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21 de Outubro
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SADC rejeita autoridades de Madagáscar

SADC rejeita autoridades de Madagáscar

Líderes dos países da África Austral recusaram reconhecer Andry Rajoelina como novo líder de Madagáscar, afirmando que a ordem constitucional deve ser restabelecida. O novo presidente tomou o poder de Marc Ravalomanana, que se viu forçado à demissão perante acção militar. Mas o organismo regional SADC, ao qual Madagáscar pertence apelou à União Africana para rejeitar também a legitimidade do novo poder instalado. A decisão da SADC foi tomada no seguimento de um pedido de suspensão feito pela Zâmbia, que é também membro da SADC. Sanções No seu primeiro dia no executivo Andry Rajoelina, suspendeu o parlamento e criou dois organismos de transição para governarem o país. O antigo líder da oposição foi confirmado pelo tribunal constitucional da ilha como novo presidente no seguimento da entrega de poder por parte do exército após a rescisão de Marc Ravalomanana. Em entrevista à BBC para África, o secretário executivo da SADC Tomás Salomão anunciou o envio de uma missão de bons ofícios ao país para discutir a situação e admitiu a possibilidade de imposição de sanções.

Administração Obama alonga prazo a GM e Chrysler

Administração Obama alonga prazo a GM e Chrysler

O grupo de trabalho para o sector automóvel da administração Obama dá 60 dias à General Motos para reestruturar-se e 30 dias à Chrysler para chegar a um acordo definitivo com o grupo italiano Fiat. Nas suas conclusões hoje divulgadas, os peritos do presidente julgam que os planos de reestruturação apresentados pelos dois grupos a 18 de Fevereiro não são "viáveis" no estado actual das coisas. Barack Obama deve anunciar hoje às 11.00 de Washington (15:00 TMG) as grandes linhas do seu plano devendo assegurar a sobrevivência da GM e da Chrysler.

G20: Obama quer mensagem face à crise

G20: Obama quer mensagem face à crise

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, nega que existam divergências entre os líderes mundiais na abordagem à crise internacional e espera que a cimeira do G20 transmita uma forte mensagem de unidade. "A tarefa mais urgente que nos incumbe a todos é lançar uma mensagem forte de unidade face à crise", declarou Obama numa entrevista hoje publicada pelo diário britânico Financial Times. O chefe da Casa Branca sublinha que a opção não se coloca entre a injecção maciça de capitais na economia mundial para estimular o crescimento e a criação de um novo quadro de regulação financeira. "Os media têm tendência a caracterizar a questão como 'ou uma ou outra'. Tenho sempre defendido uma abordagem 'uma e outra'. É necessário um plano de ralançamento e uma nova regulação", considera Barack Obama. "Devemos tratar os problemas com que estamos imediatamente confrontados e, ao mesmo tempo, garantir a tomada de medidas para evitar a repetição deste género de deriva", acrescentou. A chanceler alemã, Angela Merckel, afirmou não ter a intenção de injectar mais fundos na economia alemã, mas o presidente norte-americano concorda com ela e com o presidente francês, Nicolas Sarkozy, quanto à necessidade de uma dupla abordagem. "No que se refere ao relançamento, haverá um acordo entre os países do G20 para fazer o que for necessário para favorecer o comércio e o crescimento", considerou. "Em todos os países há uma tensão perceptível entre as medidas necessárias para relançar a economia e o facto de muitas delas serem dispendiosas. Os contribuintes estão naturalmente cépticos quando se trata de gastar muito, em particular quando julgam que uma parte desse dinheiro não vai para eles mas para outros que são considerados parcialmente responsáveis pela crise", prossegue o presidente. "Se os eleitores consideram que é em sentido único, que só se injecta cada vez mais dinheiro nas instituições sem que retire qualquer benefício a não ser evitar a catástrofe, é difícil neste caso apoiar uma nova intervenção", afirma. "Há uma preocupação legítima na maior parte dos países que adoptaram importantes medidas de relançamento para saber quais serão os seus efeitos", sublinha Obama. Um projecto de comunicado final da reunião do G20, que decorrerá a 02 de Abril, em Londres, reafirma o empenho dos países em evitar medidas proteccionistas, mas é inconclusivo quanto a uma estratégia mundial de relançamento orçamental. O projecto de declaração, a que o Financial Times teve acesso, indica simplesmente que as medidas de relançamento já tomadas pelos países irão contribuir para o crescimento em mais de dois pontos percentuais. O texto antecipa além disso uma retomada do crescimento da economia mundial daqui até finais de 2010.  

