Equipas de salvamento continuam à procura de sobreviventes do terramoto que devastou a cidade medieval de l'Aquila, a nordeste de Roma e outras localidades do centro da Itália. Cerca de cem pessoas foram mortas, 1500 ficaram feridas e dezenas de milhares foram desalojadas. Muitos dos edifícios que datavam de há vários séculos foram destruídos. O terramoto com uma magnitude de 6.3 na escala de Richter, teve lugar a meio da noite, , perto de L'Aquila, no centro da Itália, provocando a morte de perto de cem pessoas. Cerca 1500 pessoas ficaram feridas, muitas continuam desaparecidas e o número de mortos continua a aumentar. O Primeiro Ministro italiano, Silvio Berlusconi, declarou o estado de emergência mas disse que a Itália tinha os recursos necessários para lidar com o desastre: "O governo tem todos os fundos necessários à sua disposição. Também temos o fundo para catástrofes da União Europeia." Berlusconi acrescentou que estavam a decorrer uma série de iniciativas a para salvar as pessoas e providenciar assistência. DesalojadosAcredita-se que entre 30 a 40 mil pessoas tenham perdido as suas casas e as autoridades estão a trabalhar para lhes arranjar abrigo. Agostino Miozzo é um porta-voz da agência de protecção civil que está a coordenar os esforços de salvamento. Ele descreveu a situação: "O ambiente é caótico, as equipas de salvamento procuram pessoas nos destroços das casas que ruiram." Miozzo disse que a agência estava a tentar coordenar as operações de busca, os bombeiros e os voluntários que chegam às zonas afectadas vindos de toda a Itália. Fontes oficiais revelam que cerca de 26 localidades foram afectadas. Só em L'Aquila, entre três a dez mil edifícios desta cidade medieval foram destruídos.



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