Após a independência, em 1975, o país afundou na guerra civil entre o MPLA, que tinha o apoio da União Soviética e de Cuba, e a aliança entre a UNITA e a Frente Nacional para a Libertação de Angola (FNLS), auxiliada pelos Estados Unidos e pelo regime sul-africano do apartheid.
Angola celebra, hoje, o 10º aniversário do fim da guerra civil com manifestações e shows para a glória do presidente José Eduardo dos Santos, líder de um governo agora questionado, mas apresentado como pacificador e reconstrutor do país.
Dos Santos, também chefe do Movimento Popular para a Libertação de Angola (MPLA), inaugurará um monumento à paz na cidade de Luena, capital da província de Moxico, no sudeste do país.
Luena é o local onde foi realizada a operação, no dia 22 de fevereiro de 2002, que terminou com a morte de Jonas Savimbi, até então líder da União Nacional pela Independência Total de Angola (UNITA), em guerra com o governo e com o MPLA.





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