SADC, discute plano de ajuda ao Zimbabwe.

SADC, discute plano de ajuda ao Zimbabwe.

Mas a comunidade internacional está ainda muito cautelosa e os Estados Unidos disseram claramente que não vão levantar as sanções enquanto a situação política em Harare não melhorar. No início deste mês, o presidente Barack Obama estendeu o regime de anções contra 250 individualidades e companhias ligadas ao presidente Robert Mugabe. No ano passado, representantes dos Estados Unidos tinham sugerido que Washington estava à procura de vias para aumentar a pressão sobre o presidente Robert Mugabe, como, por exemplo, convencer os vizinhos do Zimbabwe a encerrarem as suas fronteiras com o país. Evolução Mas o embaixador americano em Harare, James McGee, disse que a atitude em Washignton tinha evoluído desde a formação de um governo de unidade que inclui o líder da oposição Morgan Tsavangirai. Embora constitua uma união imperfeita, o embaixador, que falava em Washington à correspondente da BBC Kim Ghattas, disse que estava já a ter um impacto positivo. O governo inclui o ministro das Finanças Tendai Biti, do MDC, partido de Morgan Tsvangirai, e o embaixador MCGee disse que a sua nomeação tinha sido uma decisão excelente. Popularidade McGee elogiou algumas medidas tomadas por Tendai Biti e disse que ambos os partidos tinham os olhos postos nas próximas eleições, previstas para daqui a dois anos, e pareceu sugerir que a ajuda humanitária internacional poderá aumentar a popularidade de Tsvangirai. Embora não tenha havido mais apelos para que o presidente zimbabweano, Robert Mugabe, se demita, os Estados Unidos e a comunidade internacional continuam cautelosos. O embaixador McGee disse que a situação política e dos direitos humanos está longe do que é exigido para que se verifique o levantamente das sanções ao Zimbabwe.

“Fenómeno Obama”  em debate

“Fenómeno Obama” em debate

O Instituto Martin Luther king, em parceria com a Embaixada dos Estados Unidos, promove a partir das 15 horas de hoje, em Maputo, um debate sobre  o rumo da política externa norte-americana na nova administração liderada por Barack Obama.   A mesma será proferida pelo professor Michael Leslie, docente da Universidade da Flórida.

Khadafi considera TPI

Khadafi considera TPI "nova forma de terrorismo"

O dirigente líbio, Muammar Kadhafi, presidente em exercício da União Africana (UA), declarou este domingo que o Tribunal Penal Internacional (TPI) representava “uma nova forma de terrorismo mundial”, em declarações aos jornalistas. “É conhecido que todos os países do terceiro mundo se opõem a este denominado Tribunal Penal Internacional”. A menos que todos sejam tratados de forma igual, isso não funcionará”, declarou Kadhafi no final de uma reunião com os responsáveis da UA em Addis Abeba. “É o caso agora. Esse tribunal é contra os países que foram colonizados no passado e que (os ocidentais) querem voltar a colonizar. Trata-se da prática de um novo terrorismo mundial”, considerou. “Não é justo que um presidente seja detido”, precisou o líder líbio que se referia ao mandado de captura emitido a 4 de Março pelo TPI contra o presidente sudanês, Omar el-Béchir, por suspeita de crimes de guerra e crimes contra a humanidade no Darfur, oeste do Sudão. “Se autorizarmos uma tal coisa, que um presidente seja detido e julgado, como o presidente el-Béchir, deveríamos também julgar aqueles que mataram centenas, milhões de crianças no Iraque e em Gaza”, sublinhou o responsável líbio. A UA já condenou em diversas ocasiões a decisão do TPI, considerando que esta ameaçava a paz no Sudão, tanto no Darfur, em guerra civil desde 2003, como entre Cartum e o sul do Sudão. A organização tomou iniciativas junto do Conselho de Segurança da ONU para que a decisão do TPI fosse suspensa, com base no artigo 16 do estatuto de Roma que rege o funcionamento do tribunal. “Sobre o artigo 16, esperamos que a Cimeira árabe de Doha (que começa segunda-feira) tome uma decisão e faremos o movimento em conjunto porque no que nos diz respeito, já temos a decisão da cimeira” da UA de Fevereiro, indicou Ramtane Lamamra, comissária da UA para a paz e a segurança. A cimeira da UA em Addis Abeba em Fevereiro tinha apelado para a suspensão das perseguições a el-Béchir.

