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Mulher sobrevive a ataque de 3 ursos polares

Mulher sobrevive a ataque de 3 ursos polares

Uma mulher de 32 anos sobreviveu ao ataque de três ursos polares

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Somália: Piratas querem transferir refém norte-americano

Os piratas somalianos que mantêm sequestrado o capitão de um cargueiro norte-americano num bote no oceano Índico querem transferi-lo para uma embarcação mais segura, um dia depois da dramática libertação de quatro reféns franceses. "Prevemos transferir o refém para um dos nossos barcos", disse hoje Abdi Garad, um dos chefes dos piratas que atacaram quarta-feira ao largo da Somália o porta-contentores Maersk Alabama, cujo capitão Richard Phillips está desde então retido num bote salva-vidas vigiado por vários navios norte-americanos. "Tenho medo que este caso termine de uma forma desastrosa (...). Dizem-nos que os americanos querem montar uma operação de salvamento como os comandos franceses", acrescentou Garad. Sexta-feira, as forças especiais francesas lançaram uma operação para libertar o veleiro francês Tanit e quatro dos seus reféns retidos seis dias por piratas no golfo de Aden. O quinto refém e proprietário do veleiro morreu num tiroteio entre os piratas e as forças especiais. Morreram também dois piratas e três deles foram capturados. Chegados hoje a Djibuti, os quatro sobreviventes do Tanit são aguardados domingo em Paris, segundo anunciou o ministro da Defesa francês, Hervé Morin. O ministro não excluiu a possibilidade de que o proprietário do veleiro tenha sido atingido mortalmente por "um disparo francês", tendo sido aberto um inquérito. Acrescentou ter sido proposto aos piratas um resgate, de montante não especificado, por se encontrar uma criança de três anos entre os reféns. Quanto ao refém norte-americano, não houve hoje qualquer avanço nas negociações. "Não houve nenhum novo desenvolvimento, continua o impasse com os responsáveis americanos", disse Abdi Garad. "Tencionamos transferir o refém para um barco perto de Garacad, para termos melhores condições se as negociações demorarem". Garacad fica a 130 quilómetros a sul de Eyl, uma das principais bases dos piratas somalianos, na região autónoma de Puntland, onde se encontra Abdi Garad, entrevistado por telefone desde Mogadíscio. Actualmente, só quatro piratas guardam o capitão Richard Phillips no bote. Na sexta-feira pediram um resgate de montante desconhecido para o libertar e exigiram "poder regressar sãos e salvos a suas casas". O cerco apertou-se entretanto em volta dos piratas, agora sob apertada vigilância do cruzador norte-americano Bainbridge. Uma fragata da Marinha dos Estados Unidos com helicópteros a bordo está na região e não muito afastado do local está um navio de assalto anfíbio. O cargueiro "Maerks Alabama", com 20 norte-americanos a bordo, foi atacado pelos salteadores na quarta-feira, a cerca de 500 quilómetros a sudeste de Eyl. A tripulação conseguiu mais tarde retomar o controlo do navio e só o capitão ficou sequestrado. Com uma carga de 232 contentores com alimentos do Programa Alimentar Mundial (PAM) da ONU, o navio estava a caminho de Mombaça (Quénia), onde deveria chegar hoje à noite.

Irão: Mulheres vão poder candidatar-se nas eleições presidenciais

As mulheres iranianas vão poder candidatar-se às eleições presidenciais de 12 de Junho,

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Perú: Ataque terrorista mata 13 soldados

Treze militares peruanos morreram numa emboscada de rebeldes procedentes da organização terrorista Sendero Luminoso contra duas patrulhas no sudeste do Perú, anunciou este domingo o ministro da Defesa, Antero Flores-Araoz. O ataque ocorreu numa zona de selva no vale dos rios Apurímac e Ene, acrescentou o governante em conferência de imprensa. O ministro precisou que as vítimas mortais incluíram um capitão e doze soldados integrantes de duas patrulhas.

