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Comissão anuncia victória do ANC

Comissão anuncia victória do ANC

Mais de metade dos eleitores sul-africanos votaram no ANC, actualmente no poder na África do Sul, o que permite ao líder deste partido, Jacob Zuma, tornar-se presidente, anunciou a comissão eleitoral.

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Sri Lanka: Líder tamil vai lutar

Sri Lanka: Líder tamil vai lutar "até ao fim"

O líder dos rebeldes tamiles, Vellupillai Prabhakaran, determinado a lutar "até ao fim",

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Duplo atentado faz 55 mortos no Iraque

Duplo atentado faz 55 mortos no Iraque

O duplo atentado suicida cometido esta sexta-feira pouco antes da hora da oração junto do mais importante santuário xiita de Bagdad

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Presidente do ANC “cheira” maioria de 70%

Presidente do ANC “cheira” maioria de 70%

O presidente do Congresso Nacional Africano (ANC), Jacob Zuma, disse quinta-feira à noite em Joanesburgo que o partido “cheira” uma vitória por dois terços dos votos das eleições de quarta-feira.

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Primeiros resultados beneficiam Zuma

Primeiros resultados beneficiam Zuma

Como se esperava, a vitória do ANC e de Jacob Zuma parece certa e poderá mesmo ultrapassar as expectativas.

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RAS: Resultados só deverão surgir a partir do meio dia

As eleições foram pacíficas e livres.

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Tentativa de fraude em Kwazulu Natal

Tentativa de fraude em Kwazulu Natal

As autoridades sul-africanas detiveram, hoje, a presidente de uma assembleia de voto, na região de Ulundi, província do Kwazulu-Natal, após a descoberta de algumas urnas contendo um número, ainda por confirmar, de boletins de voto já preenchidos e carimbados.

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Eleições sul africanas 2009: A mãe de todas eleições

Eleições sul africanas 2009: A mãe de todas eleições

Sondagens de opinião sugerem uma vitória do ANC

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George Bush distinguido com Honoris Causa

O ex-Presidente norte-americano George Bush, pai do antecessor de Barack Obama na Casa Branca, foi agraciado com o título Honoris Causa em Ciências Sociais pela Universidade de Macau como reconhecimento pelo seu trabalho para as relações sino-americanas. O título foi entregue terça-feira na Universidade A&M do Texas por Tse Chi Wai, presidente do Conselho daquela instituição, numa cerimónia à qual assistiram cerca de uma centena de pessoas e que contou também com a participação do reitor e vice-reitor da Universidade de Macau, Wei Zhao e Lai Iat Long, respectivamente. Segundo uma nota da Universidade de Macau, na sua intervenção, o reitor destacou a participação de Bush na normalização das relações entre a China e os Estados Unidos - que este ano celebram 30 anos de reatamento - e recordou que o antigo Presidente norte-americano foi entre 1974 e 1975 o líder do Gabinete de Ligação Americano na China. De acordo com o jornal Ponto Final, que se publica em Macau, a iniciativa de atribuir a George Bush o título Honoris Causa partiu do actual reitor da Universidade de Macau, Wei Zhao, que conhece pessoalmente o antigo Presidente desde que deu aulas numa universidade do Texas. A proposta foi aprovada pelo Senado da Universidade e pelo próprio Chefe do Executivo de Macau, Edmund Ho. George Bush foi Presidente dos Estados Unidos entre 1988 e 1992 depois de ter estado na vice-presidência, quando Ronald Reagan ocupava a Casa Branca, e foi um dos elementos no restabelecimento das relações entre a China e os Estados Unidos.  