Obama não vai acelerar retirada das tropas

Obama não vai acelerar retirada das tropas

O presidente norte-americano, Barack Obama, afirmou este domingo que não tenciona acelerar a retirada das tropas do Iraque, defendendo que se as coisas evoluírem “na boa direcção” o país já não precisará da ajuda dos Estados Unidos. “O plano que previmos para o Iraque é o correcto”, referiu Barack Obama numa entrevista à CBS, citando “uma retirada progressiva” e afirmando estar “confiante”. “Ainda há para fazer da parte política, para resolver as divergências entre os diferentes grupos religiosos sobre questões como o petróleo ou as eleições provinciais”, adiantou o presidente. “Ainda temos muito a fazer, devemos ainda formar as forças iraquianas para melhorar as suas capacidades”, precisou. A maioria das tropas de combate norte-americanas deverá sair do Iraque até 31 de Agosto de 2010. Em relação ao Paquistão, Obama assegurou que as tropas norte-americanas continuarão se necessário a lançar ataques aéreos com aviões sem piloto contra extremistas da Al-Qaida refugiados naquele país, mas sem entrar em território paquistanês.

CPLP promete ajudar a Guiné-Bissau

A Guiné-Bissau conseguiu, esta quarta-feira, em Cabo Verde, o compromisso de que vai ser ajudada pelos países que formam a CPLP. Esse apoio passa, designadamente, por recursos técnicos e financeiros para o país reerguer-se da crise em que se encontra mergulhado há vários anos. Porém, os governos dos demais países da CPLP, através dos respectivos ministros dos Negócios Estrangeiros, sublinharam que cabe, em primeiro lugar, aos próprios guineenses a responsabilidade primacial de encontrar as soluções políticas para os problemas que o país enfrenta. A crise política na Guiné-Bissau dominou a quinta reunião extraordinária dos ministros dos Negócios Estrangeiros da CPLP, que esta quarta-feira teve lugar na capital caboverdiana. O encontro contou também com uma representação da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental, CEDEAO. Enquanto país que preside a CPLP, coube ao ministro Luís Amado, de Portugal, fazer a apresentação dos resultados deste encontro da Praia. Dentre as medidas preconizadas pelo encontro, aquele porta-voz destacou o problema da reforma das Forças Armadas e segurança da Guiné-Bissau. "É absolutamente indispensável que a comunidade nacional acorde numa estratégia efectiva para debelar o problema da instabilidade crónica que marca o papel das Forças Armadas na vida política da Guiné-Bissau ao longo da última década." Responsabilidades Apesar do apoio inequívoco dos países da CPLP, estes também deixaram claro que cabe, acima de tudo, aos guineenses – sobretudo à sua classe política – a responsabilidade primeira de resolver os problemas que afligem o país. Para o ministro caboverdiano dos Negócios Estrangeiros, José Brito, os guineenses têm de fazer a parte deles. "Os guineenses terão de realizar os consensos nacionais." E um desses consensos coloca-se, desde já, em relação à data da eleição do próximo Presidente da República. A menos de 40 dias da data prevista para essa consulta popular, é entendimento da ministra guineense dos Negócios Estrangeiros, Adiatu Nandigna, que não há condições para uma ida às urnas na data prevista. "Nós não temos ainda nem um franco CFA disponibilizado para a criação de condições técnicas e materiais para a realização das eleições. Portanto, essa data vai ter de ser concertada entre os actores políticos na base de um consenso para que se possam realizar as eleições."

EUA: Número de desempregados é de  5,56 milhões

EUA: Número de desempregados é de 5,56 milhões

O número de desempregados nos Estados Unidos subiu para um recorde de 5,56 milhões, segundo os dados divulgados esta quinta-feira pelo Departamento do Trabalho. O número de pessoas inscritas aumentou em 122.000 na semana terminada a 14 de Março, face aos 5,44 milhões da semana anterior. O número de novos pedidos semanais de subsídio de desemprego aumentou a semana passada em 8.000 para 652.000, em linha com as previsões dos analistas consultados pela agência noticiosa Bloomberg.

