministro da Defesa angolana visitará a capital russa ainda no mês de Maio para estreitar as relações entre Angola e Rússia no campo técnico-militar. “Entrou na fase final o processo de criação pela parte angolana do comité bilateral de cooperação técnico-militar. Este mês, virá a Moscovo um vice-ministro da Defesa de Angola para discutir as vias concretas de fomento da cooperação militar entre os dois países”, declarou Lavrov, após um encontro com o seu homólogo angolano, Assunção dos Anjos, realizado hoje na capital russa. O chefe da diplomacia russa sublinhou, porém, que a cooperação entre a Rússia e Angola não se limita ao campo militar. Segundo Lavrov, os dois países estão a estudar as possibilidades de aumentar a presença russa em diversos sectores da economia angolana, entre eles a extracção de diamantes, prospecções geológicas, indústria petrolífera e transporte ferroviário. “A Rússia poderia também ajudar Angola no desenvolvimento das comunicações espaciais, bem como na construção de novas centrais hidroeléctricas”, acrescentou Lavrov. “Em geral, penso que, nos próximos tempos, os projectos começarão a ser concretizados no quadro da preparação da comissão intergovernamental, marcada para o Outono em Luanda”, concluiu. Por seu lado, Assunção dos Anjos, afirmou que Angola “espera a ajuda e a experiência da Rússia para a diversificação da sua economia”. O ministro angolano espera também acertar com as autoridades locais as modalidades da visita do Presidente russo a Angola, disse Assunção dos Anjos, à saída do aeroporto de Luanda, na terça-feira, citado hoje pela Angop. A agência de notícias angolana acrescenta que Assunção dos Anjos avançou que as autoridades russas manifestam grande interesse em incrementar o seu papel no processo de reconstrução de Angola, no âmbito das relações de cooperação bilateral existentes.

Armas e ajuda humanitária seguem nos mesmos aviões

Transportadores aéreos que entregaram armas nas zonas de conflito em África levaram também ajuda humanitária para estas regiões, segundo o Instituto Internacional de Investigação para a Paz. Num estudo divulgado esta terça-feira, o Instituto afirma que 90 por cento das companhias aéreas identificadas no tráfico de armas foram utilizadas para ajuda humanitária por agências das Nações Unidas, países membros da União Europeia e da NATO e de importantes ONG. "Assim, por exemplo, as missões de manutenção de paz da ONU no Sudão continuaram a utilizar aparelhos explorados pela companhia Badr Airlines (sudanesa) mesmo depois da recomendação do Conselho de Segurança da ONU de proibir esta companhia por ter violado o embargo às armas", segundo o relatório. O Instituto cita outras companhias africanas envolvidas no tráfico de armas: Astral Aviation, African International Airlines e Trans Attico, uma companhia registada no Sudão. Várias sociedades de segurança privadas norte-americanas utilizaram transportadores aéreos e fretaram aparelhos "implicados no tráfico de armas a favor de milícias qualificadas pelo governo norte-americano de ´terroristas´, segundo o Instituto. Assim, a sociedade Dyncorp, que assiste o governo norte-americano em matéria de segurança, é citada neste relatório como tendo utilizado a companhia Aerolift, acusada em 2006 pelo Conselho de Segurança de envolvimento no comércio de armas destinado a uma milícia islamita do Sul da Somália, o grupo Al-Shahab. Este grupo foi acrescentado por Washington em Março de 2008 à lista de organizações terroristas por alegadas relações com a rede terrorista Al-Qaida. O relatório do Instituto acrescenta que os transportadores aéreos envolvidos em operações de manutenção de paz e da ajuda humanitária contribuíram também para transportar matérias "sensíveis em zonas de conflito" como a cocaína, diamantes, metais preciosos. Um dos autores do relatório, Mark Bromley, escreve que uma aplicação mais rigorosa das regras de segurança aéreas pode ter um papel crucial para conter o fluxo de armas para zonas de conflito em África. "O nosso estudo, disse, mostra que as companhias citadas nos relatórios como estando envolvidas no tráfico de armas têm fracas referências ao nível de segurança". "A regulação em matéria de segurança aérea é o seu calcanhar de Aquiles, acrescenta, e pode ter o mesmo efeito que as acusações de evasão fiscal a Al Capone".