Sri Lanka: conflito causa 'avalanche humana'

Na Sri Lanka milhares de pessoas se juntaram ao êxodo de refugiados em fuga ao conflito no último reduto dos rebeldes Tigres Tamil.  Enquanto prossegue a ofensiva do exército cingalês no nordeste do país, o governo dá conta da chegada de perto de 50 mil civis a campos de trânsito nas últimas 24 horas. O Comité Internacional da Cruz Vermelha descreve a situação como catastrófica e pediu acções imediatas para os salvar. O governo do Sri Lanka negou acusações dos Tigres Tamil de que estaria a bombardear e a destruir casas de civis durante a ofensiva militar. Os rebeldes responsabilizam as forças governamentais pela morte de pelo menos um milhar de pessoas. Acusações O governo por sua vez acusa os Tigres Tamil de usarem civis como escudos humanos. Ao meio-dia de hoje cerca de 60 mil pessoas já tinha abandonado as suas casas em fuga à violência no nordeste da ilha, onde se continuam a verificar incursões do exército cingalês, que procura reassumir o controlo da região. A Cruz Vermelha Internacional diz estar extremamente preocupada com a situação dos civis encurralados numa área que diz possuir acessos mínimos a cuidados médicos. Num vídeo publicado por um web site Tamil, cuja data de gravação não foi ainda estabelecida mas que se suspeita ter sido esta segunda-feira, podem ver-se ruas repletas de corpos mutilados de civis. 'Rendição' Nesta terça-feira o governo tinha estabelecido um prazo de rendição aos rebeldes, que expirou durante a manhã, sem que tenha sido recebida uma resposta. "Uma solução política só pode ter lugar depois de derrotarmos os terroristas. Só depois de capturarmos os líderes é que se vai procurar a solução política para a qual o governo vai despender todos os esforços possíveis” afirmou o porta-voz do exército, o Brigadeiro Udaya Nanayakkara O exército acusou ainda os rebeldes de usarem bombistas suicidas contra civis como forma de coagir não combatentes a permanecerem na região. A imprensa local e imagens recolhidas por meio aéreo têm mostrado o fluxo de refugiados em fuga de território controlado pelos rebeldes, descrevendo-o como uma "avalanche humana". Londres e Paris têm assistido na última semana a manifestações de membros de etnia Tamil, que protestam contra as operações militares do governo. O conflito civil no Sri Lanka já dura há anos mas os rebeldes estão agora confinados a apenas 20 quilómetros quadrados de território junto à costa. O governo não permite contudo o acesso tanto da imprensa como da agência da ONU para os refugiados à região nem aos campos de refugiados. As estimativas da ONU sugerem contudo que cerca de 150 a 200 mil pessoas permaneçam na zona de conflito.

Violência sectária faz 24 mortos no Quénia

A Polícia na região centro do Quénia diz que pelo menos 24 pessoas foram mortas em confrontos entre membros da seita Mungiki e o que as autoridades descrevem como grupos de indivíduos dispostos a fazer a justiça com as próprias mãos.  Um porta voz da polícia diz que os habitantes da localidade de Karatina decidiram enfrentar a seita, porque os Mungiki estariam a tentar extorquir dinheiro da população. Apesar de ilegalizada pelo governo em 2002, a seita Mungiki continua a operar, exigindo dízimas aos donos de transportes públicos e privados de passageiros. A imprensa fala de uma série de ataques contra os Mungiki e deteve cerca de 40 pessoas, como confirmou a correspondente da BBC no Quénia, Karen Allen. "A policia apreendeu martelos, machados e machetes do local dos incidentes e deteve 37 pessoas", disse a reporter da BBC, que acrescentou que os altos níveis de courrpção no Quénia têm ajudado os Mungiki a continuar a operar sem dificuldades. Justiça popular Dada a resposta ineficaz da polícia, a população tem vindo a tomar a justiça nas suas próprias mãos, explicou a correspondente. Os Mungiki, cujos membros pertencem maioritariamente à etnia Kikuyu, do presidente Mwai Kibaki, são vistos no Quénia como uma espécie de Mafia. A polícia apelou contudo às populações para que não tomem a justiça nas sua mãos. O apelo surge depois de vários grupos de residentes terem morto à catanada vários indivíduos suspeitos de pertencerem à seita, depois dos Mungiki terem ameaçado expulsar todos residentes de Karatina. Os Mungiki responderam, reagrupando-se e recrutando pessoas noutras aldeias, alega a polícia, que diz continuar à procura de mais suspeitos. Este não é o primeiro incidente do género na região. Em 2007 mais de 100 indivíduos suspeitos de pertencerem àquela seita foram mortos numa rusga policial, em resposta a uma série de degolamentos atribuídos aos Mungiki. Estes acontecimentos têm lugar quando o parlamento queniano se reune esta terça-feira para discutir as recentes fracturas no interior do governo de unidade nacional. O partido do presidente Kibaki e o Movimento Democrático Laranja do primeiro ministro Raila Odinga desentenderam-se em várias questões, nomeadamente em torno da da criação de um tribunal para julgar os responsáveis pela onda de violência pós-eleitoral de Dezembro de 2007.