FMI condiciona empréstimos ao Zimbabwe

FMI condiciona empréstimos ao Zimbabwe

“Mas enquanto os governos ocidentais, que são os maiores accionistas do FMI, não mudarem de atitude não haverá dinheiro para o Zimbabwe. Eles querem ver quem e’ que esta efectivamente a dirigir os destinos do país”, acrescentou.

Obama já vê sinais de progressos na economia

Obama já vê sinais de progressos na economia

O presidente norte-americano, Barack Obama, disse esta quarta-feira que começa a ver sinais de progressos na economia, mas frisou que a retoma vai demorar tempo. "Estamos a começar a ver sinais de progressos", afirmou Obama, numa declaração que fez através de um canal televisivo, depois de dizer que o governo está a atacar a crise em "todas as frentes". "É uma estratégia para criar empregos, ajudar os proprietários de casas responsáveis, relançar o crédito e para por a economia a crescer no longo prazo", acrescentou, frisando que será necessária "paciência" para ver a retoma chegar. Para o presidente, os esforços do governo para reanimar a economia estão a começar a dar resultados. "Estamos a caminhar na direcção certa", disse o presidente. Obama notou ainda que o dólar é uma moeda "extraordinariamente forte", já que os investidores acreditam que os EUA vão liderar a retoma da economia global.

Ataque com míssil faz seis mortos em zona tribal

Ataque com míssil faz seis mortos em zona tribal

Pelo menos seis combatentes morreram na região tribal do nordeste do Paquistão, onde operam grupos de talibãs e a rede terrorista Al-Qaida, atingidos por um míssil aparentemente norte-americano, anunciaram hoje responsáveis da segurança paquistanesa. O míssil atingiu um edifício em Makeen, na zona tribal do Waziristão do Sul, conhecida por ser um bastião dos talibãs afegãos e paquistaneses, segundo as mesmas fontes. Os serviços de informação paquistaneses também identificaram a presença de combatentes da Al-Qaida na zona. "O ataque foi realizado por um avião não-tripulado Predator, atingindo a zona de Makeen, a 12 quilómetros a nordeste de Ladha. Seis insurgentes foram mortos", declarou um dos responsáveis dos serviços de segurança paquistaneses. Aviões não-tripulados, que no Afeganistão são operados apenas pela CIA (serviços secretos norte-americanos) e pelas unidades militares dos Estados Unidos, já realizaram pelo menos 36 ataques nas zonas tribais do nordeste do Paquistão desde o Verão de 2008.

FMI condiciona ajuda à prática de boas políticas

FMI condiciona ajuda à prática de boas políticas

MicrosoftInternetExplorer4 esta quarta feira que a ajuda técnica e financeira ao governo de união do Zimbabué depende da adopção de boas políticas económicas e do saldo da dívida externa. “A ajuda técnica e financeira do FMI depende da adopção de um mecanismo de acompanhamento das políticas económicas, do apoio dos doadores e do saldo das dívidas aos credores oficiais, dos quais faz parte o FMI”, indicou a instituição internacional num comunicado depois de ter enviado uma missão àquele país africano. O FMI também propôs “continuar a aconselhar as autoridades sobre as políticas” económicas. No início desta missão de duas semanas, o ministro da Economia zimbabueano, Elton Mangona, tinha anunciado que o FMI se tinha prontificado a ajudar “imediatamente” o novo governo de união. Os países vizinhos do Zimbabué apelaram também apelado ao FMI para apoiar Harare, antes da cimeira da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC), que se deve reunir a 30 de Março para examinar os meios para ajudar financeiramente este país membro. No comunicado, o FMI saudou as primeiras medidas tomadas pelo novo governo. A decisão de autorizar as transacções comerciais em divisas estrangeiras permitiu, segundo o FMI, travar a inflação e reforçar o plano de relançamento apresentado pelo governo de união na semana passada. No entanto, o FMI sublinhou que “um forte declínio das actividades económicas e dos serviços públicos contribuiu fortemente para a deterioração da situação humanitária em 2008”. “Para melhorar os serviços públicos e a situação humanitária, o governo vai ter de mobilizar fortemente os doadores e conter as despesas salariais”, precisou. Esta missão de duas semanas do FMI marca uma mudança das relações com Harare. A insitituição financeira tinha suspendido as operações depois de uma missão em finais de 2006 no país, que provocou a exclusão do Zimbabué do FMI. O novo governo de união, formado a 13 de Fevereiro, tenta encontrar ajuda financeira de urgência para reconstruir a economia deste país em ruínas, que regista uma epidemia de cólera, da qual já resultaram 4.000 mortos desde Agosto, e onde mais de metade da população depende de ajuda alimentar para sobreviver.