“Europa está a fechar as portas à África”

“Europa está a fechar as portas à África”

O Presidente do Senegal, Abdoulaye Wade, acusou esta terça-feira a Europa de sair de África, trocando-a pelo leste europeu e pela Ásia e previu que os africanos vão comprar bicicletas ao Brasil."A Europa não vai vender mais nenhuma bicicleta a África porque as bicicletas do Brasil e da China são mais baratas", disse Wade durante uma mesa-redonda organizada em Dakar pelo Banco Africano de Desenvolvimento (BAfD) sobre a crise financeira e o seu impacto no continente.Num discurso que o próprio definiu como "provocador", e por diversos vezes aplaudido numa sala que não estava cheia, Wade aludiu às exigências de visto de entrada na UE para os africanos - "e não para os do leste europeu" - para ilustrar o afastamento europeu.O Senegal, prosseguiu,"é a mais antiga colónia (francesa) africana" mas os três grandes projectos actuais do país não são franceses nem europeus."Porquê? Porque a verdade é que a Europa se retira de África", considerou Wade, acrescentando: "Lamento muito mas acho que actualmente a Europa está a fechar as suas portas para África". O Presidente do Senegal já tinha feito a mesma leitura na cimeira União Europeia-África realizada em Lisboa em 2007, mas hoje exortou os africanos a encontrarem uma solução para quebrar o isolamento."Abrindo-nos para a América Latina e para a Ásia, haverá uma solução e África vai ser um grande mercado", propôs Abdoulaye Wade.

Esforços para reduzir emissões de gases são "insuficientes"

Os esforços anunciados pelos Estados Unidos para reduzir as emissões de gás com efeito estufa são "insuficientes", mas Washington quer "compensar o atraso", declararam hoje dois especialistas em alterações climáticas, no final de reuniões na Comissão Europeia. "Os compromissos dos Estados Unidos são insuficientes e devem ser reforçados", afirmou o economista britânico Nicholas Stern, insistindo no "caminho percorrido desde a eleição de Barack Obama" e nas promessas do Presidente norte-americano. "Estou optimista e estou convencido que teremos esforços visíveis da parte dos norte-americanos" para a conferência sobre clima de Copenhaga, em Dezembro, referiu o cientista Rajendra Pachauri, presidente do grupo intergovernamental de peritos em clima. A maioria democrata do Congresso norte-americano está próxima de um acordo para um objectivo de redução das emissões de gás com efeito estufa em 2020 de 17 por cento face a 2005, segundo fontes parlamentares. O projecto inicial de legislação era mais ambicioso, já que previa uma redução de 20 por cento, o que corresponde a seis por cento de redução em relação às emissões de 1990. Os países da UE comprometeram-se numa redução média de 20 por cento das emissões europeias a partir de agora e até 2020 em relação aos níveis de 1990. "Os norte-americanos devem ser encorajados porque se os esforços forem rejeitados correm o risco de se concentrarem noutras prioridades como a da protecção social", explicou o representante da Comissão. Stern e Pachauri não se quiseram pronunciar sobre as hipóteses de sucesso da conferência de Copenhaga de Dezembro próximo, mas anunciaram sinais encorajadores registados na China. "Os chineses trabalham sobre números e a estratégia energética fará referência explicitamente a uma redução das emissões", sublinhou Nicholas Stern. Para limitar o aumento das temperaturas até cerca de dois graus face aos níveis pré-industriais, os peritos do GIEC defendem que as emissões mundiais de gás com efeito de estufa deverão atingir um pico em 2015, e descer drasticamente a partir desta data. Nicholas Stern e Rajendra Pachauri também consideraram "vital" que a União Europeia se mantenha envolvida na luta contra o aquecimento apesar da crise.

Mikhail Gorbatchov cria novo partido político

Mikhail Gorbatchov cria novo partido político

O antigo Presidente da União Soviética Mikhail Gorbatchov declarou esta quarta feira que, dentro em breve, irá anunciar a criação do Partido Democrático Independente da Rússia. “Concluímos que no país deve existir semelhante partido e o trabalho do comité que iniciou a sua criação já recebeu o apoio de numerosos cidadãos do país”, declarou hoje Gortbatchov aos jornalistas. Segundo ele, “foram já recebidas mais de 10 mil cartas de apoio a esta ideia”. O último dirigente da União Soviética já tentou várias vezes criar forças políticas de índole social-democrata, mas sem êxito, visto não gozar de apoio entre os eleitores russos.

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"Moçambique tem tudo para ser uma potência de África e do mundo.

Tem riqueza que chega para todos. Falta é de inteligências."

 

Adelino Timóteo


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