Desmond Tutu quebrou promessa de não votar

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O arcebispo Desmond Tutu votou esta quarta-feira na Cidade do Cabo

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SADC tenta restituir poder a Ravalomanana

SADC tenta restituir poder a Ravalomanana

Uma missão da Comunidade de desenvolvimento da África Austral (SADC) deverá deslocar-se esta quarta-feira a Madagáscar para tentar convencer as autoridades provisórias a “restituir o poder” a Marc Ravalomanana, o presidente deposto em meados de Março, anunciou a Suazilândia. “Esta quarta-feira, uma missão diplomática de alto nível parte da Suazilândia para Madagáscar”, declarou o ministro dos Negócios Estrangeiros da Suazilândia, Lutfo Dlamini. A missão “será seguida por uma delegação da troika ministerial liderada por mim”, adiantou o ministro. Mbabane, capital da Suazilândia, preside actualmente à troika, que é um órgão de segurança da SADC. Abandonado pelo Exército e confrontado com uma grave crise política, Marc Ravalomanana, entregou a 17 de Março os poderes que detinha a um directório militar, que os transferiu imediatamente para Andry Rajoelina, na altura chefe da oposição e a partir de então chefe de uma Alta Autoridade de Transição (HAT). “Envolvemos todas as partes interessadas (nos debates) e seria falso dizer que a SADC utilizará o Exército para afastar Rajoelina, mas queremos que restitua o poder ao presidente legítimo”, afirmou o ministro da Suazilândia. A SADC suspendeu Madagáscar e Marc Ravalomanana, que deixou o seu país depois de ter sido deposto do poder, encontrou-se nos últimos dias com os presidentes da África do Sul, Kgalema Motlanthe, e do Botsuana, Ian Khama. “Para provar o seu apego à democracia, o presidente Ravalomanana assegurou à SADC e à troika que organizará novas eleições antes do fim do ano para legitimar a sua presidência”, referiu Lutfo Dlamini. Durante os encontros com os dirigentes da África Austral, Marc Ravalomanana afirmou que queria regressar logo que possível a Madagáscar, onde apoiantes se têm manifestado diariamente a favor do seu regresso. Segunda-feira, pelo menos duas pessoas morreram e 20 ficaram feridas devido à repressão de uma manifestação de apoiantes de Ravalomanana. Uma vez regressado a Madagáscar, o presidente deposto propõe formar um governo de união nacional. “Formar um governo aberto a todos os que respeitem a Constituição é um passo extremamente importante e urgente para restabelecer a ordem constitucional em Madagáscar”, afirmou segunda-feira Ravalomanana aos jornalistas em Joanesburgo.

