Solução da crise na Guiné-Bissau.
O comandante da Marinha de Guerra de Angola, almirante Augusto da Silva Cunha, negou que os países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) tenham decidido enviar um efectivo de suas Forças Armadas para integrar uma possível força de paz para Guiné-Bissau.
O país, que integra a CPLP, sofreu um golpe de Estado há cerca de um mês quando. alegando insatisfação com a presença de militares angolanos em missão no país, um grupo de militares prendeu o presidente, Raimundo Pereira; o primeiro-ministro, Carlos Gomes Júnior; e o chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, António Indjai.
“Até este momento não há qualquer decisão da CPLP de haver uma força para a Guiné-Bissau. O que está decidido é que haja uma força da CEDEAO (Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental)”, afirmou o almirante Cunha, que participou, no Rio de Janeiro, na abertura de um simpósio para discutir a cooperação das Marinhas dos países-membros da CPLP.





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