O Presidente da Bolívia declarou esta quinta-feira estar em greve de fome
O Presidente da Bolívia declarou esta quinta-feira estar em greve de fome
Os participantes na acção de protesto junto do parlamento da Geórgia aprovaram um apelo ao Presidente da República, Mikhail Saakachvili, para exigir a sua demissão voluntária em conformidade com a Constituição. Os organizadores do comício declararam que vão informar da resposta do dirigente georgiano dentro de 24 horas, dependendo as acções futuras dessa resposta. “A sociedade exige de Mikhail Saakachvili que aja de forma adequada e cumpra a vontade do povo. Esta é a última possibilidade para a direcção de se colocar acima dos interesses pessoais e, com a responsabilidade de Estado, abordar a tarefa de tirar o país da complicadíssima crise”, lê-se no apelo. “Saakachvili deve dar ao povo a possibilidade de mudar o poder de forma pacífica, constitucional e, desse modo, permitir-nos mostrar a todo o mundo que somos uma nação digna e civilizada”, consideraram os manifestantes. Depois de afirmar que no comício participaram centenas de milhares de pessoas, a oposição apresentou as causas do seu descontentamento: “Hoje, aqui está representada toda a Geórgia. As pessoas vieram para aqui para, de forma pacífica, dizerem não à desintegração do país, à política de terror e violência, ao medo, à falsificação das eleições, ao esmagamento da liberdade de expressão e de pensamento, a outros factores negativos”. Segundo dados do Ministério do Interior da Geórgia, entre 20 e 25 mil manifestantes participaram no comício. Acções de protesto, convocadas por 14 partidos da oposição, realizaram-se noutras cidades georgianas, como Batumi e Poti. Os protestos contra o Presidente Saakachvili começaram em Novembro de 2007, tendo sido utilizada a força para reprimir as manifestações da oposição. O dirigente georgiano acabou por aceitar a realização de eleições presidenciais, que venceu à primeira volta. A oposição acusou-o de falsificação de resultados. Os dirigentes da oposição suspenderam as acções de protesto em Agosto passado, quando a Geórgia entrou em guerra com a Rússia, que levou à derrota de Tbilissi e à perda de duas regiões separatistas, Abkházia e Ossétia do Sul. Os protestos começaram esta quinta-feira e irão continuar até que o Presidente se demita, mas Saakachvili já prometeu abandonar o cargo no fim do mandato, em 2013.
O governo da Guiné-Bissau rejeitou vigorosamente as acusações
A Administração Obama está a discutir a adopção de tecnologias radicais.
Pensa-se que o capitão do Maersk Alabama foi mantido refém pelos atacantes. A tripulação de um navio norte-americano recapturou a sua embarcação depois de ter sido atacada por piratas somalis. No entanto, pensa-se que o capitão do Maersk Alabama foi mantido refém pelos atacantes. O incidente ocorreu a 500 quilómetros da costa somali após confrontos entre a tripulação e os piratas, mas as informações dão conta que o capitão foi levado numa lancha. Estão a dirigir-se para o local o navio de guerra norte-americano USS Bainbridge, armado com mísseis torpedos e dois helicópteros, bem como outras embarcações. A secretária de estado norte-americana, Hillary Clinton, disse que o governo está a companhar a situação de perto e apelou ao mundo para actuar face à pirataria. Um dos membros da tripulação, Colin Wright, ao telefone de satélite com a agência noticiosa Associated Press, confirmou que um dos membros da tripulação foi levado pelos piratas. Aumento de ataques “Estamos a tentar recuperar um dos membros da nossa tripulação que se encontra numa lancha rápida. Os piratas levaram-no e estamos a tentar recuperá-lo. ”Não posso adiantar mais nada, porque estamos muito ocupados agora”, disse o tripulante. O navio foi atacado por piratas no início de quarta-feira, não se sabe ao certo quantos atacantes estiveram envolvidos, mas estima-se que tenham sido 4 lanchas rápidas. Este foi o sexto navio capturado na costa da Somália na última semana, naquela que é uma das vias marítimas mais utilizadas do mundo. Os ataques deste género têm crescido recentemente, só no ano passado foram denunciados mais de 130 incidentes, que incluem 50 capturas bem sucedidas. Os piratas mantém as embarcações e as tripulações até que largas quantias sejam pagas, em 2008 foram dispendidos 80 milhões de dólares.
