Quantcast
Início Internacional Internacional Países da CPLP não enviarão força de paz para Guiné-Bissau

Países da CPLP não enviarão força de paz para Guiné-Bissau

Solução da crise na Guiné-Bissau.

“A posição da CPLP é a posição da União Africana e das Nações Unidas para que seja feita a normalidade democrática”, disse o almirante da Marinha de Guerra de Angola no Rio de Janeiro, Brasil.

O comandante da Marinha de Guerra de Angola, almirante Augusto da Silva Cunha, negou que os países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) tenham decidido enviar um efectivo de suas Forças Armadas para integrar uma possível força de paz para Guiné-Bissau.

O país, que integra a CPLP, sofreu um golpe de Estado há cerca de um mês quando. alegando insatisfação com a presença de militares angolanos em missão no país, um grupo de militares prendeu o presidente, Raimundo Pereira; o primeiro-ministro, Carlos Gomes Júnior; e o chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, António Indjai.

“Até este momento não há qualquer decisão da CPLP de haver uma força para a Guiné-Bissau. O que está decidido é que haja uma força da CEDEAO (Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental)”, afirmou o almirante Cunha, que participou, no Rio de Janeiro, na abertura de um simpósio para discutir a cooperação das Marinhas dos países-membros da CPLP.

Leia mais na edição impressa do «Jornal O País»
 

Comentários


publicidade

Moeda

Compra

Venda

DolarUSD 29,30 29,90
Rand ZAR 3,07 3,13
EuroEUR 37,8838,64
LibraGBP44,2445,14
IeneJPY0,28850,2943
Faixa publicitária

Edição Impressa - O País Económico

Edição Impressa 193