Papa lança apelo a favor da paz

Papa lança apelo a favor da paz

O papa Bento XVI lançou este domingo um apelo a favor da paz no Médio Oriente e África na mensagem ao mundo proferida  no Vaticano,

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22º banco fali nos EUA

A agência federal norte-americana responsável por garantir os depósitos bancários (FDIC)anunciou a falência do 22º banco nos EUAdesde o início do ano. De acordo com a edição electrónica do jornal O Globo, os órgãos reguladores decretaram a falência do Cape Fear Bank, de Wilmington. Em comunicado, o FDIC acrescenta que a instituição Federal Savings e a Associação de Empréstimos de Charleston adquiriram todos os depósitos do Cape Fear Bank. O banco possuía um total de 492 milhões de dólares (373 milhões de euros) em activos e 403 milhões de dólares (306 milhões de euros) em depósitos até 31 de Março. Segundo o comunicado da instituição, esperava-se que a falência do Cape Fear Bank iria custar ao governo norte-americano cerca de 131 milhões de dólares, aproximadamente 99 milhões de euros.

Acusadas empresas que apoiaram regime Apatheid

Acusadas empresas que apoiaram regime Apatheid

Uma juíza norte-americana decidiu pelo avanço das acusações contra várias empresas indiciadas de ter ajudado o Governo da Africa do Sul durante o período do regime segregacionista de Apartheid.

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EUA reforçam combate à pirataria

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Hillary Clinton, garante que os Estados Unidos estão a par dos acontecimentos.

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Obama começa a ver

Obama começa a ver "sinais de esperança" na economia

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disseesta sexta-feira que entrevê "sinais de esperança" na economia norte-americana,

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Somália: Capitão do navio sequestrado tenta fugir mas sem sucesso

Richard Philips, capitão do cargueiro de bandeira norte-americana sequestrado quarta-feira por piratas na costa da Somália, tentou fugir aos raptores na noite passada mas foi recapturado, informou hoje a CNN. A cadeia televisiva, que cita fontes oficiais, referiu que Philips tentou fugir saltando para o mar do bote salva-vidas em que se encontrava, mas sem sucesso. Philips pretendia aparentemente nadar até ao navio de guerra dos Estados Unidos "USS Bainbridge" que está a patrulhar na zona. O capitão está em cativeiro a cerca de 450 quilómetros da costa de Somália desde quarta-feira, quando um grupo de piratas tomou o controlo do navio "Maerks Alabama". As autoridades norte-americanas crêem que o marinheiro goza de bom estado de saúde. Uma equipa do FBI e da Marinha norte-americana está a negociar com os piratas com vista à libertação do capitão retido. Duas embarcações de guerra dos Estados Unidos estão a dirigir-se para a zona do incidente para se juntarem ao navio de guerra "USS Bainbridge". O cargueiro "Maerks Alabama", transportando uma carga de 232 contentores com alimentos do Programa Alimentar Mundial (PAM) da ONU, estava a caminho de Mombaça (Quénia) quando foi apresado pelos salteadores.

Representantes de Ravalomanana e de Rajoelina estão em negociações

Representantes do ex-presidente Marc Ravalomanana e do líder de transição Andry Rajoelina estão em negociações desde quinta-feira em Madagáscar, sob a égide da ONU, informou esta sexta-feirafonte diplomática. As discussões, segundo também foi confirmado por fonte próxima de Ravalomanana, estão a decorrer nas instalações da embaixada do Senegal em Antananarivo, nelas participando um emissário dos antigos presidentes malgaxes Didier Ratsiraka (1975-1993 e 1997-2002) e Albert Zafy (1993-1996). "Espera-se que seja possível chegar a uma plataforma de entendimento para uma gestão consensual durante a transição", declarou uma fonte diplomática próxima do processo. Raharinaivo Andrianantoandro, porta-voz do TIM, partido de Marc Ravalomanana, confirmou o bom andamento das negociações. "Desejamos que o nosso presidente (Ravalomanana) participe nestas negociações, mas a sua segurança terá que ser garantida", afirmou Andrianantoandro. Marc Ravalomanana, abandonado pelo exército e perante a pior crise que conheceu desde a sua acessão ao poder em 2002, demitiu-se em 17 de Março e entregou os seus poderes a uma comissão militar, encontrando-se actualmente no exterior do país. Os militares transferiram de imediato os poderes para Andry Rajoelina, então líder da oposição e hoje a chefiar a Alta Autoridade de Transição (HAT).