  Tsvangirai regressa após tratamento na África do Sul

Tsvangirai regressa após tratamento na África do Sul

Actualmente, cerca de sete milhões de zimbabwenos, na sua maioria enfrentando sérias dificuldades económicas, dependem da ajuda alimentar providenciada por doadores estrangeiros e organizações de caridade.  

Ravalomanana reaparece na Swazilândia

Ravalomanana reaparece na Swazilândia

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Cavaco Silva defende

Cavaco Silva defende "Patriotismo"

As cerimônias dos 200 anos da libertação de Chaves serviram hoje de ensejo para um apelo do Presidente da República à capacidade de resistência dos portugueses em época de "exigência e de luta". Cavaco Silva citou a reconquista do Forte de São Francisco aos franceses como um exemplo de "patriotismo e de portugalidade" que deveria ser revisitado no contexto actual.

Estudantes anti-Bolonha ocupam faculdades em Barcelona

Um grupo de estudantes ocupou ao início da manhã de hoje parte do edifício da Faculdade de Ciências da Educação da Universidade Autónoma de Barcelona (UAB), em protesto contra o Processo de Bolonha.Com a acção da manhã de hoje sobem para três as faculdades ocupadas por estudantes nas últimas horas depois de acções idênticas, ao final da noite de terça-feira, nas Faculdades de Geografia e História e de Direito da Universidade de Barcelona.Os alunos da UAB planeiam ficar encerrados no edifício – que esteve ocupado já durante duas semanas por protestos idênticos em Dezembro - até que sejam ouvidos pela reitoria.Em comunicado, exigem um diálogo com os estudantes e que se declarem legítimos os resultados de referendos realizados aos alunos, respeitando assim a sua decisão de congelar a aplicação do Processo de Bolonha.As ocupações na Universidade de Barcelona, por seu lado, foram realizadas depois de um encontro com mais de 200 estudantes, que acordaram ainda iniciar uma greve de três dias, que se prolongará até sexta-feira.As acções das últimas horas surgem uma semana depois de a polícia ter desalojado a reitoria da Universidade de Barcelona, que esteve ocupada pelos alunos durante quatro meses, também em protesto contra o Processo de Bolonha.Essas acções policiais acabaram numa batalha campal entre estudantes e polícias que causou dezenas de feridos, entre eles fotojornalistas que denunciam excessivo uso de força pelas autoridades.A polícia regional defendeu já a acção dos agentes considerando que actuaram segundo as normas.A Declaração de Bolonha, que resultou do denominado Processo de Bolonha, foi assinada pelos ministros da Educação de 29 países europeus, em Junho de 1999.O texto representa uma mudança significativa nas políticas do ensino superior dos países envolvidos, procurando estabelecer uma Área Europeia de Ensino Superior a partir de reformas nacionais dos vários sistemas de ensino.O Processo de Bolonha, que pretende avançar na unificação do sistema universitário europeu, tem sido alvo de protestos sucessivos em Espanha, com os alunos a considerar que representa um aumento das propinas e o “mercantilismo” do sistema educativo.

Obama advogou a confiança internacional

Obama advogou a confiança internacional

O Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, discordou na terça-feira da necessidade de criar uma nova moeda de reserva internacional, sugerida pelo banco central da China, em substituição do dólar. Em conferência de imprensa na Casa Branca onde apresentou as linhas gerais do plano económico que sustenta o Orçamento a submeter ao Congresso, Obama advogou a confiança internacional no dólar e na economia norte-americana. Sobre o dólar, Obama disse ser "extremamente forte" e declarou que os investidores continuam a considerar a economia norte-americana "a mais forte do mundo, com o sistema político mais estável do mundo". Barack Obama afirmou que o mundo está a olhar para os Estados Unidos a uma nova luz, considerando que a sua administração já deu passos firmes para a restauração da confiança e para a reafirmação da "liderança global".

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"Moçambique tem tudo para ser uma potência de África e do mundo.

Tem riqueza que chega para todos. Falta é de inteligências."

 

Adelino Timóteo


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