Sul-Africanos começaram a votar

Milhões de sul-africanos começaram a votar às 07:00 locais em todo o país para escolher os novos representantes na Assembleia Nacional, no Conselho Nacional das Províncias e nos parlamentos provinciais.Segundo a Constituição sul-africana, o partido mais votado a nível nacional nomeará o presidente da República (que chefiará também o executivo por ele escolhido), o mesmo sucedendo nas nove províncias, que são por sua vez governadas por um executivo provincial chefiado por um “premier”, a designação do chefe do governo local.De acordo com números da Comissão Eleitoral Independente (IEC), estão recenseados mais de 23 milhões de eleitores (23.181.997) , dos quais cerca de 86 mil puderam votar nos últimos dois dias na qualidade de “votantes especiais” (na sua maioria pessoas com limitações físicas incapazes de se deslocarem às assembleias de votos) e outros 16.240 nos consulados sul-africanos espalhados pelo mundo. A máquina eleitoral sul-africana conta com 19 mil assembleias de voto em todo o território, nas quais estarão de serviço cerca de 200 mil funcionários da comissão eleitoral.Às eleições nacionais concorrem 26 partidos que lutam pelo controlo dos 400 assentos da Assembleia Nacional. O Congresso Nacional Africano (ANC), que se perfila como o mais provável vencedor das eleições, detém no actual parlamento 297 dos 400 assentos (correspondentes a 74,25 por cento dos votos) , enquanto a Aliança Democrática (DA) é a oposição oficial com 47 assentos, correspondentes a 11,75 por cento dos votos nas últimas eleições, em 2004.A “novidade” nestas eleições, que o IEC prevê serem as mais participadas desde 1994, é o recém-formado Congresso do Povo (COPE), uma formação política fundada por dissidentes do ANC e que não concorda com a linha imposta pelo líder do partido no poder, Jacob Zuma.A decorrerem em ambiente de calma absoluta desde a abertura das urnas, as eleições sul-africanas estão a ser fiscalizadas por 4.900 observadores internos, 355 internacionais (na sua maioria da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral, SADC), e 358 diplomatas de 61 países que requereram estatuto de observadores, segundo números avançados pela comissão eleitoral.As urnas encerram às 21:00 horas locais e os resultados deverão começar a ser divulgados durante a noite. A IEC não fez previsões exactas quando ao anúncio dos resultados finais, afirmando que tudo dependerá do número e complexidade das reclamações e outras circunstâncias imprevisíveis, mas adiantou que os números finais estarão apurados até sexta-feira.

Fidel Castro diz que Obama fracassará se não levantar bloqueio

O líder cubano Fidel Castro disse na terça-feira que o presidente norte-americano, Barack Obama, fracassará como os seus dez antecessores na Casa Branca, se demorar anos a levantar o bloqueio imposto a Cuba, em 1962."Devemos esperar quantos anos para que suspenda o bloqueio (dos Estados Unidos)? Não foi (Obama) que o inventou, mas adoptou-o como seu tal como o fizeram outros dez presidentes norte-americanos. Posso prever, por este andar, um fracasso idêntico ao de todos os seus antecessores", disse o ex-Presidente cubano, de 82 anos.Segundo Fidel, quando disseram ao Presidente Obama que há cinco anos ele tinha apoiado o levantamento do bloqueio, este respondeu: "Bem, acho que 2004 já passou há milhares de anos. O que é que eu fazia em 2004?" "As mudanças são inedudíveis", replicou Fidel. "Não será preciso esperar milhares de anos, só oito serão suficientes para que num automóvel mais blindado, num helicóptero mais moderno e num avião mais sofisticado, outro Presidente dos Estados Unidos, sem dúvida menos inteligente, promissor e admirado no mundo do que Barack Obama, ocupe esse inglório cargo".Por outro lado, afirmou que o mandatário norte-americano "interpretou mal" as declarações do seu irmão Raul Castro, quanto à possibilidade de libertar dezenas de dissidentes presos em Cuba desde 2003."Ao afirmar que o Presidente de Cuba está disposto a discutir (…), manifesta que não receia abordar qualquer tipo de assunto (…), não se deve inferir que (os dissidentes) vão ser indultados e enviados para os Estados Unidos, se (Washington) estiver disposto a libertar os cinco heróis anti-terroristas cubanos", explicou. Fidel Castro referia-se a cinco cubanos detidos nos Estados Unidos sob a acusação de espionagem, que Havana afirma que estavam a lutar contra terroristas.

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Campanha eleitoral custou uma fortuna incalculável.

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O líder malgaxe, Andry Rajoelina, emitiu um mandato de captura ao presidente deposto, Marc Ravalomanana.

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"Moçambique tem tudo para ser uma potência de África e do mundo.

Tem riqueza que chega para todos. Falta é de inteligências."

 

Adelino Timóteo


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