Não há muitos detalhes sobre o que aconteceu ao navio.
Espera-se que Zuma se torne o próximo presidente da África do Sul
A região de Abruzzo, no centro de Itália, continua a sentir réplicas do sismo de segunda-feira.
A maioria dos utilizadores de telemóvel desconhece os níveis de radiação
Os argelinos são chamados às urnas quinta-feira para um escrutínio
A Suíça decidiu bloquear os fundos destinados à Organização de Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), em protesto por ter sido colocada numa lista "cinzenta" de paraísos fiscais, disse esta quarta-feira fonte oficial. "A Suíça usou o seu direito de veto" para bloquear uma soma de 136.000 euros destinada à cooperação entre o G20 e a OCDE, precisou uma porta-voz da Secretaria de Estado da Economia. A Confederação, colocada pela OCDE numa lista cinzenta de Estados que aceitaram trocar informações fiscais sem todavia proceder a reformas “substanciais”, "está disposta a retirar o seu veto se a OCDE se comprometer a informar previamente a Suíça quando enviar documentos ao G20", referiu a porta-voz. Sob a pressão da comunidade internacional, a Suíça acabou por atenuar o seu segredo bancário em conformidade com os padrões da OCDE, mas isso não impediu que constasse dessa lista cinzenta preparada pela OCDE por ocasião da cimeira do G20, realizada a 02 de Abril, em Londres. Como membro da OCDE, a Suíça queixa-se de não ter sido consultada previamente pela organização sobre a elaboração da lista. "A soma é relativamente modesta, mas trata-se de um gesto simbólico forte, de um protesto", sublinhou a porta-voz. A Áustria, a Bélgica e o Luxemburgo, igualmente colocadas na lista, apoiaram a diligência da Suíça, acrescentou. O Parlamento suíço convidou o secretário-geral da OCDE, Angel Gurria, a deslocar-se a Berna para dar explicações sobre as novas listas de paraísos fiscais. O presidente da Confederação e ministro das Finanças, Hans-Rudolf Merz, deplorou "o procedimento" e "os critérios" que serviram para estabelecer a lista, e negou que a Suíça seja um paraíso fiscal.
O Ruanda realizou uma vigília no início de uma semana de luto nacional
O presidente da Caixa Geral de Depósitos considerou esta terça-feira,
A Coreia do Norte reagirá com firmeza a qualquer condenação na ONU
O sismo que atingiu segunda-feira a Itália central fez 235 mortos,
O antigo presidente peruano Alberto Fujimori foi hoje condenado em Lima a 25 anos de prisão, no termo de um processo de 16 meses por violações dos direitos humanos, durante a sua presidência, de 1990 a 2000.O antigo chefe de Estado anunciou de imediato que irá recorrer da sentença.Fujimori, 70 anos, foi julgado pelo seu papel em dois massacres, que fizeram 15 mortos em 1991 e 10 mortos em 1992, perpetrados por um “esquadrão da morte” no âmbito de uma guerra, em parte oculta, travada pelo então regime contra a guerrilha de extrema-esquerda.Fujimori foi também julgado pelos sequestros, na mesma época, pelos seus serviços secretos, de um jornalista correspondente do diário espanhol El Pais e de um empresário.O tribunal considerou Fujimori culpado de todas as acusações, com circunstâncias agravantes, equiparando os crimes de que era acusado a “crimes contra a humanidade”.A acusação pedia 30 anos de prisão, enquanto a defesa reclamava a absolvição.
