O País Online - A verdade como notícia

Sábado
21 de Outubro
Tamanho do texto
  • Increase font size
  • Default font size
  • Decrease font size
Início Internacional Internacional João Lourenço investido como Presidente da República de Angola

João Lourenço investido como Presidente da República de Angola

João Lourenço torna-se terceiro Chefe de Estado de Angola independente, depois de António Agostinho Neto e José Eduardo dos Santos

João Lourenço, general na reserva, de 63 anos, foi hoje investido, por volta das 13 horas, no cargo de Presidente da República de Angola, o terceiro que o país conhece desde a independência, em Novembro de 1975, avança o Notícias ao Minuto.

O acto, presenciado por convidados nacionais e internacionais e milhares de populares, decorreu no Memorial António Agostinho Neto, em Luanda, no mesmo local e dia em que José Eduardo dos Santos foi investido pela última vez como chefe de Estado Angolano, após as eleições de 2012.

A cerimónia, que contou com a presença de cerca de duas dezenas de chefes de Estado e do Governo, foi orientada pelo juiz conselheiro presidente do Tribunal Constitucional, Rui Ferreira, que proclamou a eleição de João Lourenço e de Bornito de Sousa para os cargos, respetivamente, de Presidente e vice-Presidente angolanos.

Pelas 13:10, João Lourenço prestou juramento à nação, com a mão direita sobre a Constituição da República de Angola, assinando o termo de posse, cinco minutos depois.

Já investido nas funções de novo presidente da República, João Lourenço deslocou-se ao local onde se encontrava o Presidente cessante, José Eduardo dos Santos, para este lhe colocar o colar presidencial e lhe ceder o lugar, o que aconteceu pouco depois.

O acto marcou a saída do poder de José Eduardo dos Santos, que liderava o país desde 1979 - o segundo Presidente há mais tempo no poder em todo o mundo - e que não se recandidatou ao cargo nas eleições de 23 de Agosto último.

A cerimónia terminou com o desfile dos três ramos das Forças Armadas Angolanas, seguindo-se a execução do hino nacional e disparos de 21 salvas de canhão.


 

"Moçambique tem tudo para ser uma potência de África e do mundo.

Tem riqueza que chega para todos. Falta é de inteligências."

 

Adelino Timóteo


publicidade

Edição Impressa e O Tempo

 Edição  O Tempo

 Edição Impressa -20-10-2017

Impressa

 

Maputo

 

Inhambane

 Beira
 

Nampula

 
 

Edição Impressa420