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Início Internacional Internacional Angola reitera que missão militar na Guiné-Bissau tinha fim pacífico

Angola reitera que missão militar na Guiné-Bissau tinha fim pacífico

O Chefe de Estado cabo-verdiano, Jorge Carlos Fonseca, afirmou, em comunicado, “ver com bons olhos a candidatura de Nkosazana Zuma”, mas avisa que ela terá que trabalhar com muita “sistematização, firmeza e lucidez, por haver muitos interesses em jogo nessa eleição”.

Angola defende a realização da segunda volta das eleições presidenciais e rejeita que a presença de militares angolanos na Guiné-Bissau tenha sido a causa do golpe de Estado naquele país membro da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, esclareceu, quarta-feira, na Cidade da Praia (Cabo Verde), o secretário de Estado das Relações Exteriores, Rui Mangueira.

O governante falava aos jornalistas no final de uma audiência com o presidente de Cabo Verde, Jorge Carlos Fonseca. O secretário de Estado defendeu que o Executivo subscreveu todas as posições das organizações internacionais que pediram o regresso à ordem constitucional. “A realização da segunda volta das eleições é um imperativo para a solução da crise na Guiné-Bissau”, referiu Rui Mangueira, rejeitando que a presença de militares angolanos na Guiné-Bissau tenha sido a causa do golpe de Estado.

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