A CEDEAO prometeu identificar e sancionar os autores da agressão ao presidente interino do Mali.
“Numa altura em que nos preparamos para reconquistar o Norte do Mali, ocupado pelos rebeldes tuaregues e por grupos islamitas, é inútil quezilarmo-nos em vão pelo poder”, disse Sheikh Modibo Diarra, num discurso radiotelevisionado.
O chefe do governo de transição do Mali aludia à agressão de Dioncounda, ocorrida segunda-feira última, durante uma marcha de protesto contra a sua designação para conduzir a transição de 12 meses, no quadro de um acordo assinado, domingo último, em Bamako, entre a CEDEAO e a Junta Militar, designada Comité Nacional para a Recuperação da Democracia e Restauro do Estado (CNRDRE).
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