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Somália e comunidade internacional alcançam acordo de segurança

Entendimento entre Somália e comunidade internacional visa combater fome e projectar a economia

 

O presidente da Somália chegou, ontem, a um acordo com a comunidade internacional para estabilizar o frágil Estado do Corno de África e que tem como principais objectivos reforçar a segurança, lutar contra a fome e relançar a economia.

Segundo o jornal Noticias ao Minuto, Mohamed Abdullahi Mohamed saudou o que qualificou como um “dia histórico para a Somália”, após a celebração do acordo, em Londres, entre Mogadíscio e cerca de 40 delegações e instituições como o Banco Mundial, o Fundo Monetário Internacional ou a Liga Árabe.

Também presentes estiveram o secretário-geral das Nações Unidas, o antigo primeiro-ministro português António Guterres, o secretário de Defesa dos Estados Unidos, James Mattis, e a chefe da diplomacia europeia, Federica Mogherini.

“Os objectivos são ambiciosos, mas não alcançá-los não é opção”, declarou o presidente da Somália, também conhecido como Farmajo.

A Somália e os seus parceiros chegaram a um pacto de segurança de 17 páginas, que visa estabelecer os alicerces de um país com paz e próspero. Uma das coisas que prevê é que o exército somaliano assuma a segurança do país africano.

Farmajo apelou para um levantamento, num futuro próximo, do embargo de armas imposto ao seu país, considerando que o conflito pode durar outra década, caso o exército não tenha armas mais modernas para combater a insurreição armada do grupo extremista islâmico al-Shabab.

O secretário de Defesa dos Estados Unidos reuniu-se, ontem, com o presidente da Somália e disse aos jornalistas que Washington continuará a apoiar a infantaria somaliana com equipamentos não letais.

“Há, sem dúvida, uma esperança renovada, fundada na eleição de alguém que parece ser um bom líder tanto pela sua compreensão das necessidades em matéria de segurança militar, como em questões económicas”, disse o secretário de Defesa norte-americano.

 

"Moçambique tem tudo para ser uma potência de África e do mundo.

Tem riqueza que chega para todos. Falta é de inteligências."

 

Adelino Timóteo


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