Japão dá 3 mil USD a brasileiros desempregados para deixarem o país

Com o agravamento da situação económica, o Japão deu início este mês a um polémico registo de imigrantes descendentes de japoneses desempregados, a maioria brasileiros e peruanos, dando três mil dólares para estes trabalhadores deixarem o país. Além do subsídio de três mil dólares, cada dependente do trabalhador terá ainda direito a um valor adicional de dois mil dólares. Nobuo Okuma, 60 anos, da cidade de Oizumi, na província de Gunma, é um dos que pensa aceitar o benefício. "Por enquanto, estou recebendo o seguro de desemprego e continuo a procurar uma vaga de trabalho. Se o seguro acabar e não conseguir recolocação, então o jeito vai ser voltar ao Brasil", diz o trabalhador, que está no país há três anos. No entanto, em alguns sectores da comunidade, a medida do Governo não foi bem recebida: "O Governo teve 20 anos para criar uma estrutura para esses trabalhadores e integrá-los na sociedade local, no entanto nada disso foi feito e agora o Japão quer simplesmente se livrar desses trabalhadores", critica o sindicalista e activista social Francisco Freitas. Já Carlos Zaha, presidente do Brasil Fureai, um grupo que foi criado para ajudar os brasileiros desempregados, defendeu a criação de uma entidade que actue no país e evitar que os trabalhadores precisem deste benefício. "Precisamos criar uma comunidade forte, activa e que pensa, para buscar soluções rápidas para os problemas actuais", diz Zaha. Assim como fez a Espanha no ano passado, quando deu início ao Plano de Retorno Voluntário, o Japão vai proibir o regresso ao país com visto de trabalho a quem aceitar o benefício. Só que, ao contrário do país europeu, que estipulou um prazo de três anos, o arquipélago ainda não definiu por quanto tempo será suspenso o visto. Quando foi anunciada a medida, a Embaixada enviou uma nota ao Ministério das Relações Exteriores do Japão, colocando-se contra a decisão. "O texto estava mal redigido e dava a entender que quem pegasse o dinheiro não poderia voltar nunca mais ao Japão", justifica Patrícia Cortês, secretária do Sector de Comunidade da Embaixada do Brasil em Tóquio Esta semana, o Governo divulgou uma nota com mais detalhes sobre o projecto. "Agora eles deixaram claro que o objectivo é ajudar os que estão muito necessitados e não têm condições de pagar uma passagem de volta ao Brasil", conta a diplomata brasileira, que considera a medida justa e humanitária. "O Japão não vai gastar uma fortuna com uma família para daqui dois meses ela voltar para cá; eles não querem financiar férias no Brasil", explica. Segundo fontes do Governo de Tóquio, o período não foi definido ainda porque o executivo quer esperar uma reacção da economia japonesa. "Na hora em que a economia reaquecer, eles vão precisar dessa mão-de-obra de novo", lembra Patrícia Cortês. Na mesma semana em que anunciou a doação do dinheiro aos brasileiros no Japão, o Governo de Tóquio divulgou um projecto de ensino do idioma e da cultura local aos estrangeiros, destacando uma verba de 10,9 milhões de dólares (8,2 milhões de euros) para a inciativa, que deverá beneficiar cerca de 5 mil pessoas. A crise internacional está a provocar uma das piores recessões no Japão desde a Segunda Guerra Mundial e cerca de 50 mil brasileiros enfrentam a ameaça de demissões, havendo já casos de quem perdeu o emprego, o tecto e precise do auxílio da comunidade.

Papa Bento XVI exprime dor pelas vítimas do sismo

Papa Bento XVI exprime dor pelas vítimas do sismo

O papa Bento XVI exprimiu esta sexta-feira a sua dor pela morte de 289 pessoas no sismo que atingiu duramente a região italiana do Abruzos e pediu que todas as pessoas e instituições ajudem a resolver os problemas mais urgentes da tragédia. Estas considerações foram manifestas numa mensagem lida em seu nome pelo seu secretário pessoal, Georg Ganswein, no início dos funerais de Estado que estão a ser realizados em Aquila, a cidade mais afectada pelo tremor. "Neste momento dramático em que a grande tragédia atingiu esta terra, estou espiritualmente convosco para compartilhar a vossa angústia, implorar a Deus o descanso eterno para as vítimas, pela recuperação rápida dos feridos e força para evitar o desalento", afirma o sumo pontífice na sua mensagem. Bento XVI fez também saber que enviou o seu Secretário de Estado, o cardeal Tarcisio Bertone, para celebrar os funerais com uma mensagem de encorajamento às famílias dos mortos, feridos e desalojados. Sublinhou ainda que a violência do sismo causou situações de grandes dificuldades, mas que existe desde a primeira hora uma "crescente onda de solidariedade entre as pessoas, graças á qual foram organizadas as primeiras ajudas, com uma acção sempre decisiva do Estado, instituições eclesiásticas e de privados". Na sua mensagem lida por Ganswein, papa indicou que o sismo também foi sentido no Vaticano (Roma fica a 80 quilómetros de Aquila) e que desde o primeiro momento seguiu de perto os acontecimentos com grande reocupação. O papa prevê visitar em breve as zonas tocadas pelo sismo, segundo referiu na mensagem. "Este é um momento do compromisso, de sintonia com os organismos do Estado envolvidos" nas operações de socorros, afirmou o Bento XVI, considerando que "apenas a solidariedade pode permitir ultrapassar prova tão dolorosa". O sumo pontífice implorou a ajuda da Virgem Maria e pediu a Deus que "seque as lágrimas e cure as feridas" das vítimas do sismo. Segundo o último balanço oficial de vítimas, pelo menos 289 pessoas morreram em consequência do abalo sísmico na Itália.

 Abdelaziz Bouteflika reeleito para 3º mandato

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O estadista argelino, Abdelaziz Bouteflika, foi reeleito, esta sexta-feira,

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Governo zimbabweano não vai nacionalizar empresas

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Pretende facilitar a participação plena do povo nos sectores económicos

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Argélia e Zimbabwe negoceiam petróleo e gás

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 O Zimbabwe foi grande importador do petróleo e do gás da Argélia.

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Argélia: atentado à bomba em eleições

Dois polícias que garantem a segurança de uma assembleia de voto para as eleições presidenciais na Argélia ficaram esta, quinta-feira, feridos num atentado à bomba na região de Bourmades, a 50 quilómetros de Argel, indicaram habitantes da região. O atentado foi perpetrado perto de Naciria com a ajuda de duas bombas colocadas perto deste centro de voto, segundo as mesmas fontes e site electrónico "Tout sur l Algerie ". Outros dois engenhos explosivos foram desactivados pelas forças de segurança nesta mesma zona, onde estão implantados os guerrilheiros da Al-Qaïda no Magrebe Islâmico que apelaram para o boicote do escrutínio, de acordo com estas fontes. O ministro do Interior argelino, Yazid Zerhouni, indicara antes que islamitas armados tinham tentado uma operação em Naciria, sem dar precisões. As autoridades adaptaram o dispositivo de segurança nas cidades, nomeadamente em Argel, e nas "zonas mais sensíveis", designadamente na região de Boumerdes, e na Cabília para prevenir potenciais atentados. Partidários do boicote às urnas perturbaram o desenrolar do escrutínio numa dezena de assembleias de voto em Bouira. Em Illilten, no departamento de Tizi Ouzou, na Alta Cabília, um grupo de cidadãos ergueu barricadas com pneus a arder para fechar uma estrada e assim impedir a votação, segundo o site electrónico de El Watan". As autoridades adaptaram o dispositivo de segurança nas cidades, nomeadamente em Argel, e nas "zonas mais sensíveis", designadamente na região de Boumerdes, e na Cabília para prevenir potenciais atentados. Cerca de 160.000 polícias foram mobilizados para o escrutínio, e a campanha eleitoral decorreu sem incidentes graves.

Cimeira reúne principais dirigentes asiáticos

Dirigentes dos principais países asiáticos reúnem-se a partir de sexta-feira na Tailândia para definir uma posição "na nova ordem económica mundial" e dar uma resposta coordenada ao lançamento de um foguetão pela Coreia do Norte. A cimeira asiática vai decorrer uma semana depois da reunião do G20 em Londres, onde os líderes dos países mais ricos e das economias emergentes concluíram um acordo considerado "histórico" para a recuperação da economia mundial. No final o primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, afirmou que da actual crise sairá "uma nova ordem mundial". A reunião vai decorrer até domingo na estância balnear de Pattaya, a sul de Banguecoque, com a participação dos dez países da Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN) e da China, Japão, Coreia do Sul, Índia, Austrália e Nova Zelândia. O secretário-geral da ONU e os dirigentes do Fundo Monetário Internacional, do Banco Mundial e da Organização Mundial de Comércio deverão também participar na reunião. "Esta reunião na Tailândia, após o G20, representa uma oportunidade para a Ásia aumentar a sua influência nas questões mundiais e em particular nos esforços para combater a crise económica", afirmou um diplomata asiático. As economias asiáticas, bastante dependentes das exportações, têm-se ressentido da queda da procura por parte do Ocidente devido à crise económica. A crise tem afectado sobretudo Japão, Singapura, Tailândia, Malásia e Camboja enquanto o crescimento da economia chinesa abrandou. Para além das questões económicas, a cimeira deverá também abordar o lançamento recente de um foguetão pela Coreia do Norte, incidente que provocou um coro de críticas internacionais. A reunião realiza-se numa altura em que decorrem protestos contra o Governo nas ruas da capital tailandesa, manifestações que podem alastrar à estância onde decorre a cimeira. Apoiantes do ex-primeiro-ministro Thaksin Shinawatra (no exílio) conseguiram hoje bloquear a circulação no centro de Banguecoque e ameaçaram fazer o mesmo em Pattaya, onde a segurança já foi reforçada.

Malawi/Eleições: Muluzi forma coligação com MCP

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Estes desenvolvimentos ocorrem numa fase em que se avizinham as eleições gerais.

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Evo Morales está em greve de fome

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O Presidente da Bolívia declarou esta quinta-feira estar em greve de fome

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Geórgia: Oposição exige demissão do Presidente

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Os participantes na acção de protesto junto do parlamento da Geórgia aprovaram um apelo ao Presidente da República, Mikhail Saakachvili, para exigir a sua demissão voluntária em conformidade com a Constituição. Os organizadores do comício declararam que vão informar da resposta do dirigente georgiano dentro de 24 horas, dependendo as acções futuras dessa resposta. “A sociedade exige de Mikhail Saakachvili que aja de forma adequada e cumpra a vontade do povo. Esta é a última possibilidade para a direcção de se colocar acima dos interesses pessoais e, com a responsabilidade de Estado, abordar a tarefa de tirar o país da complicadíssima crise”, lê-se no apelo. “Saakachvili deve dar ao povo a possibilidade de mudar o poder de forma pacífica, constitucional e, desse modo, permitir-nos mostrar a todo o mundo que somos uma nação digna e civilizada”, consideraram os manifestantes. Depois de afirmar que no comício participaram centenas de milhares de pessoas, a oposição apresentou as causas do seu descontentamento: “Hoje, aqui está representada toda a Geórgia. As pessoas vieram para aqui para, de forma pacífica, dizerem não à desintegração do país, à política de terror e violência, ao medo, à falsificação das eleições, ao esmagamento da liberdade de expressão e de pensamento, a outros factores negativos”. Segundo dados do Ministério do Interior da Geórgia, entre 20 e 25 mil manifestantes participaram no comício. Acções de protesto, convocadas por 14 partidos da oposição, realizaram-se noutras cidades georgianas, como Batumi e Poti. Os protestos contra o Presidente Saakachvili começaram em Novembro de 2007, tendo sido utilizada a força para reprimir as manifestações da oposição. O dirigente georgiano acabou por aceitar a realização de eleições presidenciais, que venceu à primeira volta. A oposição acusou-o de falsificação de resultados. Os dirigentes da oposição suspenderam as acções de protesto em Agosto passado, quando a Geórgia entrou em guerra com a Rússia, que levou à derrota de Tbilissi e à perda de duas regiões separatistas, Abkházia e Ossétia do Sul. Os protestos começaram esta quinta-feira e irão continuar até que o Presidente se demita, mas Saakachvili já prometeu abandonar o cargo no fim do mandato, em 2013.

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"Moçambique tem tudo para ser uma potência de África e do mundo.

Tem riqueza que chega para todos. Falta é de inteligências."

 

Adelino Timóteo


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