Golpes de Estado na Guiné-Bissau e Mali.
O principal desafio que se coloca actualmente à CEDEAO é fazer equivaler o nível das suas decisões “à proclamada tolerância zero” perante situações de alteração da ordem constitucional por via da força, disse semana finda o secretário-executivo da CPLP.
Questionado pela agência Lusa em Dacar, onde assistiu à Cimeira Extraordinária da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) sobre a Guiné-Bissau, Domingos Simões Pereira escusou-se, porém, a tecer mais comentários às decisões tomadas pela organização oeste-africana em relação à crise político-militar guineense.
“É a cimeira de uma estrutura importante a nível internacional, é a organização regional para acompanhar a situação nos seus Estados-membros e isso merece o nosso respeito”, salientou o secretário-executivo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).
A CEDEAO abdicou do nome que havia indicado para liderar a transição na Guiné-Bissau, mas decidiu manter as sanções impostas ao país e o envio de uma força de manutenção de paz, disse o chefe de Estado da Costa do Marfim, Alassane Ouattara, ao ler o comunicado final da cimeira.





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