As autoridades suíças vão renegociar com os Estados Unidos o seu acordo fiscal, depois de terem atenuado recentemente o segredo bancário, confirmou hoje uma porta-voz do Departamento Federal das Finanças suíço. O acordo deverá passar a incluir os novos compromissos que a Suíça assumiu sobre trocas de informação fiscal quando a 13 de Março decidiu aceitar os padrões da Organização de Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) em matéria de segredo bancário.A Suíça, que tem acordos bilaterais com cerca de 70 países, tem agora pela frente a longa tarefa de os renegociar para os actualizar com as novas normas sobre cooperação fiscal. Nos Estados Unidos, o Departamento do Tesouro anunciou segunda-feira que tenciona rever com a Suíça o tratado bilateral sobre impostos de modo a que "os dois países possam trocar informações para fins fiscais". O próprio secretário do Tesouro, Timothy Geithner, disse esperar chegar "rapidamente" a uma reforma do tratado, que rege as relações entre os dois países em matéria de impostos desde 1996. Segundo Washington, as negociações deverão começar a 28 de Abril, data que já foi confirmada pelo governo suíço.As negociações não deverão todavia ter impacto sobre o banco suíço UBS, acusado nos Estados Unidos de ter ajudado contribuintes norte-americanos a escapar ao fisco. Em Fevereiro, as autoridades dos Estados Unidos obrigaram o líder mundial de gestão de fortunas a revelar os nomes de cerca de 300 clientes norte-americanos e de pagar uma multa de 780 milhões de dólares (584 milhões de euros). Mas o fisco norte-americano exigiu também os nomes de outros 52.000 clientes suspeitos de fraude fiscal. Segundo a porta-voz do Departamento Federal de Finanças, "só com suspeitas precisas" será autorizado o levantamento do sigilo bancário. Embora a Suíça tenha levantado um pouco o véu do segredo bancário, a troca de informações com outros países será feita unicamente "caso a caso" e por "pedido concreto e justificado" - precisou.
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, chegou esta terça-feira
A Ucrânia poderá ver o seu Produto Interno Bruto (PIB) cair 9 por cento em 2009, depois de um crescimento económico de 2,1 por cento em 2008, segundo previsões do Banco Mundial hoje publicadas em Kiev."Prevemos que o PIB da Ucrânia caíra 9 por cento em 2009, mas vemos riscos de uma deterioração destas previsões se a conjuntura económica mundial continuar a agravar-se, e se as autoridades ucranianas demorarem na implementação das principais medidas anti crise", declarou Rouslan Piontkivski, economista do BM para a Ucrânia.O banco teve de rever em baixa as suas previsões para a Ucrânia, devido à agravação da crise económica mundial, mas também por causa das lutas de influência no seio do poder ucraniano que atrasam a resposta à crise. "Prognosticamos uma retoma lenta , de 1 por cento, em 2010, seguida de uma aceleração anual média de 4 a 5 por cento a partir de 2012", acrescentou Piontkivski numa conferência de imprensa.O PIB ucraniano, que aumentava de cerca de 7 por cento por ano desde 2000, registou um recuo de 8 por cento no quarto trimestre de 2008, tendo a taxa de crescimento para o conjunto do ano se fixado em 2,1 por cento.Para 2009, o governo aponta oficialmente para um aumento do PIB de 0,4 por cento, enquanto os economistas independentes prognosticam uma quebra de pelo menos 5 por cento.A inflação, que atingiu 22,3 por cento o ano passado, deverá abrandar para 16,4 por cento este ano e para 10 por cento em 2010, segundo as previsões do BM.
O sismo de segunda-feira em Aquila, centro de Itália, fez 207 mortos, 15 desaparecidos e 178 feridos internados, 100 dos quais estão em estado grave, disse hoje o primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi, numa conferência de imprensa em Aquila.Segundo o primeiro-ministro, 150 pessoas foram até agora retiradas com vida dos escombros."Temos 190 vítimas identificadas e 17 por identificar, portanto, um total nesta altura de 207 mortos", disse Berlusconi, precisando que há 7.000 funcionários públicos envolvidos no socorro e um número superior de voluntários.As buscas por sobreviventes vão prosseguir por mais 48 horas.O sismo de segunda-feira em Aquila, capital da região de Abruzzo, atingiu uma magnitude de 5,8 na escala aberta de Richter.
Após apresentação do documento pelo primeiro-ministro na segunda-feira.
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