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Polícia angolana impede tráfico de 38 pessoas

Resgate resulta de duas operações realizadas Sexta-feira e Domingo

A Polícia Nacional angolana procedeu ao resgate de 38 cidadãos angolanos, na fronteira de Santa Clara, no município de Ombadja, província angolana do Cunene, cujo destino era a Namíbia para trabalhos forçados.

A informação, hoje avançada à agência Lusa pelo porta-voz da polícia do Cunene, intendente Piedade Pombal, dá conta ainda que os 38 cidadãos iriam trabalhar em fazendas agrícolas, construção de obras, comércio, exploração mineira e tarefas domésticas, de acordo com Lusa citada por Notícias ao Minuto.

Segundo Piedade Pombal, o resgate resulta de duas operações realizadas Sexta-feira e Domingo, que resultou igualmente na detenção de sete cidadãos implicados no caso, dos quais dois de nacionalidade namibiana.

O responsável policial referiu que entre o grupo, de ambos os sexos, encontravam-se quatro crianças, a mais nova com 11 meses.

"Um dos resgates foi um trabalho investigativo no Ombadja, já vínhamos trabalhando no caso e culminou com o corte e o outro foi por tentativa de passarem a fronteira e como nós já estamos atentos a estas situações então fizemos o corte, mas quase que no território aduaneiro já", explicou o porta-voz da polícia no Cunene.

O responsável acrescentou que na operação de Ombadja foram resgatadas 18 pessoas e as restantes na tentativa de passar a fronteira de Santa Clara.

Piedade Pombal disse que as autoridades angolanas estão a trabalhar com as suas congéneres da Namíbia para saber qual era o principal destino dessas pessoas.

"Geralmente tem sido esta prática, eles recebem algum valor por transportarem essas pessoas para lá. Isso é que nós estamos a tratar agora com a outra parte para saber qual era o principal destino, mas nós sabemos que os elementos do tráfico de pessoas, têm os três elementos, aliciamento, transporte e valores, tudo isso está presente", frisou.

 

 

"Moçambique tem tudo para ser uma potência de África e do mundo.

Tem riqueza que chega para todos. Falta é de inteligências."

 

Adelino